Psicólogo- Rui Ribeiro

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Psicólogo- Rui Ribeiro Psicologia Clínica
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Membro Efetivo da OPP - C.P 19817

21/10/2026

A Superação do Luto.

30/09/2026
Pare, escute e olhe. Às vezes, a vida não nos pede para correr mais depressa, mas para parar um instante, prestar atençã...
30/09/2026

Pare, escute e olhe.

Às vezes, a vida não nos pede para correr mais depressa, mas para parar um instante, prestar atenção e ver o que realmente importa.
Pare: desacelere e não viva sempre com pressa.
Escute: ouça os outros, mas também a sua própria consciência.
Olhe: observe o mundo à sua volta antes de agir.

Um excelente aviso para atravessar a vida! 🌿

❤️

ENTRAM NUM LAR, MAS NÃO DEIXAM DE SENTIR. 🌱Parece que, ao entrarem num lar, os idosos deixam de ter desejo, de se apaixo...
27/09/2026

ENTRAM NUM LAR, MAS NÃO DEIXAM DE SENTIR. 🌱

Parece que, ao entrarem num lar, os idosos deixam de ter desejo, de se apaixonar, de querer um beijo ou de sentir o corpo e o coração despertar.
Como se a velhice apagasse a sexualidade. Como se a institucionalização lhes retirasse o direito de amar.
Mas os idosos não são assexuados. São pessoas. Pessoas que sentem, desejam e precisam de afeto.
E sim, alguns medicamentos utilizados na doença de Parkinson podem aumentar o desejo sexual e provocar ereções. Porque o corpo envelhece, mas nem sempre o desejo adormece.
É também importante recordar que a sexualidade não começa nem termina no coito. Está nos beijos, nas carícias, nos abraços, na cumplicidade, na proximidade e na vontade de partilhar intimidade com alguém.
Por isso, mais do que olhar para a realidade atual, importa perguntar: o que podem as instituições fazer para respeitar e promover a sexualidade e o prolongamento do afeto entre duas pessoas?
É necessário criar condições para que os residentes possam viver os seus sentimentos com dignidade. Isso passa, também, por garantir privacidade, disponibilizar quartos com camas de casal para quem deseja partilhar a sua intimidade e proporcionar espaços onde o amor não tenha de se esconder.
Mas não basta criar espaços. É preciso preparar quem cuida.
Os profissionais das instituições devem receber formação adequada para compreender a sexualidade na velhice, agir sem preconceitos e abordar estas questões com naturalidade, empatia e respeito. Um diálogo aberto fortalece a confiança e permite apoiar cada pessoa nas suas necessidades, sempre com respeito pelo consentimento e pela vontade de ambos.
Um lar deve cuidar da vida, não apagar aquilo que a torna humana.
Os idosos têm direito à intimidade, ao carinho, à paixão e à liberdade de viver os seus sentimentos. Não deixam de ser homens e mulheres ao entrar numa instituição. Não deixam de precisar de um abraço por terem cabelos brancos.
A velhice merece cuidado, mas também merece desejo, intimidade e amor.
Não há idade para amar.
Não há prazo de validade para o afeto.
E não deve haver portas fechadas à sexualidade de quem envelhece.❤️

13/09/2026

25/08/2026

Nem tudo o que fomos define aquilo que somos hoje.

As pessoas mudam, aprendem, amadurecem e têm capacidade de escolher caminhos diferentes. Por isso, não devemos ficar presos a versões antigas de nós mesmos — nem reduzir alguém aos seus momentos menos felizes.

O passado explica-nos, mas não precisa de nos condenar.

Permitir a mudança é também permitir crescimento, aprendizagem e novas oportunidades.🌱

18/08/2026

"Podes viver com dignidade, mas não podes morrer com ela". Dr. House

A morte é certa. Isso não é motivo para desistir, mas sim para perguntar: como queres viver até lá?
Morrer não exige coragem. Viver, com dor, com incertezas, com escolhas difíceis — isso sim exige dignidade.
A dignidade não está em evitar o sofrimento. Está em não deixar que o medo da morte roube a tua vida antes do tempo.

Se hoje fosse o teu último dia, estarias em paz com a forma como tens vivido?

Falar de prazer também é falar de saúde.O prazer é um direito sexual, não um tabu.Durante demasiado tempo, o conheciment...
31/07/2026

Falar de prazer também é falar de saúde.

O prazer é um direito sexual, não um tabu.
Durante demasiado tempo, o conhecimento sobre a sexualidade — sobretudo a feminina — foi negligenciado. Só em 2026 foi publicado o primeiro mapa tridimensional dos nervos do clitóris, décadas depois do equivalente para o pénis.
Conhecer o corpo, falar de prazer sem culpa e desconstruir mitos também faz parte da promoção da saúde mental e sexual.

Feliz Dia Internacional do Orgasmo. 💦

Curiosidade: o clitóris é um dos poucos órgãos que continua a crescer ao longo da vida e mantém a sua capacidade de proporcionar prazer mesmo com o envelhecimento.

24/07/2026

Ou estamos a assistir a um aumento preocupante do autodiagnóstico, ou precisamos de refletir sobre o rigor de alguns diagnósticos. Em qualquer dos casos, banalizar o autismo prejudica quem realmente vive com esta condição.

22/07/2026

Há dores que nem as palavras conseguem explicar. É daqueles momentos em que o silêncio diz mais do que qualquer palavra.

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