03/08/2026
Durante muito tempo achei que tinha deixado de “gostar de fazer Massagens”.
E isso assustava-me.
Comecei a senti-lo quando trabalhava em hotelaria. Sentia que era tudo muito rápido, muito protocolado, muito igual. Aos poucos, fui perdendo o encanto por aquilo que um dia me fez apaixonar por esta profissão.
Até perceber uma coisa… O problema nunca foi a Massagem.
Era a forma como eu a estava a viver.
Quando criei o Espaço fi.ka, prometi a mim mesma que nunca iria cuidar de alguém dessa forma.
Queria tempo.
Queria presença.
Queria olhar para cada pessoa como única.
Queria voltar a sentir que estava a cuidar de alguém… e não apenas a cumprir um protocolo.
Enquanto ajudava outras pessoas a sentirem-se melhor, também eu me reencontrei com a minha profissão.
Hoje acredito que a Massagem também tem o seu poder de cura.
Não só para quem a recebe.
Mas, às vezes, também para quem a faz.