Maria Pereira - Psicóloga

Maria Pereira - Psicóloga Ajudar pessoas a compreender a sua história e o que sentem é a minha missão que todos os dias me concretiza e enche de satisfação. Clínica presencial e online

Dedico-me com carinho, ética e acolhimento a cada pessoa que me procura. Um consultório em que a Psicologia é feita com amor e cada história é recebida com acolhimento, escuta, ética e empenho

Vejo a construção de um puzzle como algo que requer paciência, resiliência, muitas tentativas e erros, mas quando começa...
11/06/2026

Vejo a construção de um puzzle como algo que requer paciência, resiliência, muitas tentativas e erros, mas quando começamos a ver frutos desta construção e a vislumbrar uma imagem que nos agrada, é uma grande satisfação.
Comparo a terapia, o processo terapêutico, a fazer um puzzle. Em cada sessão, e à medida que vamos descobrindo a nossa história, vamos encaixando cada pecinha onde faz sentido.
Às vezes, uma peça não está no local certo e precisamos tentar encontrar o seu lugar através de várias tentativas e pela lógica da sua constituição, das suas cores, formas. É como muito dos questionamentos, medos e inseguranças que temos dentro de nós. Muitas vezes não sabemos a sua origem e como os reparar, e é aí que a terapia entra. Ajuda a refletir, perceber o que está a acontecer para não funcionar, onde encaixar e como podemos reparar. E aí sim, cada peça do puzzle encaixa no seu lugar e começa a formar uma imagem, a imagem de quem somos e onde gostaríamos de chegar.
Somos como um puzzle com um número elevado de peças, levamos muito tempo a orientar todas as nossas gavetas interiores e é preciso paciência e saber desfrutar desta viagem, porque só assim o puzzle da nossa vida, de quem somos, f**a bem construído e pronto para ser apreciado, vivido.
Como anda o puzzle da tua vida? Em que fase está?
Que peças não consegues encaixar e ainda não encontraste o seu lugar?
Gostas da imagem que se está a formar?
Talvez a terapia te ajude a refletir e responder a estas respostas.

Maria Pereira
Psicóloga

Procuramos tanto a solução para as nossas angústias, problemas. Recebo muitas pessoas em consulta que estão a atravessar...
08/06/2026

Procuramos tanto a solução para as nossas angústias, problemas. Recebo muitas pessoas em consulta que estão a atravessar fases difíceis na sua vida e não sabem como lidar com tudo o que uma fase destas acarreta, a tristeza intensa, a desmotivação, a perda de energia, falta de esperança e o isolamento. Questionam-me o que podem fazer para o que sentem passar rápido, têm medo de não conseguir sair desta tristeza e precisam de soluções.
Fazemos tantas tentativas de saída destas fases desagradáveis. Tentamos experiências com várias estratégias e nunca chegamos onde queremos, a ter o nosso bem-estar, o nosso “brilho” de volta. Acabamos a andar à roda, sem saber como sair deste caminho, e esquecemo-nos de algo que é o mais importante a fazer nestes momentos, mas tão simples: sentir.
Ainda temos muito medo de sentir emoções consideradas desagradáveis. É certo que ninguém quer f**ar na tristeza, mas ela não desaparece de forma mágica. Num mundo que cada vez mais nos incentiva ao rápido e infalível, também nas nossas fases mais difíceis queremos que se resolvam num ápice.
Sentir permite-nos ajudar a gerir emoções e diminui a sua intensidade, diluem com mais facilidade e não f**am presas dentro de nós. Por outro lado, guardar tudo o que sentimos dentro de nós provoca um agravamento da sua intensidade e consequências na nossa vida, rotina.
Às vezes, a melhor ação que podemos ter numa fase de maior sofrimento é simplesmente dar tempo para sentir com calma, dar voz ao nosso corpo e à nossa mente, processar o que está a acontecer dentro de nós. E este é um passo tão importante que muitas vezes deixamos de lado. Vale mais que todas as variadas estratégias que podemos pensar.
Sem receitas milagrosas, só com o mais básico que podemos fazer: sentir.

Maria Pereira
Psicóloga

05/06/2026

No consultório, contamos com Consulta de Sono com a Doutora Catarina Bettencourt.
Um acompanhamento que pode ser feito em modo presencial ou online, a partir dos 16 anos.
Após visualizar este video sente que a Consulta de Sono é o ideal para si? Então está na hora de agendar a sua consulta

01/06/2026

Devo agendar consulta de Psicologia Clínica ou Consulta do Sono?
Temos recebido muitas dúvidas sobre a sua diferença e como funciona uma e outra.
Eu e a Dra. Catarina Bettencourt - Neuropsicologia e Intervenção na Insónia juntámo-nos para responder às vossas dúvidas.
Nós estaremos aqui para o orientar.

Vivemos numa sociedade que nos incute a estar sempre em movimento. Exigem-nos chegar a todas as áreas da nossa vida de f...
13/05/2026

Vivemos numa sociedade que nos incute a estar sempre em movimento. Exigem-nos chegar a todas as áreas da nossa vida de forma impecável e a ser perfeitos em tudo o que fazemos, como se tivéssemos sempre de ultrapassar a escala.
A cultura do tudo ou nada está enraizada em nós desde cedo. Temos de ter sempre as melhores notas na escola, apresentar diariamente excelentes resultados no trabalho, ter sempre a casa a brilhar e arrumada, e estar sempre disponíveis para os nossos amigos e familiares.
Com toda esta exigência, é comum desenvolvermos uma pressão em nós e nossa rotina, e quando não conseguimos atingir este “melhor de nós” somos visitados por uma sensação de falha e inferioridade.
Ao viver nesta pressão de ser imperativo dar o nosso melhor em tudo e todos os dias, muitas vezes não escutamos o nosso corpo, a nossa saúde física e mental, e somos levamos ao limite.
Mas o que será que querem dizer com isto do “dar sempre o melhor”?
Se refletirmos sobre como nos sentimos, vamos reparar que não estamos sempre iguais. Há dias em que nos sentimos mais bem dispostos, com mais motivação para socializar, produzir, atingir resultados e cumprir tarefas. E isto é o normal.
Dar o nosso melhor é subjetivo e variável, depende de como nos sentimos em cada dia e o quanto conseguimos dar de nós, ou seja, o nosso melhor varia. Então como podemos ser tão exigentes connosco e levar-nos ao limite desta forma?
Não estamos sempre bem e com a mesma disposição, por isso é normal que aquilo que conseguimos dar não consiga ser sempre com a mesma intensidade, disponibilidade e motivação. E está tudo bem.
Em consulta chegam-me muitas pessoas exaustas porque não respeitam o que o seu corpo e mente sentem. Vivem uma vida de perfecionismo, exigência e pressão consigo.
Se respeitássemos mais os nossos limites e necessidades, seriamos pessoas mais estáveis emocionalmente e conseguiríamos chegar a cada coisa no nosso tempo.
Antes de exigirmos tanto de nós, deveríamos fazer uma avaliação diária de como nos sentimos e se estamos capazes de cumprir tudo aquilo que estamos a pedir para aquele momento.
Antes fazer menos, mas com qualidade e tendo em atenção como nos sentimos, os nossos limites.

Maria Pereira
Psicóloga

Vivemos vidas frenéticas. Somos pressionados a produzir muito, estar em constante atividade. É uma corrida sobre quem te...
20/04/2026

Vivemos vidas frenéticas. Somos pressionados a produzir muito, estar em constante atividade. É uma corrida sobre quem tem mais, qual o mais rápido, quem conquista mais. Este é o nível de vida que nos incutem e a crença de que, se queremos ser felizes e ter sucesso, tem de ser através de uma vida em correria.
Mas será que somos realmente felizes a viver em contrarrelógio?
Recebo em consulta pessoas demasiado exaustas por caírem nesta armadilha de que viver uma vida a correr é o que nos traz felicidade. Chegam angustiadas, frustradas e sem saber como sair deste círculo vicioso, pois apercebem-se que deixaram de viver e estão em constante stress, vigilância, não conseguem desligar para desfrutar da sua vida. E é nesta corrida louca que acumulamos tarefas atrás de tarefas, sobrecarga, vivemos em piloto automático, esquecemo-nos de nós, dos outros, de realmente viver e aproveitar.
Mais do que nunca falamos sobre os nossos limites, necessidades, saúde (seja física ou mental), paz, mas ainda nos é difícil sair deste ritmo porque a crença de que mais é melhor está muito enraizada em nós. Quem vive em constante stress não tem mais sucesso e felicidade. Pode até conquistar muitas coisas, mas onde f**a o espaço para a sua vida social, familiar e pessoal? Este equilíbrio é tão importante para conseguirmos o tal sucesso que tanto se fala.
Quando nos obrigamos a tomar um rumo diferente, a abrandar, respeitar os nossos limites, ouvir as nossas necessidades, há toda uma vida que descobrimos e que nunca aproveitamos. Quando descobrimos que o caminho para o bem-estar é no sentido contrário ao que estamos, acabamos a já não nos identif**amos mais com aquela versão nossa que não vive, sobrevive, a que não desfruta e não sabe abrandar.
É um caminho sem volta, em direção a uma vida mais equilibrada e bem vivida.
Estás a viver ou a sobreviver?

Maria Pereira
Psicóloga

Nestas últimas semanas tenho pensado muito sobre o tempo e o que controlamos.Temos muita necessidade de controlar tudo, ...
10/04/2026

Nestas últimas semanas tenho pensado muito sobre o tempo e o que controlamos.
Temos muita necessidade de controlar tudo, querer soluções e pensar que nós é que decidimos quando tudo está resolvido. Pensamos que somos os donos do tempo, do mundo, e tudo está nas nossas mãos. Acreditamos que vai ser tudo no tempo que queremos, na velocidade pretendida e duração desejada.
Há algo poderoso em pensarmos que está tudo nas nossas mãos, dá a sensação de poder, superioridade e que nós vamos escrever a nossa vida exatamente como queremos e ela vai acontecer como foi planeada. E nisto vivemos uma vida de pressão, ansiedade, e andamos numa correria, a tentar controlar tudo, saltar etapas, como se tudo na nossa vida fossem peças de xadrez que manipulamos à nossa vontade. Que doce engano! Esqueceram-se foi de nos dizer que do outro lado do jogo de xadrez há um adversário que nós não controlamos e não sabemos que jogadas vai fazer. Assim acontece com a vida.
Nestas últimas semanas tenho concluído (mais uma vez) que controlamos pouco e que tempo é uma palavra que fugimos muito e não damos o seu devido valor.
Não somos só nós que fazemos o que queremos com o tempo, com as situações, a vida. Todos estes fatores também mandam em nós e ensinam-nos muita coisa. Eles são suficientemente autónomos para fazer o que quiserem connosco, e isso inclui mandar-nos parar e esperar que as coisas aconteçam devagar, com tempo e cuidado.
E o que cabe a nós controlar?
Basta aceitar que podemos escrever a nossa história, mas não controlamos tudo. É preciso deixar-nos ir, com mais calma, a respeitar. Uma coisa de cada vez. Um dia de cada vez. Sem pular nada.

Com amor,
Maria Pereira
Psicóloga

Uma equipa acolhedora, com serviços à medida de quem nos procura 🧡
31/03/2026

Uma equipa acolhedora, com serviços à medida de quem nos procura 🧡

Gerir relações é mais complexo que imaginamos. Do mesmo modo que começar uma relação não é simples (envolve adaptações e...
24/03/2026

Gerir relações é mais complexo que imaginamos. Do mesmo modo que começar uma relação não é simples (envolve adaptações e uma nova dinâmica com a outra pessoa, a sua rotina e com as suas figuras mais relevantes), terminar também exige muito de nós.
Apesar de sabermos que f**ar numa relação que nos cansa, não traz paz e não estamos felizes não contribui para o nosso bem-estar, saúde mental, por vezes é muito difícil dar este passo e acabamos a adiar o fim, f**ando em situações que nos causam sofrimento e impasse.
Mas, se uma relação já não nos traz nada de bom e sentimos que já não faz sentido continuar neste projeto, por que adiamos tanto o fim?
Não adiamos o término de uma relação só porque ainda temos sentimentos ou porque não queremos nos distanciar e sofrer. Terminar uma relação vai muito para além disso. Não envolve só o casal, há 3 dinâmicas distintas envolvidas, o eu, o outro e o casal. E isto tudo é muito complexo e pesa nesta decisão.
Dentro deste terminar há muito mais que o luto do fim da relação para lidar. E é toda esta porta que nos leva a um quarto sombrio, que muitas vezes, esconde tanto. Nesta divisão desconhecida há tantos assuntos que surgem aos gritos no fim de uma relação, prontos para serem acolhidos e trabalhados. Há uma gestão da frustração e desilusão por projetos de vida terem fracassado, reorganização de quem somos, da nossa rotina, aprendizagens para assimilar e toda uma identidade e auto-estima que possa estar destruída e precisa de se reconstruir para estar bem.
Todas estas questões são pesadas, trabalhosas e apavoram, o que faz com que muitos fins sejam adiados porque não nos sentimos capazes de lidar com questões tão complexas que envolvem tanta organização do nosso interior.
Se colocássemos a questão “por que não consigo acabar algo que não me traz felicidade e paz?” talvez conseguíssemos chegar a várias gavetas da nossa vida que nunca foram exploradas, e precisam ser mexidas, para conseguirmos dar mais passos em direção ao que nos faz bem e a ser mais seletivos com o que nos faz mal.
Terminar uma relação é muito mais do que perder uma pessoa, e às vezes não estamos preparados e não conseguimos lidar com toda a bagagem que isto pode trazer.

Maria Pereira
Psicóloga

A partir de 1 de Abril a equipa vai crescer e os nossos serviços vão expandir! É com muita alegria que anuncio que vamos...
13/03/2026

A partir de 1 de Abril a equipa vai crescer e os nossos serviços vão expandir!
É com muita alegria que anuncio que vamos passar a contar com o trabalho da Dra Catarina Bettencourt.
Neuropsicóloga e com um curriculo cheio de experiência, conhecimento e muito estudo, a Dra. Catarina Bettencourt - Neuropsicologia e Intervenção na Insónia vai trazer novos serviços à clínica, e com eles alargar as nossas faixas etárias.

Novos Serviços:

- Consulta de Sono (Insónia) (a partir dos 16 anos, Presencial e Online)

- Avaliações Neuropsicológicas (Crianças, adolescentes, adultos e idosos)

- Reabilitação Cognitiva

Para marcações de consulta:

🔸933 180 811
🔸[email protected]

Endereço

Rua Machado Dos Santos, 96
Ponta Delgada
9500-083

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:30 - 19:00
Terça-feira 09:30 - 19:00
Quarta-feira 09:30 - 19:00
Quinta-feira 09:30 - 19:00
Sexta-feira 09:30 - 19:00
Sábado 09:30 - 13:00

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