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Grupo de Genealogia Judaica A sua História de vida para a posteridade. GGJ, grupo de especialistas na pesquisa genealógica!

QUAL É O TEU MAIOR MURO GENEALÓGICO?Há momentos em que a nossa árvore genealógica parece avançar… até chegar a um ponto ...
08/10/2026

QUAL É O TEU MAIOR MURO GENEALÓGICO?

Há momentos em que a nossa árvore genealógica parece avançar… até chegar a um ponto em que simplesmente não conseguimos ir mais longe.

Um nome que desapareceu.
Um documento impossível de decifrar.
Um registo que já não existe.
Uma data que não bate certo.
Ou aquele antepassado sobre o qual sabemos tão pouco que nem sabemos por onde começar.

Todos os investigadores têm, mais cedo ou mais tarde, um “muro de pedra” no caminho.

Agora queremos saber qual é o teu.

A — O antepassado incógnito
Sabes que existiu, mas não consegues descobrir quem era.

B — O documento impossível de ler
Tens o registo à tua frente… mas aquela letra parece outro idioma!

C — O documento que desapareceu
O registo que precisas foi perdido, destruído ou simplesmente não chegou até nós.

D — A informação que não bate certo
Nomes, datas ou lugares diferentes e já não sabes em que informação confiar.

Comenta A, B, C ou D e conta-nos qual é o teu maior obstáculo.

E quem sabe… talvez alguém da nossa comunidade já tenha encontrado uma forma de ultrapassar esse muro.

Paleografia Antepassados HistóriaFamiliar

Há vozes que passam a fazer parte da história das nossas famílias.Recordamos Jorge Palma através das suas canções e das ...
26/09/2026

Há vozes que passam a fazer parte da história das nossas famílias.

Recordamos Jorge Palma através das suas canções e das memórias que partilhou sobre as suas origens: a infância em Lisboa, o piano em casa, o incentivo da mãe e as músicas que aprendeu com o pai.

Antes de uma obra que marcou gerações, existiram pessoas, lugares e encontros que ajudaram a formar o músico.

Na Espelho do Passado, acreditamos que preservar uma história também é escutar estas memórias. Os documentos permitem reconstruir parentescos; os testemunhos ajudam-nos a conhecer as vidas por detrás dos nomes.

Hoje, prestamos homenagem a Jorge Palma e ao lugar que a sua música ocupa na nossa memória coletiva.

Que canção sua faz parte da história da sua família?

Jorge Palma · 1950–2026

Fontes: entrevista de Jorge Palma à Mensagem de Lisboa, por Catarina Pires; RTP, notícia de 22/09/2026; Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, homenagem de 22/09/2026.

1. O Lado de Escrivão (A Escrita e os Registos) Numa época em que a grande maioria da população rural não sabia ler nem ...
23/09/2026

1. O Lado de Escrivão (A Escrita e os Registos)
Numa época em que a grande maioria da população rural não sabia ler nem escrever, o escrivão era uma das poucas pessoas alfabetizadas da freguesia.

Livros Paroquiais: Auxiliava o pároco na redação e organização dos assentos de batismo, casamento e óbito.

Contas da Fábrica da Igreja: Escriturava os livros de receita e despesa do templo, gerindo esmolas, dízimos, legados pios e obras de conservação da igreja.

Irmandades e Confrarias: Redigia atas, estatutos, cadernos de quotas e listas de irmãos das confrarias locais.

2. O Lado de Sacristão (O Cuidado do Templo e Liturgia)
Manutenção do Espaço: Cuidava da sacristia, dos paramentos litúrgicos, das alfaias de prata e dos vasos sagrados.

Preparação do Culto: Apoiava o padre na preparação dos altares para missas, festas padroeiras, procissões e funerais.

Toque dos Sinos: Marcava as horas e os acontecimentos da comunidade (a alvorada, os finados, os incêndios, as festividades).

Relevância Genealógica e Histórica
Encontrar esta profissão num registo de casamento, óbito ou batismo do século XVII a XIX indica que o antepassado:

Era letrado e possuía uma boa caligrafia (muitas vezes, a letra elegante que lemos nos livros paroquiais antigos é da sua autoria).

Gozava de elevado prestígio social e confiança junto do pároco e da comunidade local.

Tinha uma posição fixa e instruída num meio maioritariamente agrícola.

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17/09/2026

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O Uber da Idade Média: Já ouviste falar do Almocreve? Muito antes dos camiões, dos correios modernos ou das apps de entr...
13/09/2026

O Uber da Idade Média: Já ouviste falar do Almocreve?

Muito antes dos camiões, dos correios modernos ou das apps de entregas, o país mexia-se graças aos almocreves.

Estes homens eram os verdadeiros “transportadores” da história. Com as suas mulas e burros de carga, cruzavam serras, maus caminhos e enfrentavam até salteadores para ligar as aldeias isoladas às grandes feiras e cidades.

O que faziam?

Transporte de bens: Levavam vinho, azeite, cereais e tecidos de uma ponta à outra do país.

Estafetas do passado: Como viajavam constantemente, eram eles que levavam as cartas, os recados e as grandes novidades.

Comércio ambulante: Compravam num lado para revender noutro, garantindo que nada faltava no interior.

Com origem na palavra árabe al-mukāri, o almocreve foi a peça fundamental da economia e do comércio em Portugal até ao século XIX.

Sem eles, as aldeias dos nossos antepassados teriam ficado completamente isoladas do mundo. Uma verdadeira profissão de fibra que deixa marcas em muitos dos nossos cadernos genealógicos!

2. Sirgueiro: O Mestre do Detalhe e da Passamanaria

Muito antes da produção industrial em massa, o requinte dos trajes, fardamentos e decorações de casa dependia do trabalho minucioso do sirgueiro (ou sergueiro).

Estes artesãos eram os especialistas na produção de sirga e artigos de passamanaria: fitas, galões, franjas, cordões, borlas e remates feitos em seda, lã ou até fios de ouro e prata.

O que fazia um Sirgueiro?

Passamanaria de Luxo: Criava ornamentos para vestuário nobre, fardas militares de gala e vestes clericais.

Decoração e Estofos: Produzia franjas, borlas e cordões para cortinados, colchas, estofos de mobiliário e interior de carruagens.

Trabalho Minucioso: Utilizava teares manuais próprios para tecer e trançar fios delicados com extrema precisão.

O termo deriva de sirga (fio ou corda de seda). Em Portugal, o ofício de sirgueiro teve enorme relevância urbana e esteve organizado em corporações de ofício importantes a partir da Idade Média.

Encontrar um sirgueiro no registo de um antepassado é sinal de uma herança ligada ao artesanato especializado, ao comércio têxtil e à elegância de outros tempos!

As palavras que os nossos antepassados escreveram não devem desaparecer com o tempo. Diários e cartas contam histórias q...
10/09/2026

As palavras que os nossos antepassados escreveram não devem desaparecer com o tempo. Diários e cartas contam histórias que nenhum livro de história consegue registar com tanta verdade. Preservar estes documentos é manter viva a voz de quem veio antes de nós. Guarde os teus tesouros de família com cuidado que eles merecem.

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05/09/2026

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03/09/2026

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