Carolina Ferreira - Psicóloga Clínica

Carolina Ferreira - Psicóloga Clínica Carolina Ferreira - Psicologia & Coaching
Missão: Criar um caminho de mudança, transformando fragilidades em potencialidades. www.carolinaferreira.com

Construa a sua melhor versão ou da sua empresa. Potencie saúde e bem-estar na sua vida. O Projeto Carolina Ferreira - Psicologia & Coaching nasce do acreditar que um processo de mudança é construído por cada um de nós, possibilitando a transformação de fragilidades em potencialidades. Permitindo gerar melhores níveis de saúde e de bem-estar. Ousar mudar passa por acreditar numa vida alinhada com o

s nossos valores, encontrando o nosso propósito. Construímos soluções ajustadas às suas necessidades, baseadas em conhecimento científico atualizado. Visite o nosso site e conheça os nossos produtos.

Reconheces-te aqui? Dizer “não” não deveria exigir uma explicação, um pedido de desculpa e, muito menos, culpa. Se depoi...
25/08/2026

Reconheces-te aqui? Dizer “não” não deveria exigir uma explicação, um pedido de desculpa e, muito menos, culpa.
Se depois de colocares um limite ficas a pensar “será que fiz mal?”, isto é um sinal.
Aprende a dizer NÃO com clareza, sem culpa e sem medo de desiludir.
Queres começar? Conhece o curso “Como Dizer Não Sem Culpa” — link na bio.
Guarda este post para o próximo “não” que te custar dizer.

23/08/2026

Há padrões que não desaparecem só porque já os reconhecemos.
Continuamos a repetir, a duvidar, a adaptar-nos e a viver em esforço… sem perceber verdadeiramente porquê.
O Human Design pode ser um convite a olhar para ti de outra forma: com mais consciência, mais clareza e menos julgamento.
✨ Conhecer-te melhor pode mudar a forma como te relacionas contigo e com a tua vida.
E talvez seja aí que começa a verdadeira mudança.
Talvez a pergunta não seja “quanto custa a sessão?”
Talvez seja: “quanto me está a custar continuar assim?”

A parte mais difícil de um dia livre pode ser… permitires-te realmente descansar.Porque, quando finalmente tens tempo, a...
18/08/2026

A parte mais difícil de um dia livre pode ser… permitires-te realmente descansar.
Porque, quando finalmente tens tempo, a cabeça continua ocupada.E talvez o que esteja a faltar não seja mais tempo.
Transforma a ansiedade, o ruído mental e a exaustão interior num espaço de calma, clareza e reconexão contigo mesmo.
O Pack de Meditações foi pensado para te acompanhar nesses momentos em que precisas de parar, respirar e voltar a ti.
🌿 Conhece o pack através do link na bio e começa hoje a tua jornada interior.

A primeira vez que aprendeste a sentir vergonha.Provavelmente não te lembras do momento exato. Mas é possível que ainda ...
05/08/2026

A primeira vez que aprendeste a sentir vergonha.
Provavelmente não te lembras do momento exato. Mas é possível que ainda carregues o impacto dele.
A vergonha não nasce connosco. Vai-se aprendendo através das críticas, das comparações, das expectativas e das mensagens que nos fazem acreditar que, para sermos aceites, temos de ser diferentes de quem somos.
Com o tempo, essa vergonha pode transformar-se numa voz crítica que está sempre presente: a que aponta os erros, desvaloriza as conquistas e insiste que nunca és suficiente.
Mas essa voz não tem de continuar a definir a forma como te relacionas contigo.
No curso Como Deixar de Ser o Teu Pior Crítico, vais compreender como a autocrítica se desenvolve, porque é tão difícil libertares-te dela e aprender ferramentas práticas, baseadas na autocompaixão, para construíres uma relação mais gentil e segura contigo próprio.
🤍 Não podes mudar aquilo que aprendeste no passado, mas podes escolher o que queres cultivar a partir de agora.
Descobre mais através do link na bio.

☀️ Este verão, antes de fazeres a mala, faz também uma pausa para olhar para dentro.O que estás a levar contigo na cabeç...
05/08/2026

☀️ Este verão, antes de fazeres a mala, faz também uma pausa para olhar para dentro.
O que estás a levar contigo na cabeça que já não precisas de carregar?
Preocupações, medos, culpas, expectativas… talvez seja tempo de deixar algumas coisas para trás.
✨ Este verão, revê o que levas na cabeça, e não apenas o que levas na mala.
E tu, o que gostarias de deixar para trás nesta viagem?

02/08/2026

Passaste anos a copiar estratégias de produtividade, de comunicação, de decisão, que funcionam lindamente… para os outros.
O Human Design não muda quem és. Mostra-te como funcionas, na prática: como decides bem, onde gastas energia a mais, como comunicas de um jeito que as pessoas realmente ouvem.
Marca a tua sessão e começa a trabalhar com o teu design, não contra ele. Link na bio.

27/07/2026

É fácil culpar a outra pessoa quando uma relação parece sempre um esforço enorme.
Mas grande parte dos conflitos nasce de estares a funcionar contra a tua própria natureza, e depois esperares que o outro adivinhe o que precisas.
Uma sessão de Human Design começa aí, em ti, antes de chegar ao outro.
Marca a tua sessão e leva mais consciência às tuas relações. Link na bio.

Esta semana vi um apresentador dizer a uma jovem, em direto, que não podia “normalizar” o corpo dela. Ela tem 23 anos, m...
24/07/2026

Esta semana vi um apresentador dizer a uma jovem, em direto, que não podia “normalizar” o corpo dela. Ela tem 23 anos, mais de cem quilos, e foi ao programa falar sobre autoestima e preconceito. Saiu de lá a dizer que se sentiu atacada. Não me surpreende. O que me surpreende é continuarmos a achar isto normal.
Vou contar-vos sobre uma Carolina.
Essa Carolina sentia-se bonita. Genuinamente bonita, com o corpo que tinha. E ainda assim, todos os dias, esse corpo lutava contra ela: contra a mobilidade que perdia, contra as dores, contra os limites que o peso lhe impunha na cadeira de rodas. Foi por isso que decidiu emagrecer. 28kg perdidos, ao longo de um ano e meio. Pela liberdade de se mover no mundo.
E sabem o que aconteceu? As pessoas começaram a perguntar se ela estava doente. Diziam que ela “andava estranha”. A mesma sociedade que a tinha julgado quando era mais gorda, julgava-a agora que era mais magra. Só julgaram…
É este o padrão que me interessa nomear, porque atravessa todos os corpos: o gordo, o magro, o que está numa cadeira de rodas e por isso se torna invisível.
O corpo de alguém é sempre assunto de todos, menos da própria pessoa.
Quando um apresentador diz a uma convidada que não pode “normalizar” o peso dela, está a decidir, em nome dela, o que o corpo dela deve significar. E quando alguém pergunta à Carolina se está doente por ter emagrecido, faz a mesma coisa ao contrário. Ou se se sente bonita por ser uma Mulher com Deficiência.
O julgamento muda de direção. A lógica é sempre a mesma: o teu corpo pertence ao meu comentário.
Como psicóloga, sei o que estes comentários fazem. Minimizam. Envergonham. E a vergonha não emagrece ninguém, não cura ninguém, não devolve mobilidade a ninguém. Empurra as pessoas para dentro de si próprias, longe da ajuda de que precisam.
Se há uma coisa que aprendi com o meu corpo, é esta: ninguém sabe o que um corpo carrega só de olhar para ele.
Da próxima vez que sentirem vontade de comentar o corpo de alguém, gordo, magro, numa cadeira de rodas ou fora dela, perguntem-se primeiro: isto é sobre a pessoa à minha frente, ou é sobre o meu próprio desconforto?

Há dezasseis anos que sou psicóloga clínica.Hoje a Ordem deu-nos um identificador novo. E aproveito a desculpa para dize...
20/07/2026

Há dezasseis anos que sou psicóloga clínica.

Hoje a Ordem deu-nos um identificador novo. E aproveito a desculpa para dizer uma coisa que ando para dizer há alguns anos.

Durante muito tempo, fui uma psicóloga de cubo. Rigor era sinónimo de fechamento. Se não estava nos manuais, não existia. Se não tinha evidência empírica de bata branca, era conversa de sofá com incenso. Human Design, para mim, era o tipo de coisa que eu torcia o nariz.
Nos últimos anos derrubei essa parede sozinha, martelada a martelada.
Comecei a trabalhar com Internal Family Systems, que me deu linguagem para algo que já sabia clinicamente mas nunca tinha conseguido nomear com esta precisão: que somos feitos de partes, e que a cura raramente vem de as calar. E não fui só eu a chegar aqui por um caminho estranho.
O próprio Richard Schwartz, o criador do IFS, passou décadas a tratar o Self como um conceito clínico, até começar a falar abertamente da sua dimensão espiritual, das partes que carregam mais do que história pessoal. Ele próprio já disse que, se se ouvisse a falar assim há vinte anos, ficaria chocado.
Se o fundador do modelo chegou lá, eu não tinha de ter vergonha de chegar também.
Deixei entrar a espiritualidade na sala como pergunta séria sobre sentido, a sério mesmo, longe de qualquer enfeite de sessão. E sim, deixei entrar o Human Design, exatamente o que eu jurava que nunca iria tocar.

Nada disto me tornou menos rigorosa. Tornou-me mais completa a fazer as perguntas certas. O meu método continua a ter espinha dorsal clínica e ética, porque essa parte nunca foi negociável e nunca vai ser. Mas hoje trabalho com mais ferramentas do que aquelas com que comecei. Uso-as para o mesmo fim: ajudar pessoas a viver com mais coragem.

Sou uma psicóloga diferente da que era há alguns anos. Cresci. E este identificador novo, e tão administrativo, calhou bem para eu escrever isto em voz alta.

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