20/05/2026
Encarar o burnout como um sinal de fragilidade individual é um mito que continua a persistir em muitos contextos organizacionais. Esta perspetiva tende a desviar a atenção dos fatores estruturais que estão, maioritariamente, na origem do problema.
Exigências desajustadas, ausência de reconhecimento, comunicação deficitária, isolamento social ou culturas de trabalho pouco equilibradas contribuem de forma decisiva para a criação de estados de exaustão prolongada.
Prevenir o burnout implica, por isso, uma abordagem mais exigente e informada, centrada na organização do trabalho e na forma como as equipas são acompanhadas. Investir no bem-estar das equipas é a melhor forma de promover o crescimento das organizações.