19/06/2026
“Você consegue tirar todos os meus pontos negros em uma sessão?”
Essa é uma das perguntas que mais recebo, mas a resposta depende de uma avaliação individual.
Primeiro porque nem tudo o que parece um ponto negro é realmente um ponto negro. Existem diferentes estruturas na pele, como comedões abertos, filamentos sebáceos, tricostase espinulosa, comedões fechados e miliuns. Cada uma possui características próprias e exige uma técnica de extração diferente.
Além disso, o resultado também depende de fatores como:
✨ Quantidade de lesões;
✨ Sensibilidade da pele;
✨ Espessura da pele;
✨ Hidratação;
✨ Região onde essas lesões estão localizadas.
Por isso, algumas pessoas conseguem um resultado excelente em uma única sessão, enquanto outras precisam de um tratamento contínuo.
Neste carrossel mostrei dois casos reais: uma pele que respondeu muito bem logo na primeira limpeza e outra que está em acompanhamento há 8 meses. Como se trata de uma pele adolescente, as alterações hormonais aumentam a produção de oleosidade e favorecem o surgimento de novos comedões, tornando o tratamento progressivo a melhor escolha.
Meu objetivo nunca é prometer “tirar tudo”. Meu compromisso é remover o máximo possível dentro dos limites da pele, sempre priorizando a segurança, a saúde da pele e um resultado de qualidade.
💬 Você sabia que nem tudo o que parece um ponto negro é, de fato, um comedão aberto? Conta aqui nos comentários!