Mónica Alquimia

Mónica Alquimia Sou a Mónica. Apoio e guio vivências de auto descoberta profunda que visam a cura e integração do Ser.

A minha visão integra a sabedoria ancestral com técnicas terapêuticas modernas num diálogo direto com o plano espiritual.

Os pássaros começaram a gritar. Agitados. Os porcos, que andavam por ali, começaram a grunhir e a correr às voltas de fo...
10/08/2026

Os pássaros começaram a gritar. Agitados.
Os porcos, que andavam por ali, começaram a grunhir e a correr às voltas de forma estranha.

Era 24 de Outubro de 1995.
Estava na India e viajei no teto duma camioneta de madrugada para assistir ao eclipse.

Na véspera do eclipse, estava sentada a jantar num restaurante numa vila perto de Agra, quando ouvi uma conversa noutra mesa sobre o eclipse.

Não tinha telemóvel. Nem internet.
Viajava com o lonely planet na mão, uma grande dose de fé no destino e uma paixão enorme pela aventura.

Quis o destino que eu ouvisse aquela conversa, e curiosa como sou, fui saber como chegar ao melhor lugar para ver.

Estava precisamente numa das pequenas janelas no planeta onde se avistava na totalidade o eclipse. Senti que não era aleatório.

De madrugada, ainda escuro, fui para a estação das camionetas. Era um mar de pessoas. Uma confusão, maior que a habitual confusão característica da Índia. Não imaginava que provocava tamanho impacto nas pessoas o eclipse. Fui f**ando cada vez mais entusiasmada com o que se ia passar.

Consegui finalmente um lugar.
No tejadilho da camioneta.
Mais não sei quantas pessoas, para além da camioneta cheia. De pessoas, mantras e galinhas. O normal na Índia.

Só por aquela viagem valeu a pena.
Foi mais de uma hora a observar e escutar o nascer do dia do cimo da camioneta, as cores do céu, as aldeias a despertar, os campos a perder de vista, foi quase místico.

Quando cheguei ao lugar fiquei de boca aberta pela beleza majestosa do monumento Fatehpur Sikri , que une arquitetura islâmica e persa com elementos hindus, jainistas e rajputs.
Um lugar que é símbolo do encontro e diálogo entre culturas e religiões, entre o islão e a Índia, num lugar em guerra há demasiado tempo.

Estava repleto de pessoas. De muitas culturas. Parecia que todo o mundo estava ali. Telescópios e objetivas apontados para o céu. Televisões. Turistas, cientistas e curiosos.

Uma família indiana disse para me chegar a eles. Entre conversas e sorrisos, ofereceram-me um vidro verde (por favor não façam o que eu fiz 🫣) para ver o eclipse.

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Carregamos linhagens.Não é só sangue e adn, a memória fisiológica que herdamos e que nos atravessa o corpo sem que tenha...
08/08/2026

Carregamos linhagens.

Não é só sangue e adn, a memória fisiológica que herdamos e que nos atravessa o corpo sem que tenhamos sequer noção disso.

As linhagens de alma são tão ou mais profundas.

O sistema familiar é um sistema. Entre vários. É a raiz.

Mas uma árvore é feita de tronco, ramos, seiva, folha e tanto mais.

E nós, tal como as árvores, somos feitos de muitas camadas.

Pertencemos a vários sistemas, de sangue e de espírito, mesmo que muitos de nós não o saibam, ou até o neguem. A ciência está a chegar lá, falta pouco.

Sistemas de tradição, de crença, de educação, de aculturação, de alma…

Talvez o convite seja olhar para tudo o que trazes (principalmente nesta era de explosão tecnológica e de inteligência artificial) e questionar:

o que é biologia,
o que é alma,
o que é consciência,
o que é crença herdada,
o que é criatividade,
o que é condicionamento,

e por dentro de tudo isto, descobrires quem és genuinamente.

Hoje, no portal 8|8, este convite f**a ainda mais vivo. Expandir a consciência para reconheceres todas as linhagens vivas em ti e, com coragem, doares a tua autenticidade ao mundo.

Não signif**a seres um fazedor de grandes obras e feitos(30% da humanidade não é geradora)… doar pode signif**ar seres um sonhador e que sonhas para o mundo, sustentares a tua própria visão que guia e inspira outros, podes ser guardiã(o) de terra, viver com simplicidade, ou somente levares uma vida dita ‘normal’, anonimamente.

O convite é SERES a autora ou o autor da tua própria vida. Líder de ti mesma/o. ✨

A Via do Coração, perCURSO de xamanismo, alquimias e práticas ancestrais de cura, é precisamente sobre isso. Uma jornada de formação, ‘desformatação’ e de transformação para descobrires, com coragem, tudo o que já ÉS.

🌀Vão abrir dois grupos este ano🌀

🌳A 7a edição em Mafra Nível I e II - começa a 19 Setembro (2 vagas)
Mais informações [email protected]

🌴A 8a edição em São Miguel Nível I - começa a 2 de Outubro
Mais informações [email protected]

🌵Retiro final na Madreselva , Marvão

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Palavras que me definem*Coragem*Nem sempre foi fácil quando o mundo premeia domesticação e obediência.*Pensar pela minha...
05/08/2026

Palavras que me definem

*Coragem*
Nem sempre foi fácil quando o mundo premeia domesticação e obediência.

*Pensar pela minha cabeça*
Quando não pertences a nenhuma tribo, crias uma.

*Viver baseada no coração*
Mais que a cabeça, o ♥️ é a minha bússola.

*Brilhar desde a intimidade*
Sem holofotes nem show off. Simplicidade acima de tudo.

*Borboletas na barriga por uma nova aventura*
Monotonia definha-me, aventura dá-me vida.

*Individualidade*
Nunca fui nem sou de rebanhos. Mesmo os mais cool e trendy. Sou única e valorizo autenticidade.

*Ousadia*
Quem não arrisca, não petisca.

Gratidão Vida! ✨

É tão fácil dizer não consigo. Tenho medo. Fico aqui. Cuidem de mim. Levem-me. Decidam por mim. Guiem-me, mostrem-me, re...
30/07/2026

É tão fácil dizer não consigo.
Tenho medo. Fico aqui. Cuidem de mim. Levem-me. Decidam por mim. Guiem-me, mostrem-me, responsabilizem-se, suportem-me.

Quem faz isto é a criança.
Ferida.

É a parte de nós que ainda acredita que é pequena. Que o mundo é um lugar mau, inseguro, onde não é possível prosperar, onde não é possível viver em amor.

É a parte que perdeu o encanto, que perdeu a magia, que perdeu os olhos puros e divinos que na essência, todos temos. Mas pelo processo de existir e relacionar-se vai-se perdendo a ligação… e sem ligação, o esquecimento vai ganhando espaço… trazendo o pântano do desalento…

Quando alguém diz eu não posso, está a pedir que o outro possa por ele. E o outro, por amor e lealdade, vai carregar essa parte. Vai carregar a dobrar, o que é seu e do outro. Isso vai impactar desviar ou travar a sua própria rota. Vai desempenhar uma função que serve de remendo, para equilibrar aquilo de que o outro se demitiu.

Nenhum remendo é ef**az. Nem duradouro.

Isto é extraordinariamente comum nas dinâmicas sistémicas, sejam elas de família, de casal, ou mesmo em empresas. Dinâmicas de compensação, inversão e agressividade passiva… sistemas humanos onde há pessoas em relação, sempre trazem o material inconsciente ao de cima. A vida é feita precisamente a partir disso. 🕸️

A responsabilidade maior é sermos fieis a quem nos viemos tornar.

Nada é absoluto. Nada é eterno.
Tudo pode ser transformado. Tudo.

Não esquecido ou apagado.
Integrado.

A alquimia é interna.
O chumbo é o que permite a obra.

💎

É com muita alegria que partilho convosco a 8a edição especial São Miguel, Açores. 🐋Restam apenas 6 vagas 🌿Um perCurso d...
29/07/2026

É com muita alegria que partilho convosco a 8a edição especial São Miguel, Açores. 🐋

Restam apenas 6 vagas 🌿

Um perCurso de xamanismo, alquimias e práticas ancestrais de cura, em formato retiro, com a energia especial da ilha de São Miguel.

Três encontros, cada um com integrando 2 módulos, de sexta ao final da tarde a domingo ao final da tarde.

Outubro 2026 a Maio 2027.

Nível I . Despertar e Cura Pessoal

Módulos I e II — 2, 3 e 4 de Outubro
Módulos III e IV — 22, 23 e 24 de Janeiro
Módulos V e VI — 30 de Abril, 1 e 2 de Maio

Um grupo pequeno e íntimo, para que o trabalho possa ser profundo e com presença de qualidade.

Se sentes o chamamento, escreve para [email protected] ou fala com a Kelly pelo WhatsApp +351 918 058 423.

Inscrições abertas. Apenas 12 lugares. ✨

Agradeço à ilha que mais uma vez me chama ao serviço 🌀

Vivemos rodeados de Hidras. O mundo está doente, caótico, em crise profunda a todos os níveis. Há motivos de sobra para ...
25/07/2026

Vivemos rodeados de Hidras.
O mundo está doente, caótico, em crise profunda a todos os níveis.
Há motivos de sobra para lutar.
Mas há uma armadilha.
Quanto mais focamos nos monstros fora, mais cabeças crescem e podemos esquecer de olhar de frente para a nossa própria Hidra, a sombra pessoal que permite o ato heróico da transformação.

No mito, Hércules entra na gruta e enfrenta Hidra, uma espécie de cobra de muitas cabeças. Ao cortar uma, nascem duas. Quanto mais luta, mais o monstro se multiplica.

Esta é uma imagem simbólica da nossa própria sombra que se alimenta do combate que lhe fazemos.
Não se trata de combater sequer.

A verdadeira prova iniciática não é ter mais força para continuar a luta, é ter a coragem de parar de lutar, não por resignação, mas porque a vitória reside na integração de si e elevação à luz. A luz do sol, que é a luz da consciência presente e essência em todas e todos nós.

Em adolescente sonhei poder mudar o mundo. ‘Adulteci’ e descobri que o bom combate era sobre o medo de ser eu mesma e tornar-me quem vim ser, apesar de e com tudo o que aconteceu pelo caminho.

Sei que não vou mudar o mundo.
Nem vim curar os outros.
Não vim salvar nada nem ninguém.

Assumi o poder de mudar o meu mundo interno, a forma como penso, sinto-me, acredito, habito o meu corpo, como observo desde a minha consciência, como vivo as minhas relações, como caminho a cada passagem do sol.

E porque a ‘minha’ realidade está totalmente interligada com a de tantos ‘outros’ seres humanos e não humanos, sei que conta. Mesmo.

Vejo este momento que atravessamos coletivo humano, como um grande convite a parar, duma vez por todas, de esperar a salvação e transformação de fora e assumir a pequena e fundamental, parte no semear de ações novas na construção do mundo que sonhamos para nós e as futuras gerações.

Esse é o meu propósito e compromisso.
Esse é o meu alento.
Escolhi amar as hidras que trazia dentro e levei-as a ver o sol.

Fiquei mais em paz.
Segura.
E forte.

Para semear.
E colher.
O bem.

E tu, se chegaste aqui, pergunto-te, qual o papel que escolhes assumir?

autotransformação

Ferida da MãeCorpo, Sistema, Símbolo e RitualNesta Lua Nova em Caranguejo, símbolo de útero, mãe, lar, raiz emocional… a...
13/07/2026

Ferida da Mãe
Corpo, Sistema, Símbolo e Ritual

Nesta Lua Nova em Caranguejo, símbolo de útero, mãe, lar, raiz emocional… abro as inscrições para algo que ando a gestar há algum tempo.

A ferida da mãe molda como amamos, como confiamos, como nos permitimos ser cuidadas. É pessoal e sistémica. Atravessa gerações e ecoa em padrões que nem sempre sabemos dar nome.

Este é um ciclo terapêutico em grupo fechado, somente para 4 mulheres, onde reúno, num só processo, as ferramentas que ao longo de muitos anos venho aprofundando no meu caminho e que normalmente encontras dispersas em lugares diferentes.

🌳 Corpo — Breathwork-Rebirthing e terapia somática

🌀 Sistema — Constelação familiar

🔮 Símbolo — Mapa da Alma

🏵️ Criatividade — Resgate da expressão da criança interior pelo movimento, arte, escrita e voz

⚗️ Ritual — Cerimónia de fecho

Como funciona
6 sessões de 3h30, ao longo de 3 meses
Grupo fechado de 4 mulheres

Não é para f**ar na superfície.
Não é performance.
Não é para f**ar igual.

É para ir fundo.
Pura alquimia interior ✨

O ciclo começa em setembro, exclusivo a 4 mulheres de coragem. As datas serão combinadas entre todas.

Se este tema te tocou, talvez seja para ti.

Envia-me mensagem, e conversamos sobre os detalhes.

🤍

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Nordeste

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