O PSICÓLOGO - Psicologia Clínica e Psicoterapia

Dr. Pedro Martins

Licenciado em Psicologia Clínica pela Faculdade de Psicologia - Universidade de Lisboa, exerço clínica privada desde 1998. Em 2004 conclui Mestrado em Psicologia Clínica na FP-UL sobre Doenças do Comportamento Alimentar

Psicólogo Clínico/ Psicoterapeuta

Especialista em Psicologia Clínica e da Saúde

Especialidade avançada em Psicoterapia

Membro efectivo da ordem dos Psicólogo

s

Membro associado da APPSI

Membro da IARPP – Int. Assoc.for Relational Psychoanalysis and Psychotherapy

Notas curriculares e profissionais:

– Licenciado em Psicologia – Clínica – pela Faculdade de Psicologia e de
Ciências da Educação da Universidade de Lisboa em 1998.

– Mestre em Psicologia – Clínica – pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da
Educação da Universidade de Lisboa.

– Hospital Santa Maria: Serviço de Psiquiatria; NDCA
– Centro Terapêutico Médico e Psicológico
– Clínica Santa Catarina Siena – Tratamento Doenças Comportamento Alimentar
– Clínica Privada

AUTOMUTILAÇÃO: O QUE É, E COMO AJUDARA automutilação num amigo, num parceiro, num filho ou em alguém com quem você traba...
28/08/2026

AUTOMUTILAÇÃO: O QUE É, E COMO AJUDAR

A automutilação num amigo, num parceiro, num filho ou em alguém com quem você trabalha pode gerar uma profunda ansiedade e suscitar uma série de sentimentos perturbadores – confusão, raiva, desamparo, preocupação e até pânico.

Esses sentimentos podem levar aqueles que estão a tentar apoiar a pessoa que se mutila a entrar num modo socorrista (eu tenho que fazer tudo o que eu puder para que ele pare) ou, em vez disso, uma espécie de menosprezo bem-intencionado (eles estão à procura de atenção, se eu ignorar, isso desaparece).

Porque é que ele se magoa? Porque é que não pode, simplesmente, falar comigo? Como posso pará-lo? Essas são as questões que circulam em torno do problema da automutilação. Então, naturalmente, no meio de toda esta preocupação e pânico – há a questão de como é ser a pessoa que se está a ferir?

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Bom dia.
28/08/2026

Bom dia.

Sessão de Terapia
27/08/2026

Sessão de Terapia

TRISTE E SEM SABER PORQUÊ? PODE ESTAR DEPRIMIDOA tristeza aparece quando se perde algo ou alguém a que se estava forteme...
27/08/2026

TRISTE E SEM SABER PORQUÊ? PODE ESTAR DEPRIMIDO

A tristeza aparece quando se perde algo ou alguém a que se estava fortemente ligado.

Quando esse algo que se perdeu era já tido como uma posse incerta ou duvidosa, só mantida por uma convicção ligada a certa omnipotência, a tristeza é sentida, mas negada a realidade da perda – ou, mais precisamente, negado o sentimento de perda.

E assim se instala a depressão. A depressão é, pois, a negação do sentimento de perda; está-se triste sem se saber porquê.

Quando se perdeu alguém de quem se estava dependente, mas cuja dependência era sentida como uma inferioridade pessoal, da mesma forma a tristeza é sentida, mas negado o sentimento de perda. E, pela mesma razão, se instala um quadro depressivo.

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ORGULHO OU VAIDADE? DESCUBRA AS DIFERENÇASO Homem é essencialmente um animal narcísico – que se admira e precisa ser adm...
26/08/2026

ORGULHO OU VAIDADE? DESCUBRA AS DIFERENÇAS

O Homem é essencialmente um animal narcísico – que se admira e precisa ser admirado. A sua qualidade é o orgulho; o seu defeito a vaidade.

O bom narcisismo assenta num sentimento de dignidade pessoal. A deficiência narcísica, o sentimento de vacuidade, de vazio e miséria interiores conduz à vaidade.

O orgulho tem brio, porque assume a plenitude do seu ser; senhor do seu amor-próprio e do seu valor social.

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Verdade! 🙃
25/08/2026

Verdade! 🙃

FELICIDADE Vs PRAZER. DESCUBRA AS DIFERENÇASA felicidade é a longo prazo, aditiva e generosa. É dar. Está ligado à serot...
25/08/2026

FELICIDADE Vs PRAZER. DESCUBRA AS DIFERENÇAS

A felicidade é a longo prazo, aditiva e generosa. É dar. Está ligado à serotonina.

O prazer é de curto prazo, aditivo e egoísta. É receber. Está ligado à dopamina.

Esta não é apenas uma questão semântica, é uma diferença fundamental que se pode ver nos nossos circuitos neuronais. Parece que o prazer e a felicidade se substituem um ao outro, que são maneiras diferentes de obter o mesmo. Mas não são. Pelo contrário, são coisas que se podem confundir quando se trata do curto prazo, mas, no longo prazo, não poderiam ser mais diferentes.

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