Filipa Jardim da Silva - Psicóloga Clínica

Filipa Jardim da Silva - Psicóloga Clínica Psicóloga Clínica, Autora e Formadora. Fundadora e CEO da Academia Transformar www.transformar.pt Porque para gerar mudança há que ousar também mudar.

De uma paixão em promover mais saúde e bem-estar, nasce este projecto. Se é particular aqui poderá encontrar serviços de Psicoterapia Individual (presencial ou online), Avaliação Psicológica, Coaching, Intervenção em Grupo e Cursos Formativos (presenciais e online). Se integra uma empresa poderá interessar-lhe o portfólio de serviços na área de Coaching, Formação e Consultoria. Sendo cada pessoa ú

nica, são propostas soluções personalizadas e actualizadas cientificamente para se potenciar a mudança pretendida. Considerando que empresas com bons programas de saúde aumentam a produtividade e saúde dos seus colaboradores, tendo assim menos custos médicos e maiores lucros, são desenhadas intervenções tailor made ajustadas às realidades específicas de cada organização. Comece a potenciar hoje a sua mudança comigo.

04/07/2026

Vivemos numa sociedade obcecada por resultados mas há derrotas que ensinam mais do que muitas vitórias.

Hoje, Cabo Verde perdeu e ainda assim, saiu maior.
Na primeira participação num Campeonato do Mundo, discutiu o jogo até ao prolongamento frente a uma das melhores seleções do mundo. No final, em vez de baixar a cabeça, o guarda-redes fez algo extraordinário: levantou os colegas do chão, porque o resultado final não apaga nem diminui tudo o que aconteceu antes.

Podemos perder um jogo e ganhar confiança.
Podemos falhar um objetivo e desenvolver competências.
Podemos não alcançar aquilo que esperávamos e, ainda assim, sair com mais valor do que quando entrámos.
É isto que chamamos de mentalidade de crescimento.
A capacidade de aprender, ajustar, persistir e reconhecer que um resultado não define quem somos.

Talvez precisemos de fazer mais vezes aquilo que o fez: levantar quem está ao nosso lado e lembrar-lhe que uma derrota nunca tem a última palavra quando existe coragem para continuar.
Nem todas as vitórias aparecem no marcador.
Algumas ficam para sempre na forma como escolhemos sair de campo.

Fazer um resumo de Junho em fotos deu-me a confirmação que coube mesmo muito nestes 30 dias e que as incríveis memórias ...
01/07/2026

Fazer um resumo de Junho em fotos deu-me a confirmação que coube mesmo muito nestes 30 dias e que as incríveis memórias criadas são também proporcionais ao cansaço que sinto neste primeiro dia de Julho. 😅

O mês começou na Feira do Livro de Lisboa a apresentar o livro da Professora Sara Sara Pereira e uns dias depois a partilhar palco e mesa de autógrafos com a Dra Lisa Vicente Atlas V conjugando o tema da Síndrome do Impostor com a Menopausa com o apoio da Planeta de Livros Portugal . Na primeira quinzena houve cheiro e sabores a Santos Populares, onde a Vila Berta e a Graca continuam a ter um lugar especial no meu coração.
O bom tempo trouxe mais cheiro a mar, areia no pe e calor no corpo.
A 2a quinzena trouxe a participação no DDC Samsys Academia Samsys onde tive a oportunidade de moderar duas incríveis mesas redondas sobre a Agilidade nos Negócios e Agilidade na Tecnologia, e onde a Academia Transformar | Saúde Mental Integrativa marcou presença com um dinâmico stand. Ainda houve energia para um jantar com alguns dos profissionais do núcleo do Porto da Academia Transformar .
O regresso do Porto deu-se na manha de sábado bem a tempo de celebrar o 6o aniversario da minha querida afilhada mais nova, a enérgica e carismática Amelia.
O mês continuou com uma participação na sessão de kick off EWA 2026 e no workshop da “I am remarkable”.
O ultimo fim de semana trouxe o Summit Global da PWN a propósito do seu 30o aniversario, o 33o aniversário da iluminada Sara Pinheiro Nunes e o encontro trimestral da equipa Academia Transformar | Saúde Mental Integrativa em Lisboa.
Muitas trocas depois conseguimos uma caderneta do Mundial concluída, uma aventura muito gira mae e filho.
Ontem fechei o mês com chave de ouro na conferencia organizada pela Wells no Jardim Vivaldi, repleta de excelentes profissionais e testemunhos na 1a pessoa cheios de vulnerabilidade e autenticidade.

Junho obrigada pelos dias longos e luminosos e tantas pessoas! Olá Julho!

Há uma palavra que pode mudar a forma como olhamos para a vida.Não é coragem, não é confiança nem resiliência.É a palavr...
24/06/2026

Há uma palavra que pode mudar a forma como olhamos para a vida.
Não é coragem, não é confiança nem resiliência.
É a palavra “e”.
Porque fomos ensinados a viver em modo “ou”.
Ou és forte ou és vulnerável.
Ou estás bem ou estás mal.
Ou tens sucesso ou és uma falhada.
Ou superaste e seguiste em frente ou ainda dói.
Ou és competente ou és uma fraude.

Mas a vida não funciona assim.
A vida acontece nos “e”.

Podes sarar feridas e continuar a sentir saudades.
Podes processar traumas e ainda guardar cicatrizes.
Podes falhar e continuar a ter talento.
Podes receber prémios e continuar a duvidar de ti.
Podes adorar o que fazes e chegar a um lugar de exaustão.
Podes ter coragem para subir a um palco e, em alguns momentos, sentir-te perdida.

A maturidade emocional não nasce quando deixamos de sentir medo, dúvida, tristeza ou vulnerabilidade.
Nasce quando deixamos de acreditar que essas experiências anulam tudo o resto.
Uma falha não apaga uma competência.
Uma insegurança não apaga uma conquista.
Uma cicatriz não impede prosseguir e ser feliz.
Um dia difícil não apaga a pessoa extraordinária que continuas a ser.

Talvez muito do sofrimento humano nasça da tentativa constante de encaixar a vida em categorias simples: certo ou errado, forte ou fraco, vencedor ou derrotado.
Mas a vida é mais complexa, humana e bonita.
A vida desarruma e talvez crescer seja precisamente isto: Trocar o “ou” pelo “e”.

Porque não és apenas as tuas conquistas.
Nem apenas as tuas feridas.
És a soma de tudo o que viveste.
De tudo o que superaste.
De tudo o que ainda estás a aprender.
E isso não te torna incoerente, torna-te sim humano.

⭐️ Qual é o “e” que precisavas de te permitir hoje?

Partilha este post com alguém que precise de deixar de escolher entre partes de si e começar a integrar a sua história por inteiro. ❤️

A vida não te pede perfeição. Pede-te capacidade para acolher, ao mesmo tempo, aquilo que parece contraditório.

Quando uma página dedicada à saúde mental, a competências emocionais e ao comportamento humano conquista espaço entre os...
20/06/2026

Quando uma página dedicada à saúde mental, a competências emocionais e ao comportamento humano conquista espaço entre os conteúdos mais vistos segundo a Influencer Marketing Platform , vejo-o como um sinal.

Um sinal de que, apesar de vivermos numa era de distração permanente, ainda há pessoas à procura de profundidade.
Um sinal de que, no meio de tanto ruído, continuamos a precisar de conversas sobre ansiedade, autocuidado, relações, propósito, luto, burnout, autoestima, coragem e vulnerabilidade.
Um sinal de que falar de saúde mental deixou de ser um tema de nicho para passar a ser uma necessidade coletiva.

Num mundo onde a atenção é um dos recursos mais disputados, saber que milhares de pessoas escolhem parar alguns segundos para refletir sobre emoções, comportamento humano e bem-estar é algo que me deixa genuinamente esperançosa.
Porque cada visualização representa uma pessoa.
Alguém que talvez esteja a atravessar uma fase difícil.
Alguém que procura respostas.
Alguém que quer compreender-se melhor.
Alguém que deseja viver com mais saúde, mais consciência e mais intenção.

Por isso, mais do que agradecer por estarem desse lado, quero agradecer por continuarem a mostrar que a saúde mental importa.

Importa nas famílias, nas escolas, nas empresas, na sociedade.

E se este tipo de conteúdo continua a crescer, talvez seja porque estamos, aos poucos, a perceber algo fundamental: cuidar da mente não é um luxo. É uma condição para vivermos melhor.

Obrigada por fazerem parte desta conversa.

Há momentos que me lembram porque continuo a falar sobre síndrome da impostora.Quando as pessoas se aproximam no final e...
08/06/2026

Há momentos que me lembram porque continuo a falar sobre síndrome da impostora.
Quando as pessoas se aproximam no final e dizem:
“Pensava que era só eu” ou “Achava que estava a falhar” ou “Nunca tinha percebido que tantas pessoas sentiam o mesmo.”
Foi isso que aconteceu na no último sábado.
Numa conversa sobre menopausa, identidade e síndrome da impostora, falámos sobre mudanças, exigência, perfeccionismo, autocuidado e sobre a forma como tantas mulheres passam uma vida inteira a provar o seu valor.
E talvez essa tenha sido uma das reflexões mais importantes do dia: há uma diferença entre crescer e viver permanentemente a tentar provar que somos suficientes.

Obrigada a Dra Lisa Ferreira Vicente por partilhar este momento comigo . Obrigada a minha editora por todo o suporte.
Obrigada a todas as pessoas que estiveram presentes no workshop, que fizeram perguntas, que partilharam histórias e que trouxeram tanta humanidade a este dia.
E obrigada a cada pessoa que levou consigo um exemplar do livro.
Porque cada livro é, acima de tudo, uma continuação da conversa e é nessa conversa que muitas vezes começa a transformação.

À primeira vista, estas fotografias podem parecer sobre um evento bonito, mas para mim, foram sobretudo sobre conexão e ...
05/06/2026

À primeira vista, estas fotografias podem parecer sobre um evento bonito, mas para mim, foram sobretudo sobre conexão e coragem de se fazer acontecer.

Num mundo onde se fala tanto de networking, esquecemo-nos muitas vezes daquilo que realmente faz a diferença: as relações.
Porque são as relações que abrem portas.
São as relações que nos desafiam a pensar diferente.
São as relações que transformam ideias guardadas numa gaveta em projetos com impacto. E são também as relações que apoiam em momentos de maior incerteza e ajudam a celebrar quando o sucesso bate a porta.

Foi por isso que fiquei muito feliz por integrar este primeiro encontro do This is Círculo em Portugal como founding member.
Um projeto criado pela Malu Voss , já presente em São Paulo e Amesterdão, e que chega agora a Portugal pela mão da Tânia Santos Silva com uma missão simples, mas poderosa: criar um ecossistema onde mulheres possam crescer juntas.

Numa fase em que tantas pessoas se sentem isoladas, desconectadas de si mesmas e limitadas pela sua síndrome do impostor, acredito cada vez mais que o sucesso sustentável raramente se constrói sozinho.
Porque quando mulheres se unem, não cresce apenas a rede de contactos. Cresce a coragem, a criatividade e o impacto, e isso vale muito mais do que qualquer fotografia.
Neste primeiro encontro o convite foi o de desacelerar, guardar o telemóvel na carteira, e abrir os sentidos a experiência.

Mais iniciativas surgirão brevemente e mais mulheres se juntarão porque em união garanta-se sempre mais impacto.

03/06/2026

A comparação é uma das poucas prisões onde a porta está aberta mas continuamos a entrar todos os dias.

Entramos quando vemos alguém mais bonito, mais magro, mais bem-sucedido, mais avançado na carreira, com uma relação aparentemente perfeita, com mais seguidores ou com mais dinheiro, com filhos, com uma vida que parece mais organizada.
E sem dar conta fazemos algo profundamente injusto:
comparamos um recorte da vida dos outros com uma versão não editada da nossa.
O palco deles com os nossos bastidores.
Os resultados finais deles com os nossos processos.
O capítulo 20 deles, com o nosso capítulo 3.
E depois concluímos: “Estou atrasado.” ou “Não sou suficiente.”

Mas talvez a pergunta não seja “Como deixo de me comparar?” porque somos seres humanos e seres humanos comparam-se.
Talvez a pergunta mais útil seja:
“Como deixo de transformar comparação em condenação?”
Porque há comparações que nos diminuem.
Mas também há comparações que nos inspiram.
Há comparações que nos paralisam e há comparações que nos fazem crescer.
A diferença está na história que contamos a seguir.

Neste reel partilho 3 estratégias práticas para lidarmos melhor com a comparação, em qualquer idade.
Porque provavelmente não vamos conseguir extinguir a comparação, mas podemos aprender a fazê-lo sem destruir a nossa autoestima no processo.
Diz-me uma coisa: qual é a comparação que mais frequentemente te faz duvidar de ti própri@?

Mais um episódio da série “Ferramentas emocionais para a vida real”.
Porque regular emoções é uma competência, não um talento.

Há uma pergunta que me fazem muitas vezes:Mas afinal, quando é que a síndrome da impostora desaparece?A resposta costuma...
02/06/2026

Há uma pergunta que me fazem muitas vezes:
Mas afinal, quando é que a síndrome da impostora desaparece?
A resposta costuma ser desconfortável porque a síndrome da impostora não desaparece magicamente quando somos promovidos ou recebemos um prémio.
Não desaparece quando publicamos um livro ou quando os outros finalmente reconhecem o nosso valor.
Muitas vezes, continua lá.
Mais silenciosa, mais sofiscada, mas ainda presente.
A dizer: “Desta vez tiveste sorte.” ou “Nesta fase já não devias fazer erros destes.” ou “Vamos reconhecer que não temos o que é necessário para aceitar este convite.” Mais do que desaparecer a ideia é mudar o diálogo com a nossa voz crítica.

Talvez por isso este tema continue a tocar tantas pessoas porque não fala apenas de confiança.
Fala da relação que temos connosco, da forma como lidamos com o erro, do medo de não sermos suficientes, da dificuldade em reconhecer o nosso próprio valor, da tendência ao auto-sacríficio normalizando o desconforto.
Curiosamente, na menopausa, muitas destas vozes tendem a amplificar-se.

É sobre isso que vamos conversar no workshop que vou dinamizar com a Dra Lisa Vicente na Feira do Livro de Lisboa: Como revolucionar a impostora na menopausa?
Sem fórmulas mágicas, nem frases inspiracionais vazias. Com empatia, ciência, e ferramentas práticas.
E com uma conversa honesta sobre aquilo que tantas mulheres vivem em silêncio.
📍 6 de junho
🕠 17h30
📍 Auditório Norte (entrada pelo miradouro do parque Eduardo VII)

Depois as 18h30, gostava muito de vos encontrar pessoalmente. Para um abraço, para ouvir as vossas histórias e para assinar exemplares do livro Síndrome da Impostora, já na 4a edição.
📍 18h30
📍 Stand Planeta (perto do auditório norte)

Porque os livros são importantes mas aquilo que verdadeiramente transforma vidas são as conversas que eles iniciam.

▶️ Quem desse lado já se apanhou a duvidar de si próprio precisamente quando mais razões tinha para confiar?

Até sábado!

25/05/2026

Há pessoas que nunca descobriram do que eram capazes porque passaram a vida inteira a tentar não falhar.
E isto começa cedo.

Quando uma criança erra e aprende que:
- falhar é vergonha;
- errar dececiona;
- só os melhores recebem reconhecimento;
- pedir ajuda é fraqueza;
- não saber significa incapacidade.

Pouco a pouco, o erro deixa de ser uma experiência e passa a ser uma ameaça à identidade.

É aí que nascem muitos adultos:
- perfeccionistas;
- ansiosos;
- hipercríticos;
- com medo de arriscar;
- incapazes de admitir falhas;
- presos à validação;
- a desistir antes sequer de tentar.

Porque quando crescemos a acreditar que errar é perigoso, o cérebro entra em modo proteção.
Evita, controla, procrastina, esconde, compara-se.l, desiste.

Mas a verdade é esta: não existe crescimento sem erro.

Não existe inovação sem tentativa.
Não existe maturidade sem falha.
Não existe aprendizagem real sem desconforto.

O problema nunca foi errar.
O problema é nunca nos terem ensinado o que fazer depois do erro.
Porque há uma diferença enorme entre errar e aprender e transformar o erro numa sentença sobre quem somos.

Errar uma vez pode ser aprendizagem.
Errar repetidamente sem reflexão é que nos bloqueia evolução.

Por isso, talvez uma das competências emocionais mais importantes da vida seja esta:
conseguir olhar para uma falha sem colapsar emocionalmente perante ela.

Neste reel partilho 3 estratégias concretas para aprender a lidar com o erro de forma mais saudável e construtiva, em qualquer idade, seja na vida pessoal ou profissional/académica.

E talvez valha a pena lembrar: a perfeição parece proteção mas muitas vezes torna-se prisão.

▶️ Qual foi o erro que mais te fez crescer enquanto pessoa?

Ferramentas emocionais para a vida real.
Porque regular emoções é uma competência, não um talento.

Endereço

Avenida António Augusto De Aguiar 17 , 5o Dto
Lisbon
1050-012

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 21:00
Terça-feira 09:00 - 21:00
Quarta-feira 09:00 - 21:00
Quinta-feira 09:00 - 21:00
Sexta-feira 09:00 - 21:00
Sábado 09:00 - 17:00

Telefone

+351966715999

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Filipa Jardim da Silva - Psicóloga Clínica publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Filipa Jardim da Silva - Psicóloga Clínica:

Atalhos

Compartilhar

Categoria