Inês Ribeiro Psicóloga

Inês Ribeiro Psicóloga 💫 Desde 2011 a Transformar Pessoas na sua melhor Versão
🎠Cura da Criança Interior e Resgate da tua Verdade🧭
Somática e Transgeracionalidade🌳 Formação:

Explicações escolares

Consultas: Psicologia para adultos / Psicologia infantil Terapia de casal/ psicologia familiar Coaching Hipnoterapia, Astrologia Numerologia Baralho cigano

01/06/2026
31/05/2026

Dentro de cada pessoa existem diferentes partes que tentam responder às experiências da vida.
Há uma parte que protege. Uma parte que teme. Uma parte que luta. E uma parte que apenas deseja ser acolhida.

Na terapia, aprendemos a escutar essas partes sem julgamento, compreendendo a função que cada uma desempenha na nossa história.
Quando damos voz ao que sentimos, criamos espaço para mais consciência, integração e transformação.

✨ Qual parte de ti sente que precisa de ser mais escutada neste momento?
Partilha nos comentários se fizer sentido para ti. 💌



ENG

Within each person, there are different parts trying to respond to life's experiences.
There is a part that protects. A part that fears. A part that fights. And a part that simply longs to be embraced.

In therapy, we learn to listen to these parts without judgment, understanding the role each one plays in our story.
When we give a voice to our feelings, we create space for greater awareness, integration, and transformation.

✨ Which part of you feels it needs to be heard the most right now?
Share in the comments if it resonates with you. 💌

26/05/2026
22/05/2026

Muitas pessoas passam a vida inteira a corresponder a expectativas que nasceram apenas da forma como eram vistas. 👀

O corpo, a postura, a voz, a aparência… tudo influencia a forma como o cérebro dos outros nos interpreta — e isso pode moldar profundamente a nossa identidade emocional.
Na terapia, é muito comum encontrar adultos exaustos por terem carregado, desde crianças, papéis de força, maturidade ou responsabilidade que nunca escolheram.
E perceber isso pode ser o primeiro passo para deixar de viver em função do olhar dos outros.

Quero saber a tua experiência:

Que característica tua achas que mais influenciou a forma como os outros te tratam até hoje?
Leste-te neste vídeo? Conta-me nos comentários. 👇



ENG

Many people spend their entire lives trying to meet expectations that were created simply because of how they were perceived.

Body, posture, voice, appearance… all of these influence how other people’s brains interpret us — and that can deeply shape our emotional identity.
In therapy, it’s very common to meet adults who feel exhausted from carrying roles of strength, maturity, or responsibility since childhood — roles they never chose.
Realizing this can be the first step toward no longer living according to other people’s perceptions.

I’d love to hear your experience:

What personal characteristic do you think most influenced the way others see or treat you today?
Did this video resonate with you? Tell me in the comments. 👇

17/05/2026

Nem toda sogra difícil é apenas “difícil”.

Em algumas dinâmicas familiares, o problema não é só a invasão de limites, mas a dificuldade em perder centralidade emocional na vida do filho.
Quando o parceiro não se diferencia emocionalmente da família de origem, o casal deixa de funcionar como uma unidade autónoma.
O verdadeiro conflito não é apenas entre duas pessoas — é entre lugares afetivos que ainda não foram reorganizados.

Limites saudáveis constroem-se a dois. Caso contrário, alguém externo acaba por defini-los por vocês.



ENG

Not every difficult mother-in-law is just “difficult.”

In some family dynamics, the issue is not only boundary invasion, but the struggle to maintain emotional centrality in a son’s life.
When a partner is not emotionally differentiated from their family of origin, the couple stops functioning as an autonomous unit.
The real conflict is not just between two people — it’s between emotional roles that have not yet been reorganized.

Healthy boundaries are built together. Otherwise, someone outside the relationship will define them for you.

10/05/2026

Muitas das respostas emocionais que mantemos na vida adulta não são escolhas conscientes — são adaptações aprendidas pelo sistema nervoso para garantir proteção, previsibilidade ou sobrevivência emocional.

É por isso que compreender um padrão nem sempre é suficiente para o transformar.
A mudança terapêutica acontece quando existe segurança para experienciar algo diferente, emocional e corporalmente. 🌀



ENG

Many emotional responses we carry into adulthood are not conscious choices — they are adaptations the nervous system learned in order to create protection, predictability, or emotional survival.

That’s why understanding a pattern is not always enough to change it. Therapeutic change happens when there is enough internal safety to experience something different emotionally and physically.🌀

Porque é tão difícil começar a terapia?Não é falta de vontade — é o cérebro a tentar proteger-te. Do ponto de vista da p...
06/05/2026

Porque é tão difícil começar a terapia?

Não é falta de vontade — é o cérebro a tentar proteger-te.
Do ponto de vista da psicologia, iniciar terapia ativa mecanismos de defesa como a evitação experiencial (fugir de emoções desconfortáveis) e a dissonância cognitiva (o desconforto de confrontar crenças antigas).
Além disso, o sistema nervoso tende a preferir o familiar, mesmo que não seja saudável, porque isso transmite uma falsa sensação de segurança.

Existe também o peso do estigma, o medo de julgamento e a vulnerabilidade de “abrir a caixa” emocional. Tudo isso faz com que dar o primeiro passo pareça maior do que realmente é.

Mas aqui está o ponto-chave: a mudança não começa quando estás pronto — começa quando decides, apesar do desconforto. E esse passo, mesmo pequeno, já é um movimento em direção a ti mesmo 🧭

ENG

Why is it so hard to start therapy?
It’s not a lack of willpower — it’s your brain trying to protect you.
From a psychological perspective, starting therapy can activate defense mechanisms like experiential avoidance (avoiding uncomfortable emotions) and cognitive dissonance (the discomfort of confronting old beliefs). Your nervous system also prefers what’s familiar, even if it’s unhealthy, because it feels safer.

There’s also stigma, fear of judgment, and the vulnerability of opening up emotionally. All of this can make the first step feel overwhelming.

But here’s the key: change doesn’t start when you feel ready — it starts when you decide to move forward despite the discomfort. And that step, even a small one, already matters. 🧭

Nem todos celebram o mesmo hoje. Para alguns, o Dia da Mãe traz saudade, vazio ou até silêncio. Crescer sem colo — mesmo...
03/05/2026

Nem todos celebram o mesmo hoje. Para alguns, o Dia da Mãe traz saudade, vazio ou até silêncio. Crescer sem colo — mesmo com uma mãe presente — deixa marcas difíceis de explicar. Quando o amor vem com condições, ou gira sempre em torno dela, aprendemos cedo a sobreviver em vez de simplesmente ser. E isso também merece ser reconhecido. 🤍



Not everyone celebrates the same today. For some, Mother’s Day brings longing, emptiness, or even silence. Growing up without emotional warmth — even with a mother present — leaves marks that are hard to explain. When love comes with conditions or revolves only around her, we learn early to survive instead of simply being. And that deserves to be acknowledged too. 🤍

29/04/2026

A forma como te amas hoje não nasceu do nada.
Muitas vezes, ela foi moldada pela tua ferida materna — por ausências, por palavras que não vieram ou por um amor que não chegou como precisavas.
Reconhecer isso não é culpa, é consciência. E consciência muda padrões.

Na psicologia do desenvolvimento e nas teorias de vínculo, a ferida materna pode aparecer de forma discreta, mas constante: dificuldade em reconhecer o próprio valor sem validação externa, tendência a relações emocionalmente indisponíveis, autocrítica elevada, medo de rejeição, dificuldade em receber afeto e a sensação de nunca ser suficiente.

A tua história explica muitos dos teus padrões — mas não precisa continuar a defini-los. 🤍

ENG

The way you love yourself today didn’t come from nowhere.
It was often shaped by your maternal wound — by absence, unspoken words, or love that didn’t arrive as you needed.
Recognizing this is not blame, it’s awareness. And awareness changes patterns.

In developmental psychology and attachment theory, the maternal wound can show up subtly but consistently: difficulty recognizing self-worth without external validation, attraction to emotionally unavailable relationships, high self-criticism, fear of rejection, difficulty receiving affection, and a persistent sense of not being enough.

Your story explains many of your patterns — but it doesn’t have to define them anymore. 🤍



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