Sílvia Dias

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Sílvia Dias Eu sou a Sílvia Dias e sou uma pessoa apaixonada pelas pessoas e pela Vida.

Ainda era muito jovem quando senti que o meu propósito de Vida era acompanhar outras pessoas em momentos de vulnerabilidade e desenvolvimento profundo, o que me levou a estudar o comportamento e o desenvolvimento do Ser humano. Actualmente sou Psicóloga, Psicoterapeuta e Formadora e, nos últimos anos, tenho-me dedicado em especial ao trabalho com mulheres e com casais.

Há uma pergunta que muitos casais fazem, às vezes em silêncio: “Será que estamos a fazer s**o vezes suficientes?”E é fác...
07/10/2026

Há uma pergunta que muitos casais fazem, às vezes em silêncio: “Será que estamos a fazer s**o vezes suficientes?”

E é fácil começar a comparar. Com aquilo que ouvimos dos amigos, com o que vemos nas redes sociais ou até com aquilo que imaginamos que outros casais fazem.

Mas a verdade é que não existe um número mágico que determine se uma relação tem ou não uma vida sexual saudável.

Há casais que têm relações se***is várias vezes por semana, outros algumas vezes por mês e outros que passam por fases em que o s**o quase não acontece. E nenhuma destas realidades diz, por si só, se existe um problema.

Talvez a questão mais importante não seja “quantas vezes?”, mas “como nos sentimos com aquilo que está a acontecer entre nós?”

Conseguimos falar sobre o que desejamos? Sentimo-nos seguros para dizer que não temos vontade? Conseguimos falar sobre as nossas diferenças sem medo de magoar ou ser rejeitados? E continuamos a encontrar outras formas de intimidade quando o s**o não acontece?

Porque a intimidade de um casal não se resume ao s**o. Não é a frequência que define a saúde da vida sexual. É a forma como os dois conseguem viver, comunicar e cuidar da intimidade que partilham.

Por amor. Por ti. Por nós. ✨

Setembro. 🤍Um mês que foi feito de muitas coisas.De férias. De pausas. De dias de sol e de mar.De pés na areia, de natur...
04/10/2026

Setembro. 🤍

Um mês que foi feito de muitas coisas.

De férias. De pausas. De dias de sol e de mar.
De pés na areia, de natureza e de regressar às minhas origens — aos lugares que me lembram de onde venho e, tantas vezes, também quem sou.

Foi um mês de família.
Da minha família, que amo profundamente.
Dos meus sobrinhos, dos abraços, das gargalhadas, dos momentos simples que f**am guardados cá dentro e que nos lembram que, no fim, é mesmo isto que importa.

Mas setembro também teve altos e baixos.
Porque a vida não deixa de acontecer só porque estamos de férias.
Houve dias leves e felizes. E houve outros mais difíceis, inesperados, que pediram de mim outra forma de estar.

Talvez por isso tenha sido também um mês de voltar a mim.
De respirar. De abrandar. De olhar à minha volta e agradecer.

E, devagarinho, de regressar.

Regressar ao trabalho que tanto amo.
À clínica. Aos nossos projetos. À formação de uma equipa que cresce e que me lembra da responsabilidade — e do privilégio — que é cuidar de quem cuida de tantas pessoas.

Setembro foi um pouco de tudo.
Foi descanso e movimento.
Foi mar e raízes.
Foi família e trabalho.
Foi alegria e vulnerabilidade.
Foi parar e recomeçar.

Não foi um mês perfeito.
Foi um mês vivido.

E talvez sejam esses os meses que mais f**am em nós. 🤍

Há quem chegue à terapia à procura de uma resposta:“O que é que eu faço?”“Como é que deixo de me sentir assim?”“Quando é...
02/10/2026

Há quem chegue à terapia à procura de uma resposta:

“O que é que eu faço?”
“Como é que deixo de me sentir assim?”
“Quando é que isto vai passar?”

E talvez uma das partes mais frustrantes da terapia seja perceber que, muitas vezes, não existe uma resposta rápida.

Porque fazer terapia não é apenas falar sobre aquilo que aconteceu. É começar a reparar naquilo que acontece dentro de nós quando a vida nos toca num lugar sensível.

É entender o que levou aquela situação a afetar-nos tanto. É permanecer, acolher e atravessar as emoções desconfortáveis que muitas vezes só queremos ver-nos livre delas. É investigar certos padrões. E isso nem sempre é confortável.

Há sessões em que parece que avançámos muito. Outras em que parece que estamos exatamente no mesmo lugar. Há dias em que não apetece ir, em que pensamos “ainda não estou a ver resultados” ou “será que isto está mesmo a funcionar?” E mesmo questionando e sentindo isso, continuar a caminhar, porque isso faz parte do processo.

Talvez a mudança não esteja apenas naquilo que conseguimos ver de imediato.

Está também naquele momento, durante a semana, em que conseguimos parar antes de reagir. Na emoção que conseguimos reconhecer em vez de esconder. Na necessidade que finalmente conseguimos nomear. Na resposta que, pela primeira vez, foi diferente.

É aí que a terapia começa a sair dos 50 minutos da consulta e a entrar na nossa vida.

Porque mudar padrões que levámos anos a construir não acontece de um dia para o outro.

É um caminho. E, muitas vezes, fazer terapia é continuar a caminhar mesmo quando ainda não conseguimos ver onde o caminho vai dar.

E, se sentes que estás neste caminho, mas não sabes por onde começar, a nossa equipa da Clínica da Sílvia Dias pode ajudar-te.

Por amor. Por ti. Por nós. ✨

Muitas vezes, o casal chega à terapia depois de meses, ou até anos, a tentar resolver o mesmo problema.Uma pessoa sente ...
30/09/2026

Muitas vezes, o casal chega à terapia depois de meses, ou até anos, a tentar resolver o mesmo problema.

Uma pessoa sente que fala e não é ouvida. A outra sente que, por mais que faça, nunca é suficiente. Um insiste, o outro afasta-se. E, sem perceberem como chegaram ali, começam a olhar um para o outro como adversários.

Mas, por detrás de muitas destas discussões, existe algo mais profundo: duas pessoas que estão a tentar proteger-se de alguma coisa, muito importante e profunda.

Na terapia de casal, não procuramos descobrir quem tem razão ou quem é o culpado. Procuramos perceber o que está a acontecer entre vocês e o ciclo que vos prende.

Porque, quando conseguimos olhar para o problema como algo que estão a enfrentar juntos, torna-se possível voltar a encontrar o outro.

É isso que fazemos em terapia: ajudamos-vos a deixar de lutar um contra o outro e a começar a lutar juntos pela relação. 🤍

Por amor. Por ti. Por nós. ✨

29/09/2026

Esta cena do filme diz muito sobre aquilo que, às vezes, precisamos quando estamos emocionalmente desregulados.

Ele está a ter uma crise de ansiedade. Não consegue parar o que está a sentir, não encontra uma resposta, não sabe como sair daquele estado.

E o outro não tenta explicar-lhe o que está a acontecer. Não lhe diz para se acalmar. Não procura resolver o problema.

Apenas se aproxima e abraça-o. E, naquele momento, alguma coisa muda.

Porque, às vezes, não precisamos que alguém nos dê respostas. Precisamos que o nosso sistema nervoso sinta que está seguro.

É isso que procuramos construir na terapia de casal: um espaço em que cada um possa aprender a ser esse lugar de segurança para o outro, em vez de se proteger do outro. Aprender a reconhecer quando o parceiro está em sofrimento, aproximar-se e co-regular em vez de aumentar a distância.

E, na psicoterapia individual, esse processo também pode começar na relação terapêutica. O psicólogo ou psicoterapeuta pode ser essa primeira relação onde a pessoa se sente segura e pode experienciar a co-regulação, enquanto aprende a compreender melhor o que sente, a regular as suas emoções e, progressivamente, a construir essa sensação de segurança dentro de si.

Porque nem sempre precisamos de uma solução imediata.

Às vezes, antes de conseguirmos pensar, falar ou resolver, precisamos simplesmente de sentir: “Estou aqui. Não estás sozinho. Estás seguro comigo.”

Por amor. Por mim. Por nós. ✨

Há relações em que, mesmo quando existe amor, o corpo parece nunca conseguir baixar a guarda.Porque uma relação segura n...
28/09/2026

Há relações em que, mesmo quando existe amor, o corpo parece nunca conseguir baixar a guarda.

Porque uma relação segura não é uma relação onde nunca existem conflitos, medo, tristeza ou dor. É uma relação onde, mesmo nesses momentos, existe a sensação de que o outro continua presente.

De que não vais ser abandonado porque estás a sentir demasiado. De que podes mostrar a tua vulnerabilidade sem precisares de te proteger. De que, mesmo quando se afastam por momentos, existe um caminho para voltarem um ao outro.

É assim que a segurança emocional se vai construindo: através de experiências repetidas de presença, disponibilidade e reparação.

Pouco a pouco, o sistema nervoso deixa de estar constantemente em alerta. O corpo aprende que pode confiar. Que não precisa de lutar, fugir ou esconder aquilo que sente para se manter seguro na relação.

É isso que procuramos construir na terapia de casal: não apenas uma relação que comunica melhor, mas uma relação onde ambos possam voltar a sentir, de forma profunda e consistente:

“Estamos juntos nisto.”

“Posso contar contigo.”

“Estou seguro contigo.” 🤍

Por amor. Por mim. Por nós. ✨

25/09/2026

Amor não é sobre morrer pelo outro, é sobre estar presente para ele.

Porque é fácil dizer “faria tudo por ti”. É uma frase bonita, intensa, quase cinematográf**a.

Mas o amor também vive em coisas muito menos grandiosas.

Em pousar o telemóvel quando a pessoa que amamos está a falar. Em reparar que chegou a casa diferente. Em lembrar-nos daquela coisa pequena que nos contou há dias. Em perguntar “estás bem?” e estar verdadeiramente disponível para ouvir a resposta.

É perceber quando o outro precisa de proximidade, de silêncio, de uma mão, de um abraço ou simplesmente de alguém que fique.

Na Terapia Focada nas Emoções, falamos muito sobre a importância da presença e da disponibilidade emocional na construção de vínculos seguros.

Porque não basta amar alguém por dentro. O amor também precisa de se sentir por fora.

É na forma como olhamos, escutamos, respondemos e nos tornamos disponíveis para o outro que ele começa verdadeiramente a sentir: “estás aqui comigo.” 🤍

Por amor. Por mim. Por nós. ✨

Há dias em que chegamos a casa sem forças para continuar a fingir que está tudo bem.Dias em que o medo fala mais alto, e...
23/09/2026

Há dias em que chegamos a casa sem forças para continuar a fingir que está tudo bem.

Dias em que o medo fala mais alto, em que estamos mais frágeis, mais cansados ou simplesmente sem capacidade para carregar tudo sozinhos.

E é nesses momentos que percebemos a diferença que faz ter alguém ao nosso lado com quem podemos baixar a guarda.

Alguém que não precisamos de esconder as lágrimas, encontrar as palavras certas ou parecer fortes.

Alguém que não tenta imediatamente resolver aquilo que estamos a sentir. Que f**a. Que escuta. Que segura a nossa mão e nos transmite, de tantas formas diferentes: “Estou aqui contigo.”

É assim que a segurança emocional se constrói numa relação. Através destas pequenas experiências repetidas de presença, cuidado e disponibilidade.

Porque sentir que podemos desabar e que o outro continua ali transforma a relação num lugar onde podemos ser verdadeiramente nós. 🤍

Por amor. Por ti. Por nós. ✨

Há dias em que acordamos tranquilos e parece que conseguimos lidar com tudo e há outros em que uma pequena coisa basta p...
21/09/2026

Há dias em que acordamos tranquilos e parece que conseguimos lidar com tudo e há outros em que uma pequena coisa basta para nos deixar irritados, ansiosos, tristes ou completamente sobrecarregados.

As emoções são assim. Vêm como ondas.

E quando estamos no meio de uma tempestade emocional, é muito difícil conseguir pensar com clareza. Queremos resolver, decidir, responder ou tomar uma decisão naquele momento, porque sentimos que precisamos de fazer alguma coisa para que aquela sensação passe.

Mas nem sempre precisamos de agir. Às vezes, precisamos primeiro de esperar que a onda passe.

Isso não signif**a ignorar o que sentimos ou fingir que está tudo bem. Signif**a dar espaço à emoção para ser sentida sem deixar que ela decida por nós.

Na terapia, ajudamos-te precisamente a compreender melhor aquilo que estás a sentir, a reconhecer o que está por baixo dessas emoções e a encontrar formas mais seguras de lidar com elas.

Porque aquilo que sentes é importante, mas não tens de enfrentar todas as tempestades sozinha.

Às vezes, cuidar de nós é simplesmente respirar, esperar e confiar que a clareza também chega. 🤍

Por amor. Por ti. Por nós. ✨

Às vezes, um casal chega à terapia já cansado de tentar explicar-se.Ela diz que ele já não está presente. Que se sente s...
18/09/2026

Às vezes, um casal chega à terapia já cansado de tentar explicar-se.

Ela diz que ele já não está presente. Que se sente sozinha, que precisa de falar, de sentir que ainda é importante para ele.

Ele, por outro lado, sente que faz tudo o que consegue. Que quanto mais tenta, mais parece falhar. E quando a conversa começa, só pensa em afastar-se para conseguir respirar.

E assim, sem perceberem, entram no mesmo ciclo. Quanto mais ela procura, mais ele se afasta. Quanto mais ele se afasta, mais ela procura.

Por fora, parecem estar a discutir sobre comunicação, atenção, espaço ou até sobre s**o. Mas, muitas vezes, aquilo que está por detrás é muito mais simples e, ao mesmo tempo, muito mais profundo:

“Ainda sou importante para ti?”
“Ainda sou suficiente para ti?”

Na Terapia Focada nas Emoções, trabalhamos precisamente este lugar. Ajudamos o casal a sair do ciclo que os magoa e a conseguir mostrar ao outro aquilo que tantas vezes f**a escondido por detrás da zanga, do silêncio ou da distância.

Porque, por vezes, não estão a pedir coisas tão diferentes assim. Estão os dois a pedir segurança, ligação e a certeza de que ainda podem encontrar um no outro um lugar onde se sentem importantes e amados. 🤍

Por amor. Por ti. Por nós. ✨

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