Grupo Pais do Autismo

Grupo Pais do Autismo Ser único. Pensar de forma diferente; brincar sozinho; fazer rir pela ingenuidade..

Que as mães, pais e amigos se unam para troca de experiências sobre a educação e o acompanhamento de um filho com uma perturbação do espectro do autismo. Como pais de uma criança com necessidades especiais, sabemos que todos os dias nos deparamos com dúvidas e incertezas àcerca das nossas opções e da nossa conduta - "Será esta a melhor opção?" "Devo reagir?" "Como contornar a situação?" "Como abo

rdar a diferença do meu filho?" "E a escola?" etc etc etc.. Espero, que com a ajuda dos pais e amigos, façamos deste espaço um local de troca de experiências, de aprendizagens e acima de tudo um ponto de encontro para os grandes GUERREIROS do autismo, nós os pais.

26/08/2026

Sim, eu apago comentários. Sim, eu bano pessoas da minha página.

A minha página é a minha casa. Na minha casa, está quem eu quero que esteja, quem eu permito que esteja. Na minha casa está quem vem por bem. Há quem julgue que tudo lhes pertence, que tudo é passível de ser conspurcado, minado. Chamam-lhe liberdade.

Não é.

A liberdade não é nada disso, a liberdade não é ofender, tentar humilhar, ser violento, partir para a agressão verbal, para o insulto soez. Não pode ser. Comentários de ódio vão de vela. Pessoas odiosas vão de vela. Expulsá-las é um ritual.

Eliminar, banir: eis o meu mantra.

Eliminar comentário, banir utilizador. Uma liturgia moderna, uma forma de oração. Ainda agora apaguei um, eliminei-o logo. Insultou. Chamou merdas a alguém. Não foi a mim. Não interessa. Foi a uma pessoa. Mesmo quem eu porventura possa criticar não merece que eu deixe algo na minha página a insultá-lo. Quem o fizer não f**a por aqui, nem tem tempo para pousar. Vai logo ao pontapé daqui para fora. É um pontapé em nome da ternura, em nome do último reduto de carinho que pode haver por aqui. Não permito que usem a minha casa para desferir golpes seja em quem for.

Democracia não é insultar quem queremos, quando queremos, só porque não defende o que nós defendemos.

Democracia é também expulsar das nossas páginas, das nossas vidas, quem só (nos) faz mal. A democracia não é, nunca foi, a festa exuberante da opinião descontrolada; foi sempre um equilíbrio frágil entre portas abertas e portas fechadas. Aqui, fecho-as. Sem dramatismos, sem remorsos. Podem não gostar de algo que anda por aqui, que por aqui é dito, escrito; não podem é querer magoar, querer ferir, atirar pedras, calhaus gigantescos, em nome disso. Era o que faltava.

Infelizmente, é o que não falta.

Eliminar, banir: se todos fizéssemos isso nas nossas páginas, nas nossas existências, nos nossos dias, acho que seríamos todos mais felizes, ou pelo menos mais saudáveis, mais pessoas, menos brutos.

Experimentem, vá. Exerçam o direito de dizer: aqui não. Daqui, desapareces.

Adeus.

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BENJAMIM
e os dias cheios de nada

Disponível em todos os hipermercados e livrarias

26/08/2026
  “They didn't judge me for a second” 👏🏻Adam James, who has autism and ADHD, set off alone to Boomtown, his first ever f...
25/08/2026

“They didn't judge me for a second” 👏🏻

Adam James, who has autism and ADHD, set off alone to Boomtown, his first ever festival - something his dad was worried about.

But a group of Bristolians took Adam under their wing, resulting in the “the best weekend of his life.”
https://www.instagram.com/p/DcbnAd6Ct81/

25/08/2026

¿TIENE QUE DESAPARECER EL AUTISMO NIVEL 1?

Estos días se está hablando mucho sobre si el llamado autismo nivel 1 debería seguir formando parte del espectro. He leído opiniones muy diferentes y creo que merece la pena que hablemos de ello.

Dentro de lo que hoy llamamos espectro del autismo conviven personas con perfiles y necesidades de apoyo enormemente diferentes. Eso es una realidad.

Pero de ahí a concluir que el “nivel 1” debería dejar de formar parte del espectro hay un salto muy grande.

Además, los niveles 1, 2 y 3 no son tres tipos diferentes de autismo. Son una forma que utiliza el DSM para intentar describir las necesidades de apoyo.

🌱🌱 Y una persona no cabe limpiamente dentro de un número 🌱🌱

Puede necesitar poco apoyo en un ámbito y muchísimo en otro. Puede estudiar o trabajar y, al mismo tiempo, necesitar ayuda para organizar su vida cotidiana, afrontar determinados entornos o pedir ayuda. Las necesidades también pueden cambiar según el contexto, las demandas o el momento de la vida.

La enorme heterogeneidad del autismo existe. Negarla no ayuda. Pero tampoco podemos confundir autonomía aparente con ausencia de necesidades de apoyo.

Quizá dentro de veinte años descubramos que bajo la palabra autismo hemos agrupado realidades del neurodesarrollo que necesitan diferenciarse de otra manera. Quizá encontremos subgrupos que hoy todavía no sabemos identif**ar. O quizá mantengamos el espectro con herramientas mucho más precisas.

Las clasif**aciones diagnósticas cambian cuando aumenta el conocimiento. Si algún día existe evidencia científ**a sólida para modif**ar la actual, habrá que hacerlo.

❤️❤️❤️Mientras tanto, podemos dejar de esperar que un número nos explique a una persona.

Evaluar individualmente. Conocer fortalezas y dificultades. Saber qué apoyos necesita y también cuánto esfuerzo le supone aquello que aparentemente puede hacer.

Sin convertir este debate en una competición sobre quién es “más” o “menos” autista.

¿Qué pensáis?

➡️➡️➡️ ¿Cabemos realmente en un nivel?

Anabel Cornago

25/08/2026

Adam, jovem inglês com autismo, tinha um “plano de emergência” para abandonar o festival de Boomtown Fair, mas resolveu f**ar depois de um grupo de desconhecidos o convidar para acampar com eles

25/08/2026

🔴 ALTO MINHO: VEM AÍ UM CONGRESSO SOBRE AUTISMO

Paredes de Coura recebe nos próximos dias 11 e 12 de setembro o Congresso de Neurodiversidade, o qual se pretende constituir como um espaço de partilha, reflexão e aprendizagem em torno da Perturbação do Espetro do Autismo (PEA).

Promovida pela Equipa PIPSE – Município de Paredes de Coura, em colaboração com o CENFIPE e o Agrupamento de Escolas de Paredes de Coura, este I Congresso de Neurodiversidade vai procurar promover a disseminação de conhecimentos, experiências e boas práticas que contribuam para uma comunidade mais informada, inclusiva e preparada para compreender e apoiar as pessoas com PEA.

"Ao longo dos dois dias, serão abordadas diferentes temáticas relacionadas com o autismo, através da participação de profissionais de diferentes áreas, proporcionando uma perspetiva multidisciplinar e promovendo a partilha de conhecimentos, experiências e estratégias de intervenção", refere o Município.

"Mais do que um momento de transmissão de conhecimentos, este congresso pretende ser um espaço de encontro, diálogo e construção conjunta, reforçando a importância da articulação entre profissionais, famílias, instituições e comunidade na promoção da inclusão e da participação plena das pessoas com PEA".

Este I Congresso de Neurodiversidade destina-se a professores, educadores, assistentes operacionais, pais e familiares, técnicos especializados e comunidade em geral, procurando envolver todos aqueles que, direta ou indiretamente, fazem parte do percurso das pessoas com Perturbação do Espetro do Autismo.

A realização deste congresso representa, assim, "um compromisso conjunto com a sensibilização, a capacitação e a construção de uma comunidade cada vez mais inclusiva, onde o conhecimento e a colaboração assumem um papel fundamental".

Oradores confirmados
Tiago Cunha – Presidente do Município de Paredes de Coura;
Maria José – Vereadora do Município de Paredes de Coura;
Prof.ª Ana Paula – Diretora da Escola do Agrupamento;
Isabel Cunha – Terapeuta da Fala da Equipa PIPSE;
Magda Florêncio – Terapeuta da Fala com pós-graduação na área da Comunicação Aumentativa e Alternativa;
Sofia Correia – Terapeuta da Fala com doutoramento na área do Desenvolvimento e Perturbações da Linguagem;
Rosalina Veiga – Docente especializada em Educação Especial e formadora de docentes do ensino básico;
Dra. Lara Isidoro – Pediatra de desenvolvimento e com pós-graduação em intervenção multidisciplinar na Perturbação do Espetro do Autismo;
Dr. Pedro Caldeira – Diretor de Pedopsiquiatria do Hospital Dona Estefânia, do Departamento de Psiquiatria da Infância e da Adolescência do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central;
Samanta Milhazes – Psicóloga com vasta experiência de intervenção com crianças com Perturbação do Espetro do Autismo no Reino Unido, Fundação AMA e atualmente na APPDA e em escolas;
Joana Contreiras – Mestranda em Nutrição Pediátrica na Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação;
Cristina Nunes – Psicóloga clínica e educacional, com prática especializada na área da neurodivergência;
Sophia Bernardo – Mãe de crianças com diagnóstico de Perturbação do Espetro do Autismo, envolvida na criação de uma plataforma de apoio à comunicação de crianças.

Este I Congresso de Neurodiversidade tem acreditações e inscrições obrigatórias. O programa e as inscrições poderão ser vistos e efetuadas na página do Município.

[crédito fotografia: arquivo/DR]

Recomendações de leitura da Comunidade de Whatsapp sobre Autismo
24/08/2026

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