Susana Wilton Osteopatia

Susana Wilton Osteopatia Osteopatia Pediátrica e obstétrica. Bebés, crianças e grávidas. Founder & CEO Centro Pediatrico Susana Wilton. Consulta de Osteopatia Pediátrica e Obstétrica.

Grávidas, Bebés e Crianças. Licenciatura em Osteopatia pela Universidade Atlântica. Pós Graduação na London School of Osteopathy em Osteopatia Pediátrica e Obstétrica. Pós Graduação em Osteopatia Infantil pela ESSATLA

Osteopata certificada C-0032368
Enfermeira com experiência de 20 anos, incluindo Serviço de Neonatologia e Obstetrícia CP - 38965

Informações e marcações
www.susanawilton.com

Quando falamos em desenvolvimento infantil, é impossível olhar apenas para a criança.O bebé cresce em relação.Nos primei...
02/08/2026

Quando falamos em desenvolvimento infantil, é impossível olhar apenas para a criança.
O bebé cresce em relação.

Nos primeiros anos de vida, o seu sistema nervoso depende da presença de adultos que o ajudem a interpretar o mundo, a sentir-se seguro e a recuperar dos momentos de maior ativação.
Mas quem cuida de quem cuida?

É comum muitas mães e pais profundamente dedicados, também estarem exaustos, sobrecarregados e em permanente estado de alerta.
E isso tem uma explicação fisiológica.
Quando o cortisol permanece elevado durante longos períodos, torna-se mais difícil regular emoções, ter paciência, descansar e responder com a disponibilidade que gostaríamos.

Por isso, cuidar da saúde física e emocional dos pais não é um ato egoísta.
É um investimento na relação, na vinculação e no desenvolvimento saudável da criança.
O sistema nervoso dos nossos filhos aprende, todos os dias, através da qualidade da relação que constrói connosco. 🩵

31/07/2026

Quando falamos em desenvolvimento infantil, é impossível olhar apenas para a criança.
O bebé cresce em relação.

Nos primeiros anos de vida, o seu sistema nervoso depende da presença de adultos que o ajudem a interpretar o mundo, a sentir-se seguro e a recuperar dos momentos de maior ativação.
Mas quem cuida de quem cuida?

É comum muitas mães e pais profundamente dedicados, também estarem exaustos, sobrecarregados e em permanente estado de alerta.
E isso tem uma explicação fisiológica.
Quando o cortisol permanece elevado durante longos períodos, torna-se mais difícil regular emoções, ter paciência, descansar e responder com a disponibilidade que gostaríamos.

Por isso, cuidar da saúde física e emocional dos pais não é um ato egoísta.
É um investimento na relação, na vinculação e no desenvolvimento saudável da criança.
O sistema nervoso dos nossos filhos aprende, todos os dias, através da qualidade da relação que constrói connosco. 🩵

Hoje assinala-se o Dia Mundial da Conservação da Natureza. 🌿Esta frase, inspirada na obra Last Child in the Woods, de Ri...
28/07/2026

Hoje assinala-se o Dia Mundial da Conservação da Natureza. 🌿

Esta frase, inspirada na obra Last Child in the Woods, de Richard Louv, lembra-nos de uma realidade que vai muito além do ambiente.

Uma criança que cresce em contacto com a natureza desenvolve uma relação de pertença, curiosidade e respeito pelo mundo que a rodeia.
E essa relação deixa marcas.

Brincar na terra, subir às árvores, sentir diferentes texturas, ouvir os sons da natureza ou simplesmente observar um inseto não são apenas momentos bonitos da infância. São experiências que estimulam o desenvolvimento motor, sensorial, cognitivo e emocional.

O movimento livre e o contacto com ambientes naturais oferecem desafios que nenhum brinquedo consegue reproduzir da mesma forma.

Ao protegermos a natureza, estamos também a preservar um dos contextos mais ricos para o desenvolvimento saudável das futuras gerações.

As crianças só aprendem a cuidar daquilo que têm oportunidade de conhecer.

Que possamos continuar a criar infâncias com mais tempo ao ar livre, mais liberdade para explorar e mais ligação ao mundo natural. 💚

A infância não foi feita para correr.Foi feita para observar uma formiga durante cinco minutos. Para apanhar pedras "por...
27/07/2026

A infância não foi feita para correr.

Foi feita para observar uma formiga durante cinco minutos.
Para apanhar pedras "porque sim".
Para subir e descer o mesmo tronco dezenas de vezes.
Para fazer perguntas.
Para repetir movimentos até o corpo os integrar.

Enquanto adultos, é natural sentirmos a pressão dos horários, das listas de tarefas e da produtividade.
Mas, quando conseguimos desacelerar o nosso ritmo, damos também espaço para que a criança desenvolva o seu.

E isso tem impacto no desenvolvimento motor, na capacidade de atenção, na criatividade, na autonomia e até na forma como regula as emoções.
A infância não precisa de mais pressa.
Precisa de mais tempo para ser vivida.

Talvez este verão seja uma boa oportunidade para nos lembrarmos disso.

25/07/2026

🤍 Hoje é um dia especial no Centro Pediátrico Susana Wilton.

Hoje celebramos o aniversário da nossa Dra. Susana Wilton.

Mais do que uma osteopata pediátrica de excelência, é a pessoa que deu vida a este projeto, com uma visão muito clara: criar um espaço onde cada bebé, cada criança e cada família fossem acolhidos com respeito, conhecimento e humanidade.

É a sua dedicação, o seu rigor clínico e a forma genuína como cuida de quem a procura que inspiram diariamente toda a nossa equipa.

Obrigada por acreditares que a prevenção é um dos maiores atos de cuidado, por nunca deixares de aprender e por colocares sempre o bem-estar das crianças e das famílias no centro de tudo o que fazes.

Que este novo ano de vida traga a mesma paixão que te caracteriza, muitos motivos para sorrir e a oportunidade de continuares a transformar a vida de tantas famílias e a de quem se cruza contigo.

Feliz aniversário, Dra. Susana! 🤍

Com carinho,
A equipa do Centro Pediátrico Susana Wilton ✨

"Mas afinal... como é uma consulta de Osteopatia Pediátrica?"A resposta é simples: começa por ouvir.Antes de qualquer av...
23/07/2026

"Mas afinal... como é uma consulta de Osteopatia Pediátrica?"
A resposta é simples: começa por ouvir.

Antes de qualquer avaliação, é importante conhecer a história daquele bebé, compreender a gravidez, o parto, os primeiros dias de vida e perceber quais são as preocupações da família.
Depois, observamos o bebé como um todo.

Como se movimenta.
Como responde ao toque.
Como interage com o ambiente.
Como está a decorrer o seu desenvolvimento.

Cada consulta é adaptada ao ritmo da criança. Se precisar de colo, há colo. Se precisar de brincar, brincamos. O objetivo nunca é "fazer um tratamento", mas criar um espaço seguro onde seja possível avaliar e acompanhar o bebé de forma respeitadora.

Além da intervenção em diferentes condições clínicas, acredito profundamente no papel preventivo da Osteopatia Pediátrica.
Acompanhar um bebé desde cedo permite-nos apoiar o seu desenvolvimento, orientar as famílias e intervir quando o corpo nos mostra que precisa de ajuda.

No cuidamos com o coração e tratamos sem chorar. 🩵

Vivemos numa época em que existe uma enorme preocupação em manter as crianças constantemente ocupadas.Mas o cérebro infa...
20/07/2026

Vivemos numa época em que existe uma enorme preocupação em manter as crianças constantemente ocupadas.
Mas o cérebro infantil precisa também de tempo... sem direção.

É precisamente nesses momentos que a criança começa a criar, imaginar, resolver problemas e descobrir novas formas de brincar.
Na prática clínica, sabemos que o desenvolvimento motor, cognitivo e emocional acontece através da experiência. E muitas dessas experiências nascem quando a criança tem liberdade para explorar o ambiente ao seu ritmo.

A natureza é um dos melhores exemplos disso.
Não oferece brinquedos com um único objetivo.
Oferece desafios.
Um tronco desenvolve equilíbrio.
Uma pedra trabalha a coordenação.
Um declive obriga o corpo a adaptar-se.

São estas experiências que constroem competências que nenhuma atividade excessivamente estruturada consegue substituir.

Por isso, da próxima vez que ouvires:
"Estou aborrecido..."

Resiste à tentação de resolver imediatamente.
Talvez estejas perante o início de uma das brincadeiras mais importantes do dia.

17/07/2026

Há uma ideia que me acompanha desde o início da minha prática clínica:
Não deveríamos esperar que aparecesse um problema para começarmos a cuidar.

Durante muitos anos, habituámo-nos a associar a saúde ao tratamento. Só procuramos ajuda quando existe dor, dificuldade ou um diagnóstico.

Mas acompanhar um bebé é muito mais do que isso.
É observar como se adapta ao nascimento.
Como se movimenta.
Como dorme.
Como mama.
Como cresce.
Como o seu corpo responde às diferentes etapas do desenvolvimento.

É por isso que acredito tanto na Osteopatia Pediátrica enquanto abordagem preventiva.

Porque temos o privilégio de acompanhar o crescimento do bebé numa fase em que o corpo apresenta uma enorme capacidade de adaptação.

Muitas vezes, pequenas alterações identificadas precocemente podem evitar compensações futuras e contribuir para um desenvolvimento mais harmonioso.
É este o olhar que procuro trazer a cada consulta.

Um olhar que respeita o tempo da criança, que acompanha as famílias e que acredita que investir nos primeiros anos de vida é investir na saúde do futuro adulto.

Prevenir é, para mim, uma das mais bonitas formas de cuidar.

No verão, muitos pais dizem exatamente a mesma frase:"Ele adorou a praia... mas depois foi uma noite muito difícil."E fa...
16/07/2026

No verão, muitos pais dizem exatamente a mesma frase:
"Ele adorou a praia... mas depois foi uma noite muito difícil."

E faz sentido.
Um dia de praia não é apenas um passeio.
É calor.
É luz intensa.
É areia.
É vento.
É água.
É pessoas.
É novos cheiros.
É movimento constante.

Tudo isto representa um enorme volume de informação para um sistema nervoso que ainda está em desenvolvimento.
O segredo nem sempre está em evitar estes momentos. Está em saber como ajudar o bebé a recuperar depois deles.

Pequenas mudanças na forma como termina o dia podem fazer uma diferença significativa no sono, na capacidade de autorregulação e no conforto do bebé.

Guarda este post para as férias, experimenta e depois conta-me como correu! E, caso notes que o desconforto persiste, estou à vossa espera no para avaliar, ajudar e cuidar 🩵

14/07/2026

A preferência por um dos lados durante a amamentação não deve ser encarada como um comportamento "normal" sem antes percebermos a sua causa.

Embora alguns bebés possam demonstrar uma preferência transitória, quando esta é persistente pode estar relacionada com fatores como:
• restrições de mobilidade cervical;
• tensões resultantes da gravidez ou do parto;
• alterações na sucção;
• limitações na mobilidade da língua, incluindo alterações do freio lingual;
• desconforto em determinadas posições.

É precisamente por isso que uma avaliação completa é tão importante.

Na consulta de Osteopatia Pediátrica, observo não só o movimento do bebé, mas também a função. A avaliação da sucção, da mobilidade da língua, do freio lingual e da coordenação da alimentação permite compreender se existe algum fator que esteja a dificultar uma amamentação confortável e eficaz.

O objetivo não é "corrigir" um comportamento, mas identificar a origem da dificuldade para que o bebé consiga alimentar-se com maior conforto e eficiência, promovendo também uma experiência mais tranquila para toda a família.

Alimentar um bebé não deve ser uma experiência de dor, esforço ou constante preocupação.

Se o teu bebé rejeita um dos lados, faz pausas frequentes, cansa-se rapidamente durante a ma**da ou sentes que algo "não está bem", vale a pena agendar uma consulta de avaliação.

Partilha este vídeo com uma mãe que esteja a passar por esta situação. 🩵

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