16/10/2026
A dor não tem uma única melodia nem cabe numa única playlist.
Ricardo Fernandes, coordenador do Núcleo de Estudos de Medicina Paliativa da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) usa os 𝙚𝙨𝙩𝙞𝙡𝙤𝙨 𝙢𝙪𝙨𝙞𝙘𝙖𝙞𝙨 𝙘𝙤𝙢𝙤 𝙢𝙚𝙩𝙖́𝙛𝙤𝙧𝙖𝙨 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙚𝙭𝙥𝙡𝙞𝙘𝙖𝙧 𝙤𝙨 𝙙𝙞𝙛𝙚𝙧𝙚𝙣𝙩𝙚𝙨 𝙩𝙞𝙥𝙤𝙨 𝙙𝙚 𝙙𝙤𝙧.
A 𝙙𝙤𝙧 𝙖𝙜𝙪𝙙𝙖 pode entrar como um riff de rock ou uma batida súbita de bateria. A 𝙙𝙤𝙧 𝙘𝙧𝙤́𝙣𝙞𝙘𝙖 lembra um blues. A 𝙙𝙤𝙧 𝙨𝙤𝙢𝙖́𝙩𝙞𝙘𝙖 assemelha-se a uma melodia acústica mais nítida e localizada. A 𝙙𝙤𝙧 𝙫𝙞𝙨𝙘𝙚𝙧𝙖𝙡, pode soar a jazz. A 𝙙𝙤𝙧 𝙣𝙚𝙪𝙧𝙤𝙥𝙖́𝙩𝙞𝙘𝙖 lembra música eletrónica com interferências e distorções.
Leia aqui no artigo 👉 https://www.spmi.pt/dj-poe-a-musica-a-tocar-a-dor-tambem-tem-uma-banda-sonora/