Maria de Fátima Conceição, Psicologia e Psicoterapia

Maria de Fátima Conceição, Psicologia e Psicoterapia Psicoterapeuta | Psicóloga Clínica e da Saúde

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IDEALIZAÇÃO E REALIDADENo Dia da Mãe podem persistir sentimentos de amargura, ressentimento e tristeza: é demasiado fáci...
26/04/2022

IDEALIZAÇÃO E REALIDADE

No Dia da Mãe podem persistir sentimentos de amargura, ressentimento e tristeza: é demasiado fácil sentir que todas as outras pessoas estão a ter uma experiência melhor, mais “normal”, que todas as outras pessoas estão a ter o tipo de dia que deveríamos estar a ter.

Lucy Blake PhD, no seu blog "Famílias Reais: as relações familiares tal como são, não como poderiam ou deveriam ser", escreveu em Março deste ano sobre a cultura do Dia da Mãe, interrogando-se sobre se esta está, verdadeiramente, a mudar.

Segundo a autora, de muitas maneiras, e apesar de algumas novidades, há ainda muito que permanece inalterado.

Pontos-chave:

》Muitas mães e filhos/as não têm as relações ativas e comprometidas que frequentemente são apresentadas nos media.

》É comum que as relações mãe-filho/a se caracterizem por emoções positivas e negativas.

》Esconder a realidade das relações mãe-filho/a atrás de pressupostos idealizados continua a silenciar aqueles que experienciam relações deste tipo mais desafiantes.


No Dia da Mãe podem persistir sentimentos de amargura, ressentimento e tristeza: é demasiado fácil sentir que todas as outras pessoas estão a ter uma experiência melhor, mais “normal”, que todas as outras pessoas estão a ter o tipo de dia que deveríamos estar a ter.

Apesar de começarem a aparecer, de vez em quando, nos media, alguns tipos de relações mãe-filho/a diferentes das habituais imagens idealizadas, há imagens e mensagens que continuamos a não ver. Por exemplo, é raro vermos representados aqueles cujas mães têm problemas de saúde mental ou física, aqueles cujas mães requerem cuidados; aqueles cujas mães foram abusivas.

Outra experiência que vemos raramente é a do distanciamento físico e emocional. Apesar de a evidência sugerir que esta experiência é comum, afectando 9 por cento das relações, as pessoas que experienciam distanciamento em relação a uma mãe ou filho/a tipicamente sentem-se isoladas nesta sua experiência. Os filhos adultos contam a poucas pessoas as suas experiências e, quando o fazem, são frequentemente alvo de estigmatização, silêncio, e crítica.

Num estudo realizado na América do Norte, sobre as relações de filhos adultos com os seus pais, os autores descobriram que um terço das relações era inativa: os níveis de contacto eram baixos, e havia muito pouca troca de apoio mútuo.

Os restantes 70 por cento de relações eram ativas mas diferiam na sua qualidade. No tipo mais comum de relação ativa, correspondendo a 29 por cento da amostra, existiam níveis elevados de emoções positivas juntamente com níveis elevados de emoções negativas.

O segundo tipo de relação ativa mais comum era aquele em que alguns poderiam pensar como correspondendo ao ideal, no qual a positividade era elevada e a negatividade baixa; estas relações perfaziam 28 por cento da amostra.

Se é verdade que há pais e filhos que gozam de relações uns com os outros que se caracterizam por emoções positivas elevadas e emoções negativas baixas, esta não é a "norma"; é comum as relações entre pais e filhos serem caracterizadas por níveis elevados de emoções positivas juntamente com níveis elevados de emoções negativas.

O Dia da Mãe ainda é um dia em que os pressupostos idealizados predominam: não há amor tão forte como o amor de uma mãe pelo seu filho; a maternidade é um papel e uma identidade sem comparação com nenhum outro, e intocável.

Apesar de reconhecermos, talvez, que este não é um dia bom para todos, ainda assumimos que ele é bom para a maioria.

Enquanto continuarmos a fazê-lo, as experiências mais desafiantes de relações familiares continuarão a ser silenciadas, e a mãe perfeita, abnegada e dedicada, continuará a dominar as nossas imaginações.

ADAPTADO DE:

Blake, L. (2022). Is the Culture of Mother's Day Changing?
https://www.psychologytoday.com/intl/blog/real-families/202203/is-the-culture-mothers-day-changing

PARA SABER MAIS:

1. Arranz Becker, O., & Hank, K. (2022). Adult children's estrangement from parents in Germany. Journal of Marriage and Family, 84(1), 347-360.

2. Agllias, K. (2013). The gendered experience of family estrangement in later life. Affilia, 28(3), 309-321.

3. Scharp, K. M. (2016). Parent–child estrangement: Conditions for disclosure and perceived social network member reactions. Family Relations, 65(5), 688-700.

4. Kim, K., Birditt, K. S., Zarit, S. H., & Fingerman, K. L. (2020). Typology of parent–child ties within families: Associations with psychological well-being. J Fam Psychol. 2020 Jun;34(4):448-458.

5. Blake, L. (2022). No Family Is Perfect: A Guide to Embracing the Messy Reality. Welbeck Publishing Group.

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Although Mother's Day might be changing, in many ways it remains the same.

07/04/2021

SER, EM RELAÇÃO

Construímos a nossa identidade num determinado ambiente relacional. A nossa relação connosco próprios foi modelizada, originalmente, pela relação que outros tiveram connosco. Mesmo quando somos adultos, a forma como somos tratados pelas pessoas nas nossas vidas, especialmente aquelas que nos são mais próximas, tem um impacto profundo na forma como nos vemos e nos relacionamos connosco.

Quando somos adultos podemos, em princípio, escolher com quem nos relacionamos de uma forma mais íntima e procurar a companhia daquelas pessoas que se relacionam connosco com respeito, gentileza, e um genuíno interesse pelo nosso bem-estar. Como seres relacionais que somos, procuraremos proporcionar a essas pessoas esse mesmo respeito, gentileza e cuidado.

Por vezes, podemos darmo-nos conta de que temos dificuldade em relacionarmo-nos connosco próprios desta forma. Não temos a certeza de merecermos ser tratados assim ou, mesmo que achemos que sim, não sabemos como fazê-lo. Podemos ter dificuldade no estabelecimento de limites pessoais, sem os quais não é possível construir criativamente uma relação saudável. Pode ser-nos difícil identif**ar o que funciona melhor para nós, quais são os nossos recursos e preferências, ou comunicar com clareza aquilo de que precisamos.

A experiência de sermos recebidos com gentileza, com respeito e consideração, de uma forma que espelhe o que há em nós de bom, de criativo, de corajoso, promove o nosso bem-estar e favorece o desenvolvimento de uma relação mais harmoniosa e mais respeitadora connosco próprios, na qual podemos sentir confiança em nós e nos nossos recursos.

A psicoterapia procura proporcionar um ambiente relacional que favorece a (re)construção de uma noção saudável e criativa da nossa identidade, e da nossa capacidade para nos relacionarmos, connosco e com os outros, e para agirmos no mundo, de uma forma congruente com os nossos recursos e preferências.

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24/03/2021

O QUE LHE FARIA BEM AGORA?

Talvez lhe ocorra que o que lhe faria bem são coisas que não estão imediatamente disponíveis - umas férias prolongadas na praia, por exemplo - ou que alguém ou alguma coisa à sua volta fosse diferente, neste momento, daquilo que é. Ou talvez lhe ocorra que o que lhe faria bem é aquela coisa que está sempre a dizer a si mesmo que deveria fazer, e que nunca faz.

No entanto, se se perguntar sobre o que lhe faria bem agora, e que pode fazer agora, é possível que lhe surjam outro tipo de respostas:

Talvez levantar-se de onde está sentado, e dar uns passos tranquilamente, de forma a reativar a circulação no seu corpo? Ou, mantendo-se sentado, trazer a sua atenção para partes do seu corpo que possam estar menos confortáveis, e experimentar, suavemente, pequenas mudanças que talvez lhe proporcionem maior conforto?

Talvez ir beber um copo de água? Comer uma peça de fruta, um punhado de frutos secos, ou outra comida nutritiva que lhe agrade? Abrir uma janela, deixar o ar tocar o seu rosto, pousar os olhos na distância? Proporcionar-se um pouco mais de tempo a fazer alguma coisa que lhe dê prazer ou tranquilidade? Passar uns minutos sozinho no fim do dia? Procurar a companhia de alguém que se encontre disponível e com quem goste de estar?

Embora seja possível, por exemplo, beber água a mais, a maior parte das pessoas bebe menos água do que aquilo que lhe faria bem; o mesmo se passa com as horas de sono, o movimento suave, as pausas, algum tempo por dia passado a desfrutar de algo da natureza, ou de outro pequeno prazer que se encontre imediatamente disponível.

Se quiser experimentar:

1. De vez em quando, pergunte-se: "O que me faria bem agora?"

2. Escolha de entre as opções que, de facto, se encontram disponíveis,

3. E concretize alguma delas.

Praticar formas realistas e adequadas de satisfazer as nossas necessidades pessoais, favorece a nossa autorregulação e a nossa saúde, e contribui para uma relação mais harmoniosa e satisfatória connosco e com os que nos rodeiam.

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10/03/2021

COMO FALA COM ALGUÉM QUE ESTÁ EM BAIXO?

Imagine que alguém que conhece está a ter um dia mau, ou a passar um período difícil. Como falaria com essa pessoa?

Criticá-la-ia ou chamar-lhe-ia a atenção para tudo o que está errado com ela, ou com a vida dela? Dir-lhe-ia que não imagina que mais alguém no mundo se sinta como ela, ou tenha as mesmas dificuldades, ou possa ter feito um erro ou um disparate semelhante?

Ou, em vez disso, procuraria ser gentil com essa pessoa? Dir-lhe-ia, talvez, que "errar é humano", que todos temos dias ou períodos em que nos sentimos mais em baixo, mesmo que não saibamos bem porquê, ou o que fazer com isso?

Ser um amigo mais gentil connosco próprios é algo que vale a pena praticar e desenvolver: descobriremos que nos sentimos mais saudáveis, física e mentalmente, e, em geral, mais satisfeitos com a vida.

Além do mais, perto de um amigo assim, sentir-nos-emos mais seguros e mais capazes de fazer face aos desafios que nos vão sendo colocados.

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PARA SABER MAIS:
Neff, Kristin (2021). Self-Compassion: Tips for Practice.
https://self-compassion.org/tips-for-practice/
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24/02/2021

MEMÓRIA AGRADÁVEL

Aqui f**a um convite para uma pequena viagem...

Se lhe apetecer, num momento em que se sinta suficientemente tranquilo/a, coloque os seus afazeres de lado durante algum tempo, e sente-se, sozinha/o e confortável.

Se quiser, feche os olhos, ou pouse-os suavemente num ponto do espaço à sua frente, relativamente perto de si.

Agora, durante alguns minutos, traga à memória um momento particularmente agradável. Poderá usar os seus órgãos dos sentidos para recuperar detalhes dessa experiência: cores, cheiros, sabores, sons, temperatura…

Tranquilamente, permita-se desfrutar novamente dessa experiência.

Se o desejar, antes de regressar, lentamente, ao momento atual, atribua um título à experiência que esteve a evocar. Em qualquer momento, no futuro, poderá querer regressar…

Agora, sem pressa, permita-se voltar ao concreto do momento presente: poderá percorrer, com os olhos, lentamente, o espaço à sua volta ou, se preferir, levante-se e ande um pouco.

Antes de retomar os seus afazeres, poderá querer passar mais alguns minutos na sua própria companhia.

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10/02/2021

CONSULTAS DE PSICOLOGIA ONLINE

Todas as pessoas têm altos e baixos nas suas vidas e, em alguns momentos, pode surgir uma necessidade de apoio mais especializado, por exemplo, numa situação de transição ou perante dificuldades para lidar com situações específ**as.

As consultas online podem ser uma boa alternativa às consultas presenciais, em particular em situações em que exista algum tipo de condicionante para o encontro presencial.

As consultas de psicologia decorrem, idealmente, num ambiente de segurança e conforto que, neste momento, nos é melhor proporcionado pelas consultas online.

Para começar, poderá entrar em contacto comigo para esclarecer alguma questão, ou para agendarmos a nossa primeira consulta, caso assim o deseje.

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14/12/2020

NATAL DIFERENTE ...

Perto do fim de um ano em que (quase) tudo pareceu diferente, encontramo-nos, compreensivelmente, sedentos de poder fazer as coisas da nossa forma habitual.

Estamos cansados de restrições, de novas rotinas acrescentadas às muitas tarefas e responsabilidades que já tínhamos, queremos as coisas como "antes".

Com frequência, no passado, chegados a esta época festiva, dávamos connosco a perguntar-nos sobre o que era verdadeiramente essencial para nós, quais os nossos desejos mais profundos, que tipo de vida gostaríamos de ter, de que forma gostaríamos de contribuir...

Isto, seguramente, podemos fazer como sempre fizemos, ou quisemos fazer.

Votos de Boas Festas!

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17/09/2020

AJUSTAMENTO CRIATIVO

A cada momento, somos chamados a rever as nossas prioridades, os nossos recursos, aquilo que está disponível à nossa volta.

Em momentos de maiores mudanças, este processo de ajustamento criativo pode desafiar-nos a experimentar opções que não teríamos escolhido antes, a dar os primeiros passos em novos caminhos.

Quando as as nossas rotinas mudam, as solicitações que recebemos do exterior nem sempre são claras, ou nos perguntamos como poderemos fazer face a tudo o que é novo, à nossa volta e também em nós, é natural que a nossa necessidade de receber apoio se faça sentir mais, se torne mais presente.

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22/06/2020

A RELAÇÃO CONNOSCO

A qualidade da nossa relação connosco tem um grande impacto na forma como nos sentimos no dia a dia, em relação à nossa vida, nas nossas relações com os outros, e com as actividades que precisamos ou escolhemos fazer. Somos gentis e atenciosos connosco? Ou "obrigamo-nos" ou "impedimo-nos" muitas vezes?

Procuramos, dentro do possível, em cada momento, proporcionarmo-nos as coisas de que precisamos e/ou que desejamos, ou vivemos habitualmente a exigirmo-nos mais ou coisas diferentes daquelas que responderiam às nossas necessidades?

Esforçamo-nos habitualmente para nos encaixarmos nas nossas ideias - ou nas de outros - sobre o que deveríamos fazer, quando, com que grau de empenho ou de intensidade? Distraimo-nos ou obrigamo-nos a "aguentar", a continuar a desempenhar as nossas tarefas, mesmo quando nos sentimos cansados ou com fome?

Movimentamo-nos sempre apressados, com esforço, ou focados num objectivo pré-determinado? Depois de cumprida uma tarefa exigente, passamos imediatamente à seguinte?

Reconhecemos a nossa dificuldade para nos concentrarmos, a nossa irritabilidade, a nossa insatisfação ou mesmo o nosso aborrecimento como sinais de desconforto e procuramos dar-lhes resposta? Se nos sentimos mais desconfortáveis, fazemos de recuperar o nosso conforto a nossa prioridade?

Dar mais atenção à satisfação das nossas necessidades apoia-nos no processo de fazer face aos desafios que nos vão sendo colocados, ao mesmo tempo que aprofundamos a qualidade da nossa relação connosco.

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Sobrecarga de Informação:Situação na qual recebemos demasiada informação em pouco tempo e não conseguimos pensar sobre e...
25/03/2020

Sobrecarga de Informação:

Situação na qual recebemos demasiada informação em pouco tempo e não conseguimos pensar sobre ela de forma clara.

Dentro do possível, limite o tempo que passa online e a quantidade de notícias que vê.

Na informação, como na alimentação, prefira a qualidade, em detrimento da quantidade. E não se esqueça de fazer pausas entre as refeições...

FAVORECER O SONO: ALGUMAS SUGESTÕESEm momentos de maior stress pode acontecer termos dificuldade para adormecer e/ou dor...
12/03/2020

FAVORECER O SONO: ALGUMAS SUGESTÕES

Em momentos de maior stress pode acontecer termos dificuldade para adormecer e/ou dormir bem.

Aqui f**am algumas sugestões que podem favorecer um sono descansado e um amanhecer mais tranquilo:

1.
Cultive a sua tranquilidade, especialmente na última hora antes de ir para a cama: diga gentilmente a si mesmo que agora é hora de descansar;

2.
Privilegie o analógico: ouça música tranquila, dedique-se a uma actividade manual simples, escreva num diário, leia um romance leve…

3.
Promova a sua vontade de ir para a cama, tornando-a, e ao seu quarto, o mais aprazível possível;

4.
Deite-se perto da hora a que costuma ter sono;

5.
Traga a sua atenção para o conforto do seu corpo e para como se sente, descansando, deitado na sua cama: vire-se devagar, verifique suavemente se todo o seu corpo está completamente descontraído, começando pela ponta dos pés e subindo devagarinho em direcção à cabeça...

6.
Se o sono tardar em chegar e estar na cama sem dormir começar a deixá-lo inquieto, levante-se e faça uma das actividades descritas acima, ou outra do mesmo tipo que lhe dê prazer, até que o sono chegue;

7.
Permita-se dormir mais, quando possível, especialmente se é habitual precisar de um despertador muito forte ou acordar a sentir-se cansado.

02/03/2020

A Terapia Gestalt é uma psicoterapia humanista que vê a pessoa como um todo, em permanente relação consigo mesma e com o seu ambiente.

O processo terapêutico apoia-se na observação do que está presente, de forma a favorecer a tomada de consciência (awareness) do próprio funcionamento, do que existe, do que está disponível, promovendo o desenvolvimento de um contacto mais aprofundado da pessoa em terapia com as próprias necessidades, recursos e preferências.

A Terapia Gestalt destina-se a todas as pessoas que procuram aprender a relacionar-se de forma mais criativa e gratif**ante consigo mesmas e com os outros, favorecendo a descoberta de novos modos de funcionamento e escolhas propiciadoras de maior autonomia, respeito por si mesmo, e bem-estar.

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Lisbon

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