03/09/2026
Hoje interrompi as minhas férias por um motivo muito especial.
Fui fazer uma sessão de Cura Reconectiva a uma jovem de 20 anos que parte amanhã para Marselha, onde irá frequentar o segundo ano da licenciatura em Direito.
Antes de partir, quis fazer a sua sessão. Não porque alguém lhe disse que devia fazê-la, mas porque já sentiu, pela sua própria experiência, os benefícios que este trabalho lhe traz. Sabe que a ajuda a sentir-se mais centrada, tranquila e interiormente preparada para enfrentar os desafios de um novo ano académico, longe de casa.
É muito gratificante perceber que a Cura Reconectiva é reconhecida também pelos mais jovens. Jovens conscientes, que compreendem que cuidar de si não passa apenas pelo corpo, mas também pelo equilíbrio emocional, mental e energético.
Ao longo dos anos, tenho acompanhado pessoas de diferentes idades e em momentos muito distintos das suas vidas. Cada experiência é única, mas há algo que muitas partilham: uma maior sensação de serenidade, clareza, equilíbrio e ligação consigo próprias.
Não faço promessas nem digo a ninguém o que deve sentir. Limito-me a acompanhar cada pessoa com respeito e presença, permitindo que viva a sua própria experiência.
E quando uma jovem, antes de iniciar mais uma etapa importante da sua vida, escolhe regressar porque reconhece o bem que uma sessão lhe faz, sinto que todo este caminho vale a pena.
Regressei depois às minhas férias com o coração cheio e a certeza de que, por vezes, interromper o descanso também pode ser uma forma bonita de cumprir a nossa missão. 🤍