23/07/2026
A Marta passou meses a pedir opiniões a toda a gente, à família, às amigas, a quase todas as pessoas à sua volta. Menos à única pessoa que, no fundo, já tinha a resposta: ela própria.
Chegou à consulta dividida entre ficar onde estava ou mudar de rumo. Fazia listas de prós e contras, revirava o assunto na cabeça antes de adormecer, perguntava a quem estava por perto. E continuava exatamente no mesmo lugar: exausta, bloqueada, sem conseguir ouvir a própria voz.
Na tiragem, as cartas não revelaram o futuro. Revelaram um padrão: Marta estava a colocar as expectativas dos outros à frente das suas. A dúvida não era falta de resposta, era medo de desiludir.
Foi aí que o Tarot Terapêutico se uniu ao Coaching, e surgiu a pergunta: "Se não tivesses medo de desiludir ninguém, o que escolherias?" Silêncio.
Ela olhou para as cartas, depois para mim. E, pela primeira vez em meses, veio uma resposta clara.
A decisão nasceu dela. Nem as cartas decidiram, nem eu. Marta ganhou a clareza suficiente para confiar na resposta que, no fundo, já trazia dentro de si. E deu o passo.
O Tarot não decide por ti.
Ajuda-te a ouvir-te. Muitas vezes, a resposta que procuras não está escondida, está apenas abafada pelo medo, pela confusão e pelo ruído exterior.
Se também andas há meses às voltas com uma decisão, talvez não te falte a resposta.
Talvez te falte espaço para a ouvir. Envia-me mensagem e conversamos. 🦋