CACV - Consultório de Angiologia & Cirurgia Vascular

CACV - Consultório de Angiologia & Cirurgia Vascular ​Competência, Segurança e Inovação: A experiência dos nossos Cirurgiões Vasculares ao serviço do seu tratamento de varizes.

12/05/2026

Guia Informativo:
Cirurgia de Varizes e Recuperação Ativa
Este guia clínico visa esclarecer o percurso cirúrgico do doente com patologia venosa, garantindo a máxima segurança e eficácia nos resultados funcionais e estéticos.I.
Preparação Pré-Operatória (Segurança Adicional)
Para garantir um procedimento sem intercorrências, o doente deve:Jejum: Cumprir rigorosamente o período de jejum de 8 horas (líquidos e sólidos).
Medicação: Informar a equipa sobre o uso de antiagregantes ou anticoagulantes. A interrupção de suplementos naturais (Ginkgo Biloba, alho, etc.) é recomendada uma semana antes, devido ao risco de hemorragia.
Higiene: Realizar d***e corporal completo na manhã da cirurgia.
O Ato Cirúrgico e a Hemodinâmica
A cirurgia foca-se na interrupção do refluxo patológico e na exérese dos trajetos venosos incompetentes. Ao remover vasos com insuficiência valvular, eliminamos a estagnação sanguínea, melhorando o retorno venoso e reduzindo o risco de complicações fatais, como a embolia pulmonar.
Anestesia:
Personalizada (habitualmente loco-regional ou sedação), garantindo um procedimento indolor.Duração: Intervenção rápida, raramente excedendo os 60-90 minutos.III.
Protocolo de Recuperação e Cuidados
O sucesso da cirurgia depende do cumprimento das orientações pós-operatórias:
Mobilização: O repouso absoluto é contraindicado. A deambulação precoce é essencial para prevenir a trombose venosa profunda.
Compressão Elástica: O uso de meias medicinais (classe de compressão II) é obrigatório por um período mínimo de 20 dias para controlar o edema e otimizar a cicatrização.

06/05/2026

A ESCLEROTERAPIA DE VARIZES É APENAS UM TRATAMENTO COSMÉTICO?

A escleroterapia de varizes é um tratamento eficaz, seguro e minimamente invasivo, indicado para melhorar tanto os sintomas como o aspeto das pernas. Com uma longa experiência nesta área, a nossa equipa oferece uma abordagem cuidada e personalizada, orientada para obter resultados clínicos e estéticos de elevada
qualidade.

Escleroterapia de varizes:
A escleroterapia é um procedimento médico amplamente utilizado no tratamento de varizes, microvarizes e telangiectasias. Consiste na aplicação de uma substância esclerosante diretamente na veia afetada, promovendo o seu encerramento progressivo e a subsequente reabsorção pelo organismo. Por ser um método pouco invasivo, realizado em contexto ambulatório, associa-se a recuperação rápida e grande comodidade para o paciente.

Benefícios clínicos e estéticos:
Este tratamento proporciona uma melhoria significativa dos sintomas associados à insuficiência venosa, como sensação de peso, dor, cansaço e inchaço nas pernas. Ao mesmo tempo, contribui para uma clara melhoria estética, reduzindo a visibilidade de veias dilatadas e devolvendo às pernas um aspeto mais uniforme e harmonioso.
A par dessa evidência clínica a escleroterapia desempenha um papel fundamental como complemento de outras técnicas mais invasivas e no controlo regular de recorrência, essencial numa doença crónica e evolutiva.
A experiência clínica acumulada permite-nos selecionar a melhor abordagem para cada caso, assegurando maior precisão terapêutica e resultados mais consistentes. Esta combinação de conhecimento técnico, avaliação individualizada e rigor na execução é essencial para maximizar a eficácia do procedimento.

Uma opção segura e comprovada:
Quando bem indicada e realizada por profissionais experientes, a escleroterapia apresenta excelentes resultados, com elevada satisfação por parte dos pacientes. Trata-se de uma solução consolidada, que alia eficácia clínica, benefício estético e boa tolerabilidade, sendo hoje uma das opções de referência no tratamento de varizes de pequeno e médio calibre.

03/12/2025

Tratamento Inovador de Varizes:

O Fim da Cirurgia!

Descubra a Escleroterapia com Espuma - Segura, Eficaz e Sem Internamento.

Tratamento Inovador Minimamente Invasivo de Varizes: Uma Solução Segura e Eficaz

As varizes, veias dilatadas e tortuosas, são um problema comum que afeta muitas pessoas. Elas podem causar dor, inchaço e alterações na pele, impactando significativamente a qualidade de vida. Os tratamentos tradicionais frequentemente envolvem cirurgia, que exige anestesia, internamento hospitalar e um período de recuperação significativo. Contudo, a medicina moderna trouxe técnicas minimamente invasivas que oferecem uma solução mais segura, eficaz e conveniente.

Este texto expõe o problema subjacente das varizes e como os tratamentos minimamente invasivos, especificamente a escleroterapia com espuma, podem resolvê-lo de forma eficaz.

💔 O Problema das Varizes:
Insuficiência Venosa

O problema fundamental nas varizes é a insuficiência venosa. As veias possuem válvulas que impedem o refluxo sanguíneo. Quando estas válvulas falham, o sangue acumula-se, fazendo com que as veias se dilatem e se tornem varicosas. Esta condição pode levar a desconforto, descoloração da pele e, em casos graves, ao desenvolvimento de úlceras.

Comparação com os Tratamentos Tradicionais

Os métodos tradicionais incluem:

Cirurgia Tradicional: Envolve o corte e a remoção das veias afetadas (stripping).

Técnicas com Calor (Laser ou Radiofrequência): Utilizam um cateter para destruir a veia através de calor.

Ambas as técnicas geralmente requerem anestesia e internamento, podem ser dolorosas e exigir uma recuperação mais prolongada. São habitualmente mais dispendiosas e apresentam maior risco, embora os resultados a longo prazo sejam semelhantes aos obtidos por especialistas experientes nas mesmas circunstâncias.

✨ A Revolução da Escleroterapia com Espuma

As técnicas mais recentes de escleroterapia com espuma revolucionaram o tratamento de varizes, constituindo um tratamento extraordinário, inovador, minimamente invasivo, seguro e eficaz.

O Procedimento: Consiste na injeção de uma espuma na variz a tratar. Esta espuma desloca o sangue, levando a veia ao colapso e à fibrose, sendo posteriormente absorvida pelo organismo e desaparecendo.

Vantagens: O sangue regressa à circulação, aumentando a eficiência circulatória e proporcionando um alívio rápido dos sintomas, com resultados estéticos simultaneamente muito bons.

Conveniência: O procedimento é normalmente realizado no consultório médico, sem necessidade de anestesia ou internamento hospitalar. Os pacientes podem geralmente retornar ao trabalho e às suas atividades normais imediatamente após o tratamento.

Tecnologia e Precisão
O sucesso da escleroterapia com espuma depende crucialmente do uso de dispositivos de imagem e equipamentos especializados:

Guiamento de Imagem: O uso de ultrassom, Syrius, Veinlite e realidade aumentada é crucial. Estes dispositivos permitem aos médicos visualizar as veias e guiar a injeção da espuma com precisão, garantindo que o tratamento seja direcionado e eficaz, e praticamente indolor, minimizando o risco de complicações.

Ferramentas Avançadas: Agulhas ultrafinas (até 34G) e dispositivos como o Varixio (que ajuda a criar uma espuma consistente e de alta qualidade) aprimoram a eficácia do tratamento.

Abordagem Personalizada: Médicos utilizam técnicas avançadas de imagem para mapear as veias e personalizar o tratamento às necessidades específicas de cada paciente, aumentando a segurança e eficácia.

Indicações Expandidas
Devido à sua elevada segurança, o âmbito das suas indicações expande-se para além do paciente comum. Pode ser usada em doentes de alto risco cirúrgico, com outras comorbilidades, idosos e doentes que foram operados múltiplas vezes sem sucesso.

✅ Conclusão
O tratamento minimamente invasivo de varizes, particularmente a escleroterapia com espuma, oferece uma solução segura, eficaz e conveniente para quem sofre dessa condição comum. Sem necessidade de anestesia ou internamento hospitalar, e com rápido retorno às atividades normais, representa um avanço significativo em relação aos métodos cirúrgicos tradicionais.

Sendo substancialmente mais barato, oferece uma relação custo-benefício francamente atraente e acessível a um número maior de doentes.

Para mais esclarecimentos pode ligar 213866384/915240028

13/07/2022

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01/07/2021

O COVID E CO-EXISTÊNCIA DE DOENÇA VASCULAR

Um dos mais tristes eventos da nossa história recente, é sem dúvidas, a tão conhecida COVID-19. E como desde cedo percebemos, parece ter vindo por muito tempo.

Atualmente, os vários e específicos sinais e sintomas desta patologia, foram já comentados e dados a saber à sociedade, contudo, várias complicações – das que destacamos as Vasculares têm acontecido. São destes quadros que falaremos. 5
Afinal, sendo uma doença principalmente do sistema respiratório, o que ocorre para o surgimento de vários eventos Vasculares, na maioria com finais tão complicados e indesejáveis?
- Sabemos que esta doença, e estas novas estirpes (ou variações) do Corona Vírus, estão entre nós, mas cientistas, médicos e pesquisadores, por todo o mundo, não têm poupado esforços, no que diz respeito à sua investigação, a fim de conhecermos mais detalhada e pormenorizadamente todas as suas complicações - “sequelas”.
É, portanto, consensual, entre a classe médica, OMS e Investigadores a nível mundial, que a pré-existência de Doença Vascular, venosa e/ou arterial, estão entre os mais graves fatores de risco, e que como já dito, apesar de afetar inicial e principalmente a função respiratória, é igualmente um importante fator desencadeante de complicações Vasculares.
Segundo a OMS - 39% dos Médicos envolvidos nas mais recentes pesquisas, e no tratamento desta patologia, indicam que pelo menos 1 dos seus pacientes, tiveram ou foram acometidos por um quadro Vascular, envolvendo fenómenos Tromboembólicos.
A incidência destes fenómenos, tem vindo a variar de indivíduo para indivíduo, independente das múltiplas variações e mutações genéticas do vírus.
Alguns doentes desenvolveram estas complicações durante o processo ativo da doença, e outros foram acometidos após até 45 dias do diagnóstico inicial e já depois de terem recebido alta Hospitalar.

Entre os diversos doentes, percebeu-se que os que estiveram internados, com uma forma mais grave da doença, tiveram comprometimentos Vasculares Arteriais. Ao contrário, os pacientes que estiveram em casa, por terem tido formas menos agressivas da doença, foram os que predominante sofreram de eventos Vasculares a nível Venoso, como a Trombose Venosa.

Saliente-se, no entanto, que nem todas as pessoas que apresentaram quadros trombóticos tinham problemas circulatórios pré-existentes, e muitos estavam com idades jovens, entre os 30 e 60 anos. Não eram idosos.
A nível Hospitalar, existem recursos terapêuticos, e o recurso aos mesmos, foram uma importante decisão, para os casos de doentes com as formas mais graves de doença, bem como para os casos que constituíram receio da formação de trombos pulmonares e/ou coronários.
A trombose, segundo a OMS, é um dos problemas cardiovasculares que mais mata no mundo. Trata-se da formação de coágulos no interior das veias e artérias, que causam a obstrução total ou parcial dos vasos. Durante este advento pandémico, este facto foi muito visível e mereceu sempre uma particular atenção.

Recentemente, o Colégio Americano de Cardiologia, fez uma publicação, sobre as implicações da infeção pelo novo coronavírus em pessoas com pré-existência de doença vascular. Neles, a pré-existência de qualquer forma de doença vascular não torna o indivíduo mais suscetível a infetar-se com o vírus do que que outro individuo saudável – mas caso ocorra, estas complicações aumentam consideravelmente.
A afirmação de que só doentes idosos desenvolverão problemas Vasculares, também não corresponde à realidade, destaca-se sim a realidade que, alterações de coagulação em indivíduos de qualquer idade, no contexto desta doença (Covid-19) conduzirão com maior probabilidade a eventos catastróficos.
As principais complicações vasculares ficam a dever-se a lesões, na parede interna dos vasos, (a que designamos por endotélio) que se deveram a reações inflamatórias. Estas reações por sua vez podem apresentar outros riscos importantes como estados de hipercoagulação, lesão das paredes internas já referidas, lesões mecânicas pela acumulação e pressão física de plaquetas e outras células com funções iguais no interior dos vasos e não só, já ao contrário, nos vasos venosos observam-se por esses motivos situações de estase sanguínea, que é a diminuição da velocidade no interior da veia, levando a uma maior propensão da formação de coágulos.
Quem já possui previamente doença vascular, deve, portanto, receber maior atenção, por parte da classe médica.

01/07/2021

PORQUE NOS DEVEMOS VACINAR, APESAR DO RISCO DE TROMBOSE ESTAR JÁ CONFIRMADO?

Casos de trombose após administração das vacinas para a covid-19 de alguns Laboratórios - AstraZeneca e Johnson & Johnson (Janssen), têm causado receios entre muitas pessoas que aguardam pela sua toma da vacina. No entanto, pela baixa ocorrência de casos relatados, por enquanto, a associação não está totalmente clara, mas já existem estudos em andamento para investigar a reação.

Pelo que já se sabe da covid-19, entende-se que existe uma reação imune de forma inesperada da vacina, causando algumas perturbações nos processos de coagulação, mas o mecanismo exato ainda não é conhecido
Outa linha de pensamento aponta também que a reação possa estar diretamente relacionada com o “veículo” usado nestas vacinas, julgamos tratar-se de dois tipos diferentes de Adenovírus.
Analisando a relação risco/benefício, a respeito da vacina da Oxford/AstraZeneca, recentemente a EMA – Agência Europeia do Medicamento, havia registado 222 quadros de trombose entre 35 milhões de vacinados, cerca de um a cada 175 mil imunizados.
Sobre a Janssen, que é subsidiária da Johnson & Johnson, seis casos de trombose foram registados entre sete milhões de vacinados, ou seja, menos de um caso por milhão.

OS RISCOS COMPENSAM OS BENEFÍCIOS?

O benefício de ser vacinado é claramente alto, dispensando qualquer argumento, pois a vacina reduz significativamente a necessidade de hospitalização, a ocorrência de formas graves da doença e principalmente a morte com alta eficácia, entre 70% e 90%, variando da proveniência das vacinas.
A incidência de problemas vasculares é baixa o suficiente, para desmistificar o receio de não se ser vacinado, face ao risco de qualquer complicação, dizem os Cirurgiões Vasculares.
Entre os doentes hospitalizados, a taxa de trombose é de aproximadamente 17%, para 3.342 internados. É também importante que se perceba, que as tromboses não são as únicas complicações conhecidas, muitas outras conhecidas, fazem parte do conjunto de complicações, contra as quais, médicos por todo o mundo lidam diariamente no combate desta patologia.

O QUE DIZER SOBRE O USO REGULAR MEDICAÇÃO HORMONAL, A GRAVIDEZ E O TABAGISMO?

As tromboses não são exclusivas entre doentes do s**o feminino, que têm indicação médica para o uso de terapêutica de reposição hormonal (menopausa) ou também com a finalidade de controlo contracetivo.
No entanto, é sobre os doentes do s**o feminino, que acontece maioritariamente algum tipo de evento tromboembólico após a toma da vacina. Mesmo com esse risco estatisticamente estudado e assumido, a incidência de tromboses é maior sobre doentes que usam essa terapêutica do que os doentes vacinados sem qualquer terapêutica hormonal.
Segundo dados da EMA, uma em cada mil mulheres que usam terapia hormonal, desenvolvem a formação de coágulos sanguíneos. Os números podem variar de acordo com a população estudada. Por exemplo, no Brasil, as doentes nesta condição, têm um risco de 4 a 6 vezes maior de desenvolver tromboembolismos venosos do que as que não usam essa medicação.
Nos fumadores, o risco é maior, os registos recentes apontam para 763 casos por cada milhão de cidadãos.
O quadro também pode ocorrer no decurso da gravidez — uma a cada um milhão de gestantes desenvolve o problema.

TOMO OU NÃO A VACINA?

Não existem até ao presente momento, evidências que nos permitam com rigor, justificar que a existência de Doença Vascular pode ou não propiciar ou incrementar as eventuais complicações e efeitos secundários desta vacina.
Sabemos sim, que todas as complicações e efeitos secundários da vacina superam ou justificam a toma da vacina, pois a alternativa pode ser um quadro da doença grave (COVID), ou até mesmo complicações que conduzem a quadros com prognósticos delicados, imprevisíveis e as vezes muito maus.
Importa saber que, nos locais da realização das vacinas, em todos os postos em Portugal, está sempre presente uma equipa médica, que através de um questionário que terá que responder, permite à equipa perceber se se pode ou não fazer a vacina e em algumas circunstâncias considerar-se uma antecipação ou adiamento de uma determinada dose.
Em última análise, a Linha Saúde 24 (808 24 24 24) terá sempre um parecer mais qualificado e tratamento de qualquer informação que entenda transmitir a respeito da sua saúde.

O CACV, através do seu pessoal médico, não responderá nunca, sobre a decisão de realizar ou não a vacina, para o efeito contacte o número anteriormente referido.

Colaboração com a Revista Prevenir
20/08/2020

Colaboração com a Revista Prevenir

Endereço

Avenida 5 Outubro 52, 2º-Dto
Lisbon
1050-058

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 19:00
Terça-feira 10:00 - 19:00
Quarta-feira 10:00 - 19:00
Quinta-feira 10:00 - 19:00
Sexta-feira 10:00 - 19:00

Telefone

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