05/09/2026
Eu sou .terapias urante muito tempo, também pensei que a razão e a espiritualidade viviam em mundos completamente diferentes.
De um lado estava a Matemática, a análise, os números, os padrões e a procura de respostas através da lógica.
Do outro, fui encontrando a espiritualidade, a consciência, as terapias e uma forma diferente de olhar para o ser humano.
O curioso é que, quanto mais avançava neste caminho, mais percebia que talvez não precisasse de escolher.
A Matemática ensinou-me a observar padrões e estruturas.
As terapias ensinaram-me a olhar para esses padrões de uma forma diferente: através da história, das experiências e daquilo que cada pessoa carrega dentro de si.
Hoje percebo que não precisei abandonar uma parte de mim para abraçar a outra.
Precisei apenas de permitir que ambas coexistissem.
E talvez essa seja uma das maiores aprendizagens do meu percurso: não temos necessariamente de escolher entre aquilo que somos e aquilo que sentimos que devemos ser.
Podemos construir o nosso próprio caminho.
E tu? Já sentiste que existiam duas partes de ti que pareciam impossíveis de conciliar?
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