Enf.ª Ana Vale - Especialista em Saúde Mental Perinatal

Enf.ª Ana Vale - Especialista em Saúde Mental Perinatal Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Enf.ª Ana Vale - Especialista em Saúde Mental Perinatal, Medicina e saúde, Loures.

Promovo a literacia em saúde mental perinatal e acompanho famílias no domicílio, por telefone, via online, na gravidez e durante o primeiro ano após o parto, desde 2015. A marca Mulher, Filha e Mãe sensibiliza para (e atua no âmbito da) saúde mental perinatal através de acompanhamento individual, em grupo e formação ministrada pela Enf.ª Ana Vale; parcerias e protocolos com entidades que visem des

envolver campanhas, projetos, trabalho no âmbito da saúde mental perinatal; consultoria a profissionais que trabalham com famílias no período perinatal.

04/08/2026

No é fácil as mães/pais sentirem que estão a gerir tudo, em todo lado, ao mesmo tempo 🤯

As refeições, as consultas, as rotinas, as emoções do bebé e da família, as necessidades de cada um e das duplas, o trabalho, a casa, mensagens por responder, compras por fazer, (quando existem) as necessidades dos filhos mais velhos, as opiniões alheias, e podíamos continuar...

E, no meio disto tudo, quem cuida de quem cuida do bebé?

A sobrecarga mental materna/paterna é muitas vezes invisível. Não se vê nas fotografias, nas redes sociais, não aparece nas listas de tarefas, mas ocupa espaço constante na mente de cada mãe/pai. É o peso que se sente por haver a necessidade de se estar sempre a antecipar, planear, lembrar, organizar e (pre)ocupar-se.

Até que... O copo transborda 🥛

Quando assim é pode surgir irritabilidade, exaustão, ansiedade, dificuldade em desfrutar da maternidade, culpa ou a sensação de que já não se consegue dar conta de tudo.

A verdade é que não é suposto que as mães/pais façam tudo sozinhos, havendo várias estratégias que podemos identificar e trabalhar para melhor gerir este período e diminuir esta sensação de sobrecarga.

Enquanto especialista em ajudo as mulheres e as famílias 👇

🍀 Identificar sinais de sobrecarga
🍀 Desenvolver estratégias práticas de autocuidado realistas
🍀 Gerir a ansiedade, culpa, exaustão
🍀 Reorganizar expectativas e encontrar maior equilíbrio na maternidade e em família
🍀 Construir uma rede de apoio eficaz
🍀 Rastrear a depressão perinatal
🍀 Artículo com profissionais de saúde mental com formação avançada em saúde mental perinatal que podem ajudar nesta área também

Entre outras intervenções que podem consultar no nosso site (link na bio).

Este trabalho pode ser desenvolvido em , em teleconsulta (ou ambos) 😉 na 💚

Se achares que posso ser a ajuda que precisas neste momento, fala comigo. Vamos evitar que o copo transborde, mas se acontecer, também há solução!

📞 (+351) 92 682 82 02

21/07/2026

Há uma ideia muito presente sobre a maternidade: a de que, quando um bebé nasce, a mãe deve sentir tudo de forma intensa. Um amor avassalador, uma felicidade constante, uma ligação imediata e absoluta.

Mas a realidade de muitas mulheres é diferente.

Há mães e pais que amam profundamente os seus bebés e, ainda assim, não vivem essa intensidade que tantas vezes lhes dizem que "deveriam" sentir. Que não conseguem aproveitar cada momento, no máximo esplendor (como esperado?). E parece-me que o consumo intenso das redes sociais pode acentuar esta ideia.

🌷 Há quem precise de tempo para conhecer o seu bebé, para se reconhecer no papel de mãe/pai, para deixar que o vínculo cresça ao seu ritmo.

E isso não faz desse amor, um amor menor.

O amor não se mede pela intensidade das emoções. Mede-se, muitas vezes, na presença, no cuidado, na escolha diária de continuar a cuidar com afeto, mesmo quando tudo parece novo, desafiante ou confuso.

Se és mãe e sentes que a tua experiência não corresponde àquilo que vês nas redes sociais ou ouves à tua volta, lembra-te: não existe uma única forma certa de amar um bebé.

Cada vínculo tem o seu tempo. E todos merecem respeito 🤍

Conta-me: alguma vez sentiste que havia uma expectativa sobre como "deverias" viver a maternidade?

Fala comigo, se precisares de ajuda 🍀





Acompanhar famílias no domicílio, como fazemos na   faz-nos viver muito para lá da prestação de cuidados de enfermagem.T...
19/07/2026

Acompanhar famílias no domicílio, como fazemos na faz-nos viver muito para lá da prestação de cuidados de enfermagem.

Ter a família como centro dos nossos cuidados implica identificar e reconhecer as suas vulnerabilidades, crenças, aspetos culturais específicos, valorizando-os na relação terapêutica.

Estas fotos são representativas dessa nossa vivência. Cada uma com uma história muito interessante que marca o nosso percurso.

1 - um bolo típico holandês, que se oferece à família/visitas após o nascimento do bebé e no regresso a casa. É alusivo à comemoração do nascimento, do bebé e recusar não é opção... 😅

2 - a Rita foi fazer uma consulta de de apoio ao de um casal nepalês que vivia numa situação financeira complicada. Ajudou-os também a registar a bebé e a traduzir uma série de documentos para o efeito, facilitando a transição para esta fase... Como "forma extra" de pagamento insistiram em oferecer-lhe esta delícia, que acabaram por comer todos juntos no chão da sala.

3 - uma situação parecida à anterior vivida p/mim com uma família portuguesa, q me ofereceu uma série de vegetais p/uma boa sopa "para continuar a ter força para ajudar famílias como fez connosco" 😉

4 - um bolo que a minha filha fez para mim qd cheguei a casa depois de um dia de trabalho denso e com notícias complicadas de gerir..

5 à 9 - Imagens com notícias e perguntas que as famílias partilham connosco p/esclarecimento e p/partilhar conquistas também 🤗

10/11 - Exemplo de locais onde conversamos com as famílias, gerimos notícias, partilhamos informação e ajudamos com outros elementos da família, p/ex; o que acham q estes locais nos oferecem?

12/13 - Espaços onde as famílias nos permitem chegar p/promover a - qd conquistados, são um presente valioso no âmbito da relação terapêutica 😉

14 - A alegria que nos dão qd nos permitem fazer o que adoramos - este acompanhamento domiciliário no período perinatal 🍀

15 à 19 - O entusiasmo, orgulho, o sentimento de q estamos no caminho certo, qd nos recomendam e elogiam 😍

20 - Uma ideia partilhada por uma família para usar no meu aniversário. A mensagem que me calhou 💚

13/07/2026

Até quando vai o ?

Por aqui falamos muito do pós-parto relacionado com o primeiro ano após o parto, atendendo à definição que a identifica nos vários artigos e documentos afetos à

Porém, no que toca à vivência do pós-parto, as experiências são tão subjetivas, que torna a resposta à primeira questão algo complexa..

A própria já identifica e defende em alguns dos seus últimos materiais que este pós-parto deve ir até aos dois anos após o nascimento do bebé. E não é a única entidade de referência a fazê-lo. E agora, em que ficamos?

Certamente que os próximos anos nos vão trazer muitas novidades nesta área!

Para já, uma coisa é certa para muitas mulheres e famílias: o pós-parto revela-se uma montanha-russa de emoções, onde seguem, muitas vezes, com uma sensação de desorientação e com a percepção frequente de falta de apoio, mesmo quando estão rodeadas/os de algumas pessoas significativas. O que não é equivalente a estarem a fazer um "mau trabalho" enquanto mães/pais 😜

Esta primeira série de reels que irei partilhar nas próximas semanas, visa promover a em perinatal, com linguagem simples e acessível a todos/as. Foram baseados num pedaço do trabalho desenvolvido pela (que adoro!) e adaptados a temas relacionados com a saúde mental perinatal. Temas estes que têm emergido com frequência na consulta de em saúde mental perinatal que desenvolvo na Caring4moms.

Este primeiro vídeo fala sobre um aspeto que muitos pais e mães evidenciam sobre a parentalidade, por vezes, com alguma culpa/vergonha subjacente.

Será que é o teu caso?

Se sim, acredita, é um lugar comum para muitos e não precisas de sentir vergonha por isso.

🍀Fala comigo se achares que posso ajudar.
☎️ (+351) 92 682 82 02
🔗 www.caring4moms.pt

E não hesites em partilhar a tua opinião nos comentários ou enviar-me mensagem ☺️

Considero-me uma pessoa simples. Gosto do mar. Não gosto de acordar cedo. Gosto de rir à gargalhada. Não gosto de peixe ...
28/06/2026

Considero-me uma pessoa simples.

Gosto do mar.
Não gosto de acordar cedo.
Gosto de rir à gargalhada.
Não gosto de peixe cozido.
Gosto de dançar, ler, meditar.

Os meus filhos dizem que sou divertida, amorosa, trabalhadora, dinâmica, demasiado preocupada, muito determinada..🥹 Concordo!

Sou mulher e mãe 💚 com grande orgulho desde 2011, e muito dedicada ao que faço, mas ainda tenho tanto para aprender...

Já trabalhei em várias áreas e locais, e cada um deles tem contribuído para a minha identidade profissional que está especialmente r/c:

✳️ Saúde mental
✳️ Saúde materna e obstetrícia
✳️ Geriatria
✳️ Apoio domiciliário
✳️ Formação e docência
✳️ Intervenção comunitária
✳️ Empreendedorismo social

As fotografias que partilhei refletem um pouco do que tenho feito e alguns momentos muito significativos da minha vida pessoal e profissional. Porém, foi difícil escolher!

🔝 Qual é que diriam que é a foto que melhor me caracteriza (para quem já me conhece) ? 😅

Apesar da minha identidade profissional ter vários lugares, cores e sabores... Quem me conhece sabe que há um lugar onde tenho permanecido com grande paixão a estudar, refletir, trabalhar, agir.. a 🫶 neste âmbito desenvolvi:

🍀Projeto (2015) e centro (2017) Mulher, Filha e Mãe
🍀 Associação Umbilical (2018)
🍀 Linha de apoio telefónica 'Mãe, nós ajudamos!' (2020)
🍀 Aquabonding (2022)
🍀 Caring4moms (2023)
🍀 Pós-graduação em saúde mental perinatal (2026)

Tbm já escrevi um livro dirigido a mulheres e famílias no período perinatal - A outra face da maternidade - e ultimamente tenho-me dedicado mais à área da investigação científica.

Uma das coisas que mais me tem movido (não sendo a única) é trabalhar em prol da união da enfermagem de (da qual sou especialista) e da enfermagem de saúde materna.

Será que irei conseguir? 🤷
Sei que se tal acontecer, mulheres, homens, famílias e bebés irão receber aquilo que tanto precisam no início de vida - tranquilidade na transição, cuidados seguros e eficazes.

Gosto de acreditar que sim 🙃
Estou a trabalhar para isso e ainda há tanto para fazer acontecer..

Conto convosco? 😉

30/05/2026

Quando assim é, mesmo que possas pensar "é só um blues pós -parto", lembra-te:

👉 Cerca de 20% das mulheres com , desenvolve depressão perinatal;

👉 Estes pensamentos/preocupações/ansiedade mais intensa começaram no terceiro trimestre de gravidez -> cerca de 40% das depressões perinatais diagnosticadas no pós -parto, começam no terceiro trimestre de gravidez;

👉 Perceber que estes pensamentos tiveram início no terceiro trimestre de gravidez, deve fazer-te avaliar em paralelo e de forma mais detalhada o padrão de sono desta mulher. Será importante colocar como foco central do teu plano de cuidados (também) a monitorização do padrão de sono desta mulher e envolver o companheiro/família neste âmbito;

👉 Se a mulher evita chorar (como percebi que estava a acontecer neste caso) deves transmitir-lhe segurança neste aspeto referindo: chorar faz-lhe bem a ela, logo também fará bem ao seu bebé; a ansiedade 'não se pega', mas ainda assim, se ela tiver medo de chorar perto dos seus filhos, partilha como é que ela pode abordar o assunto junto dos mesmos (passamos muito tempo a falar sobre isto);

👉 Mesmo que seja um 4dia de , e que esta mulher esteja a passar por um blues pós-parto, estes pensamentos intrusivos não estão relacionados com o blues (e iniciaram no terceiro trimestre de gravidez). OU SEJA... Esta mulher não pode sair do teu "radar". Estes sintomas devem ser monitorizados numa próxima visita/consulta. Se permanecem ou pioram, deves encaminhar para a psiquiatria perinatal.

👉 Na dúvida, e sendo enfermeiro, podes sempre encaminhar para um enfermeiro especialista em saúde mental perinatal (ou sugerir visita conjunta), para uma triagem/acompanhamento mais adequado às necessidades da mulher e família nesta fase.

Gostava de partilhar mais aspetos deste caso, que teve vários contornos em pouco tempo, mas parece-me que, para já, estes podem ser úteis.

Na vossa prática, já tiveram casos semelhantes?
Partilhem comigo ou na caixa de comentários 👇

🩵

Hoje, numa das consultas de   em   tive uma surpresa 🫣Parece que 'a pessoa' que recomendou a minha consulta a esta famíl...
18/05/2026

Hoje, numa das consultas de em tive uma surpresa 🫣

Parece que 'a pessoa' que recomendou a minha consulta a esta família, ofereceu-lhes o meu livro nesta fase (tão específica...) do acompanhamento.

A 'pessoa' está a estudar para ser enfermeira especialista em saúde mental.

Ter uma colega de profissão, e de especialidade, a recomendar o meu trabalho é sempre um grande elogio para mim. Raramente o partilho. Mas hoje, foi especial. Por esta família, pela forma como isto me foi apresentado e pela 'pessoa'. Alguém que não conheço, mas a quem já tenho algumas coisas a agradecer 💚

A outra face da maternidade é tão comum, como a mais conhecida.
É uma face, aparentemente, obscura. Concretamente, real.
Se não falarmos sobre ela, se não trabalharmos para que essa face se torne mais visível, mais aceite, mais previsível, mais acolhida... Será sempre, e apenas, a outra face da maternidade.

Neste livro, escrito para mulheres e famílias que passam por alterações emocionais na e no pretendo dar a conhecer um pedaço desta face, assim como, recursos de apoio e promover a literacia em saúde mental perinatal.

Tenho livros comigo, caso pretendam adquirir, mas também o podem fazer online na Wook ou na

... Passo aqui para partilhar que tenho o privilégio de trabalhar na Caring4moms.pt com as melhores 💚Um serviço que evid...
12/05/2026

... Passo aqui para partilhar que tenho o privilégio de trabalhar na Caring4moms.pt com as melhores 💚

Um serviço que evidencia os benefícios da prática de avançada, articulada entre todas, e entre todas e outros profissionais.

Onde o serviço de enfermagem é central na resposta às necessidades das famílias, com base num modelo claro - centrado nas forças das mulheres e famílias.

Estamos todas a aprender e a crescer a um ritmo tranquilo que nos permite oferecer a qualidade que nos preenche enquanto pessoas e profissionais de saúde.

Temos tanto para partilhar, para desenvolver, para otimizar e oferecer! E é tão bom poder crescer assim, enquanto enfermeira. A desenvolver um serviço em que acredito, que oferece resultados sensíveis aos cuidados de enfermagem, rodeada de enfermeiros que acrescentam valor e que me motivam a fazer mais e melhor todos os dias.

Enfermeiros empoderados salvam vidas segundo a - assim sublinho e acrescento que enfermeiros empoderados fazem toda a diferença na qualidade de vida das pessoas que tocam.




Gratidão à Rita e à Ana, por acreditarem, dia após dia, comigo também. Mesmo que nem sempre seja tudo um mar de rosas, naturalmente 💚


Gostei especialmente de responder a esta entrevista da .pt por três motivos: ✳️ Gostei do enquadramento do tema da   rel...
07/05/2026

Gostei especialmente de responder a esta entrevista da .pt por três motivos:

✳️ Gostei do enquadramento do tema da relacionado com a minha prática no âmbito da ao longo dos últimos anos

✳️Achei muito interessante o foco na enfermagem enquanto disciplina e a função da formação em enfermagem na promoção da saúde mental perinatal

✳️ Permitiu-me alargar o foco, e refletir para lá da minha prática. Colocou-me a pensar em diferentes cenários e em como as políticas de saúde pública, a economia e o direito influenciam esta área, na minha perspetiva, e em como esta área também os influencia.

Se quiserem saber mais, ganhem 5 minutos do vosso dia e leiam a entrevista 😊

Ah! E partilhem o vosso feedback comigo. Gosto sempre de vos ler/ouvir. Especialmente quando são construtivos na vossa abordagem 😉

Acedam à entrevista no link da bio ou através do site da .pt no menu 'entrevistas' 🎯


❤️

É com grande entusiasmo que vos convidamos a assistir à nossa   onde a .reis.psiq vai responder, como sabe fazer tão bem...
17/03/2026

É com grande entusiasmo que vos convidamos a assistir à nossa onde a .reis.psiq vai responder, como sabe fazer tão bem, de forma clara e objetiva, a esta pergunta - Será que e combinam? 🤔

Uma pergunta relacionada com um tema que surge com frequência no âmbito da e onde ainda se mantêm tantos mitos, dúvidas e questões.

Será uma dúvida tua também?

👇 É já na próxima semana!

🗓️ 27 Março (6feira)
🕐 13h00

E é com o mesmo entusiasmo que partilho convosco que a teremos também a partilhar algum do seu vasto conhecimento na área de perinatal na nossa pós-graduação em saúde mental perinatal, que inicia em Maio 😍 na


ℹ️ +Info: Link na bio

Contamos contigo? 😉

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