Cátia Castro Psicóloga

Ligar Como chegar Website

Cátia Castro Psicóloga Estacionamento de parque subterrâneo 24 h; transportes públicos autocarro 774 (+), metro Marquês Pombal ou Rato, Eléctrico 24E.

Psicóloga Clínica (CP OPP 22963) · Psicoterapia, Avaliação e Consulta · Saúde mental e uso problemático de tecnologias • Workshops, Cursos, Ensino 📩 [email protected]

Dia Mundial da Saúde Mental
10/10/2026

Dia Mundial da Saúde Mental

Hoje estive à conversa com estudantes da Faculdade de Medicina de Lisboa, no âmbito da 6.ª edição do projeto inFORMA-TE,...
04/10/2026

Hoje estive à conversa com estudantes da Faculdade de Medicina de Lisboa, no âmbito da 6.ª edição do projeto inFORMA-TE, numa sessão dedicada à dependência digital e aos comportamentos aditivos sem substância.

Falámos de gaming, uso problemático da internet, prevenção, risco e, sobretudo, da importância de distinguir envolvimento intenso de verdadeira perturbação clínica.

Muito obrigada ao DSPS e à AEFML pelo convite, e a todas e a todos os estudantes que se juntaram a esta conversa. Há temas a que regressamos muitas vezes e que, ainda assim, nunca se esgotam. Estes são alguns deles.

Medicina LiteraciaEmSaúde Prevenção inFORMATE AEFML

Crianças online: até onde deve ir a responsabilidade dos pais e onde começa a responsabilidade das plataformas?Hoje, a C...
17/09/2026

Crianças online: até onde deve ir a responsabilidade dos pais e onde começa a responsabilidade das plataformas?

Hoje, a Comissão Europeia apresentou o EU KIDS Act, uma proposta que pretende alterar significativamente a forma como crianças e adolescentes podem aceder às redes sociais e a outros serviços digitais na União Europeia.

A proposta estabelece uma progressão de acesso de acordo com a idade:

🔸antes dos 13 anos, sem acesso às redes sociais; 🔸entre os 13 e os 14 anos, apenas através de contas supervisionadas pelos pais;
🔸e, a partir dos 15 anos, possibilidade de criar uma conta própria.
🔸Para os mais novos, prevê-se ainda o acesso a conteúdos de vídeo adequados à idade através de contas geridas pelos responsáveis.

👉 Mas talvez uma das mudanças mais interessantes esteja noutro ponto: a proteção deixa de depender apenas da capacidade dos pais para controlar aquilo que os filhos fazem online.

🗒️ A proposta introduz o princípio de “safety by design”: são as próprias plataformas que terão de demonstrar que os seus serviços foram concebidos de forma segura e adequada a menores.

Isto inclui medidas dirigidas a mecanismos que todos reconhecemos no quotidiano digital:

🔸funcionalidades concebidas para prolongar continuamente a utilização, infinite scroll, sistemas de recompensa, notificações durante as horas de sono, contactos não solicitados por desconhecidos e sistemas de recomendação que podem conduzir progressivamente os jovens para conteúdos prejudiciais.

🔸Para menores, as contas deverão ainda ser privadas por defeito e algumas funcionalidades, como geolocalização, câmara e microfone, deverão estar desativadas.

👉 Também os companheiros de IA e chatbots entram nesta discussão: a proposta prevê que estejam desligados por defeito para menores e que não sejam concebidos de forma a simular relações interpessoais suscetíveis de promover dependência emocional.

Outro elemento relevante é a verificação da idade, que deverá procurar preservar a privacidade do utilizador, e a chamada inversão do ónus da prova: em vez de ser necessário demonstrar posteriormente que determinada característica de uma plataforma prejudicou os menores, as grandes plataformas terão de demonstrar previamente que os seus serviços são seguros.

Enquanto psicóloga e investigadora na área dos comportamentos digitais, há um aspeto que considero particularmente importante nesta discussão:

🔸proteger crianças no espaço digital não significa necessariamente afastá-las da tecnologia, significa discutir seriamente que tecnologia lhes estamos a oferecer, em que idade, com que características e com que responsabilidade por parte de quem a desenvolve.

O EU KIDS Act é, para já, uma proposta. Segue-se o processo legislativo no Parlamento Europeu e no Conselho, e será importante acompanhar o que permanecerá, o que será alterado e de que forma estas medidas poderão ser aplicadas na prática.

04/09/2026

🗣"Somos uma profissão cada vez mais presente na sociedade portuguesa. Uma profissão que cresceu, se diferenciou e conquistou reconhecimento. Mas somos, sobretudo, uma comunidade de profissionais unida por uma responsabilidade extraordinária: trabalhar com aquilo que existe de mais singular em cada pessoa: a sua história, as suas relações, as suas escolhas, o seu sofrimento, as suas possibilidades e a sua capacidade de mudança."

Mensagem da Bastonária Sofia Ramalho, no Dia Nacional do Psicólogo.
Para ler a mensagem, consulte o seu email.

No próximo dia 9 de dezembro de 2026, terei o gosto de participar na 30.ª Jornada de Adictologia de Genebra, nos Hôpitau...
01/09/2026

No próximo dia 9 de dezembro de 2026, terei o gosto de participar na 30.ª Jornada de Adictologia de Genebra, nos Hôpitaux universitaires de Genève.

Às 15h15, na sessão «Les 20 ans de ReConnecte : médias sociaux et technologie», apresentarei:

«Profils psychologiques de joueurs : étude longitudinale et pistes pour la clinique»

Fico muito feliz por poder participar neste encontro, ao lado de investigadores e clínicos tão distintos, e contribuir para a reflexão sobre os usos digitais e as adições comportamentais.

Um agradecimento muito especial à Prof. Sophia Achab pelo convite e pela confiança.

📍 HUG, Genebra
📅 9 de dezembro de 2026

No ICBA 2026, houve também espaço para uma dimensão da investigação e da prática clínica que considero essencial: dar ma...
28/08/2026

No ICBA 2026, houve também espaço para uma dimensão da investigação e da prática clínica que considero essencial: dar maior visibilidade às experiências das mulheres no campo das adições.

Em duas participações distintas, tive oportunidade de apresentar o nosso trabalho desenvolvido através do Women & Addiction Interest Group (WAIG) da International Society of Addiction Medicine (ISAM) e de integrar uma mesa-redonda dedicada a uma perspetiva internacional feminina sobre as adições comportamentais.

Foram momentos de reflexão e diálogo sobre desigualdades ainda existentes, acesso aos cuidados, representação, advocacy e a importância de incluir as vozes e experiências das mulheres na investigação, na prática clínica e nas decisões que moldam a saúde.

Porque compreender melhor também significa aprender a escutar melhor.

MentalHealth ClinicalPsychology WomenInScience

De Istambul, no ICBA 2026, ficam sobretudo as ideias, as perguntas e as boas conversas científicas.Tive a oportunidade d...
28/08/2026

De Istambul, no ICBA 2026, ficam sobretudo as ideias, as perguntas e as boas conversas científicas.

Tive a oportunidade de apresentar dois trabalhos sobre gaming e Gaming Disorder: um sobre a evolução de diferentes perfis psicológicos de jogadores ao longo do tempo e outro centrado na experiência vivida de quem joga. Numa das apresentações co-moderei a sessão “Gaming: Symptoms, Profiling, and Typologies”.

Grata pelas partilhas, pela aprendizagem e pelos encontros que fazem a ciência avançar.

Research

Daqui a poucos dias, Istambul será ponto de encontro para investigadores e profissionais de vários países no ICBA 2026 —...
20/08/2026

Daqui a poucos dias, Istambul será ponto de encontro para investigadores e profissionais de vários países no ICBA 2026 — International Conference on Behavioral Addictions, de 24 a 26 de agosto.

Serão dias para ouvir, discutir, aprender e cruzar perspetivas sobre temas que continuam a levantar perguntas importantes na investigação e na prática clínica.

Ao longo do congresso, irei participar através de quatro comunicações orais sobre:

🔸Gaming Disorder, perfis psicológicos de jogadores e experiência vivida do gaming, incluindo o nosso estudo longitudinal e o estudo qualitativo baseado em nas experiências vividas de jogadores. Terei também a oportunidade de co-presidir uma sessão dedicada a “Gaming: Symptoms, Profiling, and Typologies”.

🔸 Mulheres e a adição, com sessões sobre cuidados sensíveis ao género, prevenção, equidade em saúde e a necessidade de dar maior espaço às experiências das mulheres na investigação, nos serviços e nas políticas de saúde.

Em todos estes contributos salienta-se a importância da intervenção psicológica centrada na pessoa, no seu contexto, nas relações, na sua história individual e nas suas condições sociais.

🌱 Nas férias, experimente dar ao seu filho/a uma planta para cuidar.Não apenas para o afastar dos ecrãs. Mas porque há q...
18/08/2026

🌱 Nas férias, experimente dar ao seu filho/a uma planta para cuidar.
Não apenas para o afastar dos ecrãs. Mas porque há qualquer coisa psicologicamente interessante em plantar uma coisa pequena e esperar que ela cresça.

Num mundo de respostas imediatas, vídeos curtos, notificações e estímulos sucessivos, a jardinagem funciona noutro ritmo. 🕰️

É preciso pôr as mãos na terra. Regar. Observar. Esperar. Voltar no dia seguinte. Perceber que nem tudo acontece imediatamente e que nem tudo corre sempre como planeado.

🔹A investigação sobre jardinagem com crianças tem associado estas experiências a sentimentos de realização e competência, responsabilidade, autoestima, cooperação e maior ligação à natureza.
🔸Outros estudos reportam pequenos efeitos positivos na atenção e nas funções executivas de crianças e adolescentes após exposição à natureza.

🪴Isto não significa que uma tarde a plantar tomates “trate” a ansiedade, melhore automaticamente a atenção ou substitua outras intervenções quando estas são necessárias.

E também não precisamos de transformar os ecrãs no inimigo das férias.

👉Talvez uma abordagem mais útil seja perguntar:

“O que podemos acrescentar ao dia da criança para que o ecrã deixe de ser sempre a opção mais interessante disponível?”

🌿 Um vaso só dela.
🍓 Morangos, tomate-cereja ou ervas aromáticas que possa depois comer.
🌻 Escolher sementes e acompanhar o crescimento.
📏 Medir a planta todas as semanas.
✏️ Fazer um pequeno diário do jardim.
💧 Ficar responsável por regar.
🥗 Usar na cozinha aquilo que conseguiu cultivar.

Não é necessário ter um grande jardim. Uma varanda, um pequeno canteiro ou alguns vasos podem ser suficientes.

E talvez seja importante que os adultos resistam à tentação de fazer tudo pela criança. Se a planta crescer torta, se aparecerem folhas secas ou se uma semente simplesmente não nascer, também aí existe aprendizagem.

Cuidar, esperar, tolerar alguma frustração, experimentar novamente.

A FEI vai levar ao Campeonato do Mundo de Aachen 2026 uma medida que merece destaque: a monitorização e proteção de atle...
11/08/2026

A FEI vai levar ao Campeonato do Mundo de Aachen 2026 uma medida que merece destaque: a monitorização e proteção de atletas e oficiais contra o abuso online.

Depois de um projeto-piloto nas Finais da Taça do Mundo, em Fort Worth, a federação voltou a recorrer à tecnológica britânica Signify e ao seu sistema Threat Matrix, que combina inteligência artificial e análise humana para identificar, avaliar e investigar situações de assédio nas redes sociais, em tempo real.
Em Aachen, o trabalho será feito em articulação com a Federação Equestre Alemã e incluirá alertas imediatos, moderação de conteúdos e apoio às equipas de comunicação, segurança e salvaguarda.

Gostaria de salientar este reconhecimento importante, que o abuso digital deixou de ser tratado como “ruído” para passar a ser encarado como aquilo que é, um risco concreto para o bem-estar de quem compete e trabalha no desporto.
Comentários hostis prolongados, mensagens ameaçadoras e campanhas coordenadas têm um custo psicológico real, sobretudo em momentos de maior exposição, como grandes competições ou debates públicos sobre o bem-estar equino.

Há, porém, uma linha que importa preservar. Proteger pessoas do abuso não é o mesmo que silenciar a crítica. O escrutínio informado e o debate respeitoso, incluindo sobre o bem-estar do cavalo, são parte saudável do desporto e devem continuar a existir. A distinção entre criticar e agredir é subtil no discurso, mas decisiva na experiência subjectiva de quem a recebe.

Medidas como esta não resolvem tudo, mas assinalam uma mudança de cultura: cuidar de quem está sob os holofotes é também cuidar da integridade e continuidade do desporto equestre.

Fotos ©️FEI / Liz Gregg

Psicologia RedesSociais

Endereço

Amoreiras Square Rua Carlos Alberto Da Mota Pinto, Nº17
Lisbon
1070-313

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 19:30
Terça-feira 09:00 - 17:30
Quarta-feira 09:00 - 19:30
Quinta-feira 09:00 - 19:30
Sexta-feira 09:00 - 17:30

Telefone

+351933828512

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviamos-lhe um e-mail quando Cátia Castro Psicóloga publicar novidades e promoções. O seu endereço de e-mail não será utilizado para nenhum outro fim e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Partilhar