Tânia Gomes Martins - Psicóloga

Tânia Gomes Martins - Psicóloga Ajudo-te a construir a tua melhor versão ✨🦋
+200 pessoas ressignif**aram as suas vidas 🫂

03/09/2026

Há fins de relações que não doem apenas pela pessoa que perdemos. 🥺

Doem pela rotina que desaparece. Pelos planos que já não vão acontecer. Pela versão de nós que existia naquela relação.
E, às vezes, pela esperança de que ainda pudesse ter sido diferente.

Por isso, se ainda sentes falta, se ainda tens dias difíceis ou se ainda te perguntas “e se…?”, isso não signif**a que não estejas a seguir em frente.

Signif**a que estás a fazer luto de algo que foi importante para ti. 🤍

Superar não é esquecer. Não é deixar de sentir.
É, aos poucos, conseguir lembrar sem voltar a perder-te dentro daquilo que acabou.

E talvez uma das partes mais importantes desse processo seja voltar a perguntar:

“Quem sou eu agora, sem esta relação?”

Se estás a passar por um fim, guarda este vídeo para aqueles dias em que precisares de te lembrar que não tens de estar bem todos os dias. 🧡

E diz-me nos comentários: o que foi mais difícil para ti depois de uma relação terminar?

31/08/2026

Em consulta, trabalhar a lente de quem somos nas nossas relações é indispensável 🫂

Às vezes, não percebes que te estás a perder numa relação.

Só percebes quando já não sabes responder a perguntas simples:

“O que é que tu queres?”
“O que é que tu gostas?”
“O que farias se não tivesses de pensar no outro?”

Uma relação saudável não precisa que deixes de ser tu para funcionar.

Podes amar alguém, construir uma vida a dois e, ainda assim, continuar a ter os teus interesses, os teus amigos, os teus limites, os teus sonhos e a tua própria identidade.

Porque estar numa relação não deveria signif**ar desaparecer dentro dela. ❤️‍🩹

26/08/2026

Às vezes, nas consultas, quando falamos de relações, há uma coisa que me chama muito a atenção: duas pessoas podem estar a viver exatamente a mesma situação… mas reagirem de formas completamente diferentes.

Uma pessoa sente que o outro se afasta e f**a desesperada, precisa de respostas, de garantias, de sentir que está tudo bem.

Outra, perante a mesma situação, fecha-se. Afasta-se. Diz que não precisa de ninguém.

E outra consegue sentir desconforto, mas conversar sobre aquilo e continuar ligada.

E não é simplesmente porque uma “gosta mais” ou porque a outra “é mais fria”.

Muitas vezes, há aqui padrões de vinculação que fomos construindo ao longo da nossa história e que influenciam muito a forma como nos relacionamos.

E é precisamente sobre isso que vos falo neste vídeo.

Mas lembra-te, o teu estilo de vinculação não é uma sentença. É um padrão que podes compreender, questionar e transformar. 🫂

24/08/2026

Às vezes, olhamos para uma relação e perguntamos apenas:

“Será que esta pessoa é certa para mim?”

Mas talvez existam outras perguntas igualmente importantes:

Quem sou eu nesta relação?
Como me sinto quando estou com esta pessoa?
O que esta relação desperta em mim?
O que tenho aprendido sobre mim através dela?

Porque uma relação não influencia apenas aquilo que vivemos com o outro.

Também pode revelar muito sobre nós. 🧡

E nos próximos dias vamos falar muito sobre isto por aqui.

19/08/2026

Na terapia trabalhamos essencialmente consciência, dos padrões que são nossos e do que aprendemos de forma automática pelo ambiente que nos rodeia. Mas também percebemos o melhor para nós e a mudança que podemos fazer. Se vai agradar a todos? Talvez não 🤭🫂

17/08/2026

Nem tudo o que a tua mente prevê merece ser tratado como uma certeza.

Quando estás ansiosa, é fácil imaginar o pior, antecipar problemas e começar a viver emocionalmente algo que ainda nem aconteceu.

O pensamento catastrófico tenta proteger-te, preparando-te para todos os “e se…”. Mas, muitas vezes, acaba por fazer-te sofrer por situações que podem nunca acontecer.

Da próxima vez que a tua mente for diretamente para o pior cenário, experimenta parar.

Respira.
Olha para os factos.
E lembra-te: uma possibilidade não é uma previsão. Um pensamento não é uma certeza absoluta.

Nem sempre conseguimos controlar o primeiro pensamento. Mas podemos aprender a não deixar que ele conte a história toda. 🤍

14/08/2026

Um padrão que identifico frequentemente em consulta é a necessidade de pedir desculpa por tudo. 🥺

Pessoas que se desculpam por falar, por incomodar, por precisar, por dizer não… até por estarem expressarem as suas emoções.

E às vezes pergunto-me: quando é que aprendemos que existir não precisa de um pedido de desculpa?

Se também pedes desculpa por tudo, mesmo pelas coisas mais pequenas, tenho que te dizer que isso talvez não seja só educação. Pode ser um padrão que aprendeste para evitar críticas ou conflito, e que com o tempo, se tornou automático.

Mas f**a a saber que pequenas mudanças na linguagem, podem trazer grandes mudanças na forma como ocupas o teu espaço. Como te permites! 🫂

Diz-me nos comentários: qual é o teu “desculpa” mais automático? 👇🏻

10/08/2026

Sem brincadeiras: tenho o privilégio do meu dia a dia ser estar perto de pessoas nos momentos em que tudo parece mais pesado. De receber, com todo o cuidado, histórias que talvez nunca tenham sido contadas a mais ninguém. E de as acompanhar, com ternura, enquanto reaprendem a confiar em si próprias e a caminhar com os seus próprios recursos.

E no fundo, o que mais desejo, com todo o coração, é que cada pessoa que passa por mim encontre força para voltar a voar sozinha e que um dia já não precise de mim para isso. 🫂🧡

07/08/2026

Passamos a vida a acreditar que ser duros connosco nos vai fazer ir mais longe.

Mas a verdade é que ninguém cresce a ser atacado todos os dias.

O teu crítico interno pode parecer uma forma de te proteger, mas muitas vezes é apenas uma voz antiga que ainda não aprendeste a questionar.

E se, a partir de hoje, começasses a falar contigo com a mesma compreensão que ofereces a quem mais amas? 🧡

Deixo-te 4 estratégias que te podem ajudar com esta voz! 🫂

Conta-me: qual é a frase que o teu crítico interno mais repete? 👇🏻

05/08/2026

É frequente receber nas minhas consultas partilhas como “à noite fico sempre pior” “ até coisas pequenas me custa decidir”. E isto traz também a sensação de incapacidade e autocrítica. 🥺

Mas na verdade, os problemas não cresceram, o que acontece é que estas pessoas chegam ao fim do dia com menos capacidade para lidar com o peso que já carregavam.

E portanto , até a decisão que parecia simples ganha mil cenários na tua cabeça. E a ansiedade começa a falar mais alto.

Isto não é sinal que “estás pior” nem signif**a que a tua vida piorou nas últimas horas.

Ao longo do dia, o teu cérebro vai gastando energia a tomar decisões, resolver problemas, adaptar-se a imprevistos e gerir emoções. Quando esses recursos diminuem, torna-se muito mais difícil relativizar, regular as emoções e encontrar clareza. E, para quem já vive com ansiedade, isto tende a ser ainda mais intenso.

Por isso, nem tudo o que pensas às 22h merece uma decisão às 22h.

Às vezes, a melhor resposta não é resolver tudo imediatamente. É descansar, recuperar recursos e voltar a olhar para a situação com uma mente mais disponível. Com mais consciência de ti, do teu ritmo e necessidades. 🫂

Conta-me: também sentes que, ao final do dia, tudo parece muito mais pesado? ✨

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