Sandra Azevedo - Psicóloga Clínica

Sandra Azevedo - Psicóloga Clínica Bem-vindo/a à minha página profissional! Uma página dedicada à psicologia e à promoção de bem-estar psicológico! Porque sem saúde mental, não há saúde! Olá!

O meu nome é Sandra Azevedo e sou Psicóloga Clínica e da Saúde! Neste meu espaço virtual, irei partilhar diferentes conteúdos sobre psicologia; a ciência que para além de ser a minha profissão, é também uma das minhas grandes paixões. Contactos: [email protected] | 252 627 375

19/08/2026

A ultima vez que me recordo de ter aprendido algo novo, na esfera pessoal, pela primeira vez foi há 5 anos, quando decidi aprender a nadar aos 37 anos.
Hoje com quase 42 decidi aprender mais uma coisa nova: fazer crochet!
Acredito que há beleza no erro! No amadorismo! Porque é naquilo que nos coloca na posição de principiante que está a nossa essência: a da imperfeição! A de sermos humanos! Aquilo que hoje me gera anseios no crochet tem em si mesmo coisas que irei sentir falta quando for mais intuitivo para mim! Chegará o dia em que será automático e, se por um lado é bom, porque nos aproxima do saber fazer, por outro vai distanciar-me do saber que estou neste exato momento a fazer este ponto! Deixarei de o fazer de forma tão consciente! O mundo ja nos bombardeia de automatismos! Deixar-me-ei de maravilhar com cada nadinha que daqui a algum tempo me passará ao lado! E é a isso que me estou a agarrar quando frustro! Às saudades que terei desta atitude maravilhada com cada pormenor! A vaidade de saber o nome das coisas, de trocar impressões com a senhora da retrosaria, no fundo...os pequenos nadas que são tudo!
Que privilégio este de ser principiante!
Nada me garante o resultado que irei obter
Mas ninguém me tira o que já ganhei ao começar

Faz sentido?

15/08/2026

A Minha Bolsa Analógica

Chegam as férias e fazemos as malas todas a pensar no corpo: protetor solar, cremes para hidratar a pela, protetores para o cabelo, roupa confortável
E o que é confortável para a mente? Também não precisará a nossa mente de uma mala bem preparada? Alinhada de forma consciente com o que nos nutre?
Aqui está a minha! Bem recheada de coisas que me fazem bem! E até de coisas novas! Ainda faltaram umas coisinhas mas é muito disto que serão feitas as minhas férias!
E por aí? Posso bisbilhotar a vossa bolsa?
Contem-me tudo!

Porque o bem estar pode ser partilhado!

Faz sentido?

Este mês estarei de férias no período de 15 a 31 de Agosto! Regressarei ao trabalho a 1 de Setembro
01/08/2026

Este mês estarei de férias no período de 15 a 31 de Agosto! Regressarei ao trabalho a 1 de Setembro

21/07/2026

Ser psicólogo é carregar uma mochila! Aliás, várias mochilas! Talcomo o cliente!
Hoje partilho a que carrego literalmente! Depois há a que corrego na mente, no conhecimento no qual invisto sistematicamente, nas aprendizagens retiradas em cada sessão, em cafa artigo, em cada supervisao, em cada formação!
Sem mochila, não há aprendizagem!
Sem aprendizagem não há mudança
E ao serviço da mudança que estou todos os dias!
Há mochilas que se escolhem carregar! Não por obrigação!
Mas por missão
Por paixão
Por amor!

A mochila que honro carregar pela vida fora!

A Ordem dos Psicólogos Portugueses criou o Identif**adoe OPP para todos os psicólogos!A confiança começa na transparênci...
17/07/2026

A Ordem dos Psicólogos Portugueses criou o Identif**adoe OPP para todos os psicólogos!
A confiança começa na transparência.
Enquanto psicóloga, acredito que é importante que cada pessoa possa identif**ar, de forma simples e clara, os profissionais habilitados ao exercício da Psicologia.
Por isso, partilho hoje o meu Identif**ador OPP, um elemento que reforça a minha identif**ação enquanto membro da Ordem dos Psicólogos Portugueses e o meu compromisso com uma prática ética, responsável e baseada na evidência.
Cuidar da saúde psicológica é um ato de confiança. Saber que está a recorrer a um profissional devidamente inscrito é o primeiro passo para construir essa relação.
Nas redes sociais é ainda mais pertinente esta identif**ação! Numa era digital onde cada vez mais se partilham opiniões mascaradas de evidência científ**a importa todos nós profissionais de saúde mental assumirmos a responsabilidade profissional dos conteúdos que criamos e partilhamos.

Faz sentido? 🧡

23/06/2026

Não ligo particularmente a futebol. Entender muito menos!
Mas quando joga a Seleção num Europeu ou Mundial... vibro, sofro, festejo e sinto cada jogo como se acompanhasse futebol o ano inteiro.

Isto faz-me pensar no que me liga afinal ao futebol nestas alturas? Nem sempre nos emocionamos apenas com aquilo de que gostamos. Muitas vezes emocionamo-nos com aquilo a que sentimos que pertencemos. A mim emociona-me a união, o sentido de identidade de um povo, a sensação de um país inteiro estar alinhado na mesma vontade, na mesma intenção!

Talvez o viva intensamente porque gostaria que isto acontecesse mais vezes e sobretudo para lá do futebol!

Que nos unissemos no apoio pela igualdade, pela empatia, pela liberdade para todos serem quem são!

Quando a Seleção joga, não é só futebol. É identidade, é pertença, é a sensação de fazermos parte de uma história, de um grupo, de algo maior do que nós e que nos lembra do quanto precisamos disto em tanta coisa.

O ser humano é profundamente relacional. Precisamos de sentir ligação, comunidade e signif**ado partilhado.

Talvez seja por isso que, de repente, até quem não percebe nada de futebol acaba a celebrar golos, a discutir táticas e a cantar músicas do Mundial. 😄

Para mim o futebol aqui é apenas o palco.
O que realmente está em jogo é a nossa necessidade humana de conexão.

Ainda sou ela! Serei sempre ela!Sou o que ela previu mas muito mais o que ela nunca imaginou! As inseguranças, os medos,...
01/06/2026

Ainda sou ela! Serei sempre ela!
Sou o que ela previu mas muito mais o que ela nunca imaginou! As inseguranças, os medos, nunca poderiam faze-la imaginar...
Se ela soubesse.....que as oportunidades não existem à partida. Elas criam-se..que o que somos vai mais além do que o que somos capazes de conhecer..que a maturidade capricha o temperamento ..que só ela é que decide daquilo que é capaz, mais ninguém ..que o quão dona do seu nariz e das suas opiniões ela era, ela nunca iria deixar de ser..que ela ainda ia gostar muito de si, das suas imperfeições e dos seus erros!

Que seja sempre eu!
Todo o eu que fui!
Todo o eu que sou!
Todo o eu que serei!

Mas sempre EU! Mais ninguém! 🧡

Faz sentido?

Feliz Dia Mundial da Criança a todos/as nós!

18/05/2026

A trend da “Jéssica” parece só engraçada… mas há neuropsicologia por trás disto e depois de saber qual, pode perder a sua piada
Durante uma birra, a amígdala cerebral — ligada à resposta emocional e ao stress — f**a altamente ativada.Ao mesmo tempo, o córtex pré-frontal, responsável pela regulação emocional e controlo dos impulsos, ainda é imaturo nas crianças pequenas.
Quando a mãe começa subitamente a chamar “Jéssica”, o cérebro da criança recebe um estímulo inesperado. Essa quebra de padrão ativa os sistemas de atenção e orientação para a novidade, interrompendo momentaneamente o foco emocional intenso.

Ou seja:a criança deixa de estar totalmente focada na emoção e passa a tentar perceber:“Quem é Jéssica?” É por isso que muitas param instantaneamente de chorar e f**am a olhar confusas.

Mas apesar de funcionar como distração momentânea, esta não é a melhor estratégia de regulação emocional a longo prazo.

Porque a emoção não foi regulada — foi apenas interrompida e pode ensinar muito sobre o que não devemos fazer se queremos um desenvolvimento emocional saudável

A verdadeira aprendizagem emocional acontece através da co-regulação: presença, segurança e validação emocional ajuda a criança a nomear o que sente

É assim que o cérebro infantil aprende, gradualmente, a regular emoções.

Faz sentido? 💭

# desenvolvimentoinfantil

12/05/2026

Hamnet é um livro sobre pessoas e a sua forma singular de viver! A vida, a morte e a dor!
Um filho que existiu na sombra da História.
Uma mãe que sente tudo antes de acontecer.
Uma família atravessada pelo amor, pela perda e pelo silêncio.
“Hamnet” não conta apenas a morte de uma criança — conta aquilo que f**a depois dela.
Maggie O’Farrell transforma o luto em presença, memória e linguagem emocional de uma forma profundamente humana
Fiquei muito tocada pela forma como cada personagem vive a dor de maneira diferente: uns calam, outros afastam-se, outros tentam sobreviver continuando a rotina. Gostei de notar como me ia eu própria relacionando com a dor de cada um. Como me zangava por momentos com uns, como compreendia profundamente outros para terminar a empatizar com todos!
Talvez seja este o lema deste livro: toda a die válida, toda a dor acontece da forma que acontece em cada um por alguma razão

Faz sentido?

08/05/2026

Ler com uma criança vai muito além de contar uma história
Os livros infantis têm um enorme poder na construção do pensamento, das emoções e da forma como a criança interpreta o mundo. E precisamente por isso, nem todas as mensagens devem ser absorvidas sem reflexão.
Há histórias que, mesmo sem intenção, podem transmitir ideias confusas, estereótipos ou mensagens que a criança ainda não consegue interpretar criticamente sozinha.
Quando lemos com elas, temos a oportunidade de:
- fazer perguntas
- estimular pensamento crítico
- explorar emoções
- clarif**ar mensagens
- ensinar que podemos pensar sobre aquilo que ouvimos e lemos
Mais importante do que “acabar o livro” é ajudar a criança a desenvolver capacidade de pensar, questionar e compreender.
Porque educar também é ensinar a interpretar o mundo!

Faz sentido?

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Praceta Orfeão Poveiro
Póvoa De Varzim
4490-447

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