Dra. Fátima Santiago

Dra. Fátima Santiago Página da Dra. Fátima Santiago dedicada à Medicina com abordagem ao Método Kousmine

Verdade
31/07/2026

Verdade

Obesidade infantil em Portugal.Um tema já abordado mas que continua a espantar ou a representar o NOVO NORMAL. Quase qua...
30/07/2026

Obesidade infantil em Portugal.
Um tema já abordado mas que continua a espantar ou a representar o NOVO NORMAL.

Quase quatro em cada 10 crianças entre os cinco e os 14 anos têm excesso de peso ou obesidade em Portugal.

De acordo com o INE, há 81 mil crianças que consomem refrigerantes açucarados e 49 mil que consomem refeições rápidas ou alimentos ultraprocessados diariamente.

No que diz respeito aos refrigerantes e outras bebidas açucaradas, o INE adianta que se trata de "uma prática diária para 8,9% das crianças dos 6 aos 14 anos e muito frequente (4 e 6 vezes por semana) para 6,2%".

Fonte:
https://www.jn.pt/mundo/artigo/quase-quatro-em-cada-dez-criancas-tem-excesso-de-peso-e-447-consomem-fast-food/18110310

Auto cuidado
28/07/2026

Auto cuidado

Afinal, os óleos vegetais são ou não são de confiança?Para quem está atento aos rótulos, é comum ver óleo de girassol, s...
27/07/2026

Afinal, os óleos vegetais são ou não são de confiança?

Para quem está atento aos rótulos, é comum ver óleo de girassol, soja, canola ou milho em diversos alimentos, intitulados de vegan ou naturais: barrigas de cereais, bebidas vegetais, flocos, bolachas, molhos, refeições pré-feitas, etc.

A extração industrial de forma rápida utiliza um solvente chamado hexano e envolve o aquecimento da amostra a cerca de 70 oC, processo agressivo que altera a sua composição e pode gerar substâncias inflamatórias, como os aldeídos, que podem danificar as células e o DNA. A extração a frio é uma técnica que apresenta menor risco de reações químicas devido ao fato de utilizar temperatura ambiente.

Ora, o hexano deriva da refinação do petróleo bruto, sendo, portanto um subproduto da destilação do petróleo. O hexano é também usado em colas, adesivos e outros produtos industriais.
Há pesquisas sugerem que podem aumentar o risco de problemas cardiovasculares e relacionam o seu consumo frequente ao aumento da resistência à insulina, obesidade e disfunção mitocondrial.

Evitar: óleos refinados (canola, girassol, soja, milho) e produtos processados.

Escolher: azeite extra virgem, óleo de coco, manteiga, ghee e alimentos ricos em ômega-3 (como peixes).

Os óleos vegetais refinados podem ter efeitos negativos a longo prazo. Optar por alternativas mais naturais pode ser um grande passo para uma saúde melhor e maior longevidade.

Fontes:

Effects of Dietary Fat Quality on Metabolic Inflammation

Cooking oil/fat consumption and deaths from cardiometabolic diseases and other causes

https://www.upf.br/_uploads/Conteudo/simposio-sial-anais/2007/todos/33.pdf

https://www.upf.br/_uploads/Conteudo/simposio-sial-anais/2007/todos/33.pdf

https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33853582/

👉 texto sempre disponível no blogue em https://www.fatimasantiago.com/blogue/oleos-vegetais

ver também https://www.fatimasantiago.com/blogue/oleos

Snack para comer em casa, levar para a praia ou para o trabalhoBarritas energéticas vegan e sem açúcar adicionadoIngredi...
25/07/2026

Snack para comer em casa, levar para a praia ou para o trabalho

Barritas energéticas vegan e sem açúcar adicionado

Ingredientes:
400 gr flocos de aveia
1/2 chávena de Mel
1 colher de sobremesa de Óleo de Coco
1/2 chávena de Coco ralado + 1/2 colheres de sopa
1/2 chávena de frutos secos (amêndoas, nozes, avelãs)
1/2 chávena de sementes (sésamo, girassol ou de abóbora)
1 pitada de sal
10 tâmaras
2 colheres de sopa de manteiga de amendoim
2 colheres de sopa de cacau em pó
sumo de 1/2 laranja

Preparação:
1. Coloque os flocos numa taça grande.
2. Aqueça um pouco (muito pouco) o mel e o óleo de coco para ficarem em estado liquido. Misture com os flocos de aveia.
3. Misture os flocos de coco, as sementes e os frutos secos,
4. Coloque tudo num tabuleiro e leve ao forno a cerca de 120º até ficarem dourados
5. Vá mexendo bem com um garfo de 5 em 5 minutos para não deixar queimar
6. Retire do forno e deixe arrefecer e guarde num recipiente fechado

7. Entretanto, prepare uma pasta de cacau para juntar à granola, juntando e triturando 10 tâmaras sem caroço, 2 colheres de sopa de manteiga de amendoim, 2 colheres de sopa de cacau em pó, sumo de 1/2 laranja e 1/2 colher de coco ralado.
8. Basta juntar à granola de forma a criar uma massa homogénea.
9. Com as mãos, molde retângulos ou outra forma que prefira. Se tiver dificuldade em prender a granola à pasta de cacau, continue a amassar e adicione líquido, como sumo de laranja.

Estas barritas são muito saciantes e fáceis de levar para todo o lado.

Coma bem para viver melhor.

Receita sempre disponível aqui https://www.fatimasantiago.com/blogue/barritas

A relação dos homens com os animaisOs ensinamentos de Pitágoras sobre a forma como tratamos os animais tiveram um efeito...
19/07/2026

A relação dos homens com os animais

Os ensinamentos de Pitágoras sobre a forma como tratamos os animais tiveram um efeito profundo nos direitos dos animais e no vegetarianismo até aos dias de hoje.

Pitágoras, conhecido como "o pai dos números", foi um matemático e filósofo grego; de facto, foi o primeiro homem a autodenominar-se filósofo, ou amante da sabedoria. No entanto, é mais conhecido pelo Teorema de Pitágoras. Nasceu na Ilha de Samos, a ilha grega no leste do Egeu, de onde viajou para a Mesopotâmia e Egito, onde iniciou os seus estudos básicos e acabou por fundar a sua primeira escola.

Pitágoras acreditava na transmigração das almas; ele defendia que a alma era imortal e que, após a morte, migrava para outros corpos, incluindo corpos animais. Pensa-se que Pitágoras foi a primeira pessoa a acreditar que a alma, girando em torno do círculo da necessidade, é transformada e confinada em diferentes tempos nos corpos de diferentes criaturas até que a pessoa se torne verdadeiramente moral. Acreditava que os acontecimentos passados se repetiam num processo cíclico e que, portanto, nada é novo. Mais importante para os nossos propósitos, considerava que todos os seres vivos deveriam ser considerados afins. Por razões éticas, Pitágoras defendia um estilo de vida vegetariano; a sua crença na parentesco biológica de todas as criaturas e na transmigração das almas formou a base da sua condenação das dietas carnívoras.

Além disso, advertia contra o sacrifício animal e defendia a justiça para com os animais. Ele próprio vivia segundo estas regras, abstinha-se de comer carne de animal e adorava altares onde os animais não eram sacrificados; o único altar que era visto frequentar era o de Apolo, o dador da vida, em Delus, onde apenas bolinhos de trigo, cevada e queijo eram usados como oferendas.

Pitágoras não escreveu nada ele próprio e o que sabemos da sua filosofia e ensinamentos provém dos escritos dos seus discípulos, discípulos e comentadores subsequentes.

tradução livre dos excertos publicado em https://thinkdifferentlyaboutsheep.weebly.com/animal-rights-a-history-pythagoras.html

imagem: Pythagoras advocating vegetarianism (1618-20); Peter Paul Rubens

O medo, o apego e a morteO medo da morte está relacionado essencialmente com 4 factores:1. O processo até à morte é, qua...
14/07/2026

O medo, o apego e a morte

O medo da morte está relacionado essencialmente com 4 factores:

1. O processo até à morte é, quase sempre, doloroso (DOR)
2. A morte representa o desconhecido (MEDO, Ignorância)
3. Todo os que amamos e tudo o que amamos ficam no mundo (APEGO)
4. Temos um enorme apego à fisicalidade, à vida e ao mundo (EGO e Instinto de sobrevivência)

Como seres espirituais, vivemos uma experiência passageira que se vai repetindo.

De vez em quando trago este assunto à tona, não só porque me deparo com ele na minha profissão mas porque a urgência em desmistificá-lo e falar sobre ele é muita.
A morte física é natural, certa e inevitável porque diz respeito ao corpo, como toda e qualquer matéria no planeta. A morte do corpo físico faz parte do ciclo natural da vida de todos os seres vivos deste planeta no qual, de momento, habitamos, pois a Natureza é cíclica.

Muitos de nós têm medo da morte em si, da forma como se apresentará e da dor que poderá implicar. Outros temem, ou lamentam, o aparente fim da consciência individual, do EGO que nos definiu, da memória, dos pensamentos e das emoções. No fundo desejamos a permanência da capacidade de pensar, sentir e crescer, como individualidades separadas.

Não fomos programados dessa maneira, não há ciências ou religiões ou vãs filosofias que nos tranquilizem quando se aproxima o fim. Para as filosofias orientais o tema da reencarnação não representa um castigo, mas sim um ciclo natural de renascimentos (samsara). Este ciclo vai-se repetindo até à iluminação que representa um estado de supraconsciência. Segundo as teorias de Teilhard de Chardin sobre a reencarnação, cada pessoa escolhe o seu próprio caminho e sua próxima vida, indo do ponto Alfa ao ponto Ómega. A existência da reencarnação está provada, na literatura mundial encontram-se milhares de casos com evidências objectivas que a comprovam, tanto em crianças que relatam experiências de vidas passadas com detalhes impressionantes, quanto por meio da hipnose em outras pessoas.

A morte é tão somente o parto do espírito, ao abandonar o corpo, como o nascimento é o parto do corpo quando o espírito a ele se liga. Ambos através de cordões umbilicais de matéria mais ou menos densa. A nossa memória enquanto matéria, está enclausurada em neurotransmissores, na biologia do cérebro…e o cérebro tem a ver apenas com processos mentais, individualizados. Devido a este sofware há uma perda de memória mais ampla, de um Consciência Global, Universal e quem sabe, de outras vidas,necessária para o compromisso que aceitámos realizar aqui na terra.

A morte é transversal e uma consequência da fisicalidade do corpo, e é natural que assim seja. Mas é um momento que deve ser encarado com naturalidade e serenidade e que graças também à medicina, pode ser muito pacífico e praticamente indolor.

Sendo seres espirituais, a sabedoria da alma permanece, não morre e aceita as condições da encarnação provisória para continuar a aprender a lidar com os conflitos a ela inerentes...

O medo da morte muitas vezes vem acompanhado de um profundo desconhecimento do mundo metafísico e na inexistente educação espiritual, já que como vou dizendo a religião e a espiritualidade nada têm que ver.

Por mais ansiedade e medo que o assunto 'morte' possa causar, é necessário retirar as capas duras que o revestem, para vermos com claridade que terminada a nossa missão espiritual o espírito e o corpo terminam o seu acordo. E por algum motivo quando o corpo morre já não o associamos à pessoa, dizemos 'deixou o corpo', porque a força anímica espiritual subiu ao todo e o corpo regressa à terra para voltar a ser outro tipo de matéria.

Afinal o dia da nossa morte será apenas mais um dia da nossa vida.

Fontes:

Dr. Manuel Sans Segarra
https://www.facebook.com/reel/4174551919476482
https://www.facebook.com/watch/?mibextid=wwXIfr&v=827590972654066&rdid=e7zJI76vuoxW82M4

Karma enquanto aprendizagemNum mundo que muitas vezes vê o karma como punição cósmica, a autora Dolores Cannon (hipnoter...
09/07/2026

Karma enquanto aprendizagem

Num mundo que muitas vezes vê o karma como punição cósmica, a autora Dolores Cannon (hipnoterapeuta regressiva e pesquisadora psíquica americana) oferece uma perspectiva radicalmente diferente: a de que o karma não é uma sentença, mas um currículo cuidadosamente elaborado para a alma.

Baseando-se em milhares de sessões de hipnose com mais de 45.000 pessoas, Cannon revela que cada desafio, relacionamento e experiência não se trata de retribuição, mas de crescimento, equilíbrio e evolução — um plano de aprendizagem personalizado, concebido pela própria alma. Neste artigo, exploraremos como ela reformula o karma, apresentando-o como uma lição para a vida toda, em vez de uma tábua de salvação para o medo.

Karma enquanto aprendizagem, não julgamento.
Na visão tradicional, o karma pode soar como um sistema cósmico de "recompensa e punição". No entanto, na perspectiva de Dolores Cannon — e em muitas outras perspectivas metafísicas mais elevadas — o karma é simplesmente a lei de causa e efeito a serviço do crescimento da alma.

Toda a experiência, seja ela agradável ou dolorosa, é um feedback que nos mostra o que ainda precisamos aprender.
O universo não nos castiga — ensina-nos o equilíbrio, a compaixão, a responsabilidade e o amor.

Assim, o karma é como um currículo elaborado pelo seu próprio eu superior.

. Cada vida é um plano de aprendizagem
A alma decide evoluir na Terra e escolhe determinadas experiências: talvez aprender o perdão através da traição; ou a auto-estima através da perda; ou a compaixão ao vivenciar os dois lados do sofrimento.
Quando a lição é aprendida, o karma dissolve-se — assim, e a alma avança para a próxima etapa depois de passar na prova.
Repetição até à maestria
Se uma lição não for aprendida, os mesmos temas tendem a reaparecer — nesta vida ou noutra — até que a alma integre o entendimento.
O Objetivo: A Transição Através da Sabedoria
Eventualmente, à medida que passa as etapas cármicas por meio da consciência, do perdão e do amor, "transita" no ciclo cármico.

Isso é o que muitas tradições chamam de libertação, ascensão ou iluminação — a libertação da aprendizagem repetitiva de causa e efeito, porque agora vive a partir da unidade consciente.
Resumindo:
Dolores Cannon concluiu, por meio de sua pesquisa, que o carma não é um castigo cósmico, mas sim o plano de educação personalizado da alma.

Cada desafio é uma lição; cada interacção, uma aula; cada vida, mais um semestre na grande escola da consciência.

Além disso, resumi os ensinamentos de Dolores Cannon sobre o carma em comparação com as principais perspectivas religiosas, incluindo o carma do budismo, hinduísmo e jainismo (antiga religião indiana).

Tradução livre do artigo: https://medium.com//karma-according-to-author-dolores-cannon-over-45-000-souls-95662344ec55

O planeta não consegue sustentar bilhões de grandes consumidores de carne. Simplesmente não há espaço.Se todos nós tivés...
08/07/2026

O planeta não consegue sustentar bilhões de grandes consumidores de carne. Simplesmente não há espaço.
Se todos nós tivéssemos uma dieta predominantemente à base de plantas, precisaríamos de apenas metade da terra que usamos actualmente.
E dedicando-nos ao cultivo de plantas, poderíamos aumentar substancialmente a produtividade deste planeta.

tradução livre do comentário de David Attenborough à Radio Times, em 2020

fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1588708272612950&set=a.779592293524556&type=3&mibextid=wwXIfr&rdid=8P9p6ei74Obucp9h&share_url=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fshare%2F1AbCJo7rYG%2F%3Fmibextid%3DwwXIfr

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