João Mota Massagista de Recuperação

João Mota Massagista de Recuperação Massagista de Recuperação 💙 Ajudo a reduzir dores, recuperar lesões e melhorar a qualidade de vida através de sessões personalizadas.

📍Ponta Delgada
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Realização de massagem de recuperação física e relaxamento. Massagem de Miofascial. Especialização em ventosa terapia, para melhor recuperação muscular, podendo ser realizado de forma isolada, como complemento a massagem de recuperação. Massagem de Geriatria, uma massagem dedicada ás pessoas com mais de 60 anos de idade, feita a pensar na pessoa de forma individual. Especialização em Lesões Músculo Esqueléticas, MNSRM.

🚨Novo artigo de opinião🚨A dor está onde está o problema? Nem sempre.Basta clicar na imagem para ler.
24/08/2026

🚨Novo artigo de opinião🚨

A dor está onde está o problema? Nem sempre.

Basta clicar na imagem para ler.

O local da dor nem sempre revela toda a história. Uma reflexão de João Mota sobre a escuta, o movimento e a importância do contexto individual.

🗓️ agenda de Setembro 2026, já está aberta.🌐 Agende em jmmassagista.eu , clique em marcar sessão/ marcar minha sessão.  ...
22/08/2026

🗓️ agenda de Setembro 2026, já está aberta.
🌐 Agende em jmmassagista.eu , clique em marcar sessão/ marcar minha sessão.

20/08/2026

O que acontece realmente debaixo de uma ventosa?

A pressão negativa eleva a pele e os tecidos superficiais, provoca tração na fáscia e transmite parte dessa força ao músculo. Ao mesmo tempo, o fluxo sanguíneo local pode aumentar temporariamente.

E as marcas? Não são “toxinas”. Resultam sobretudo da saída de uma pequena quantidade de sangue dos capilares para os tecidos.

A ventosa é uma ferramenta. A pressão, o tempo de aplicação e a avaliação de cada pessoa fazem a diferença.

Já experimentou ventosaterapia? O que sentiu?

19/08/2026

Chegou sem conseguir levantar o braço.

Depois de uma sessão, saiu a levantar e a movimentar o braço.

Um resultado que fala por si. 🙌

Obrigado pela confiança!

Os “nós musculares” existem — mas não precisam de ser esmagadosA expressão “nó muscular” tornou-se uma das formas mais c...
14/08/2026

Os “nós musculares” existem — mas não precisam de ser esmagados

A expressão “nó muscular” tornou-se uma das formas mais comuns de descrever uma zona do corpo que parece mais dura, tensa ou dolorosa. E, apesar de não ser uma designação totalmente rigorosa, também não signif**a que a pessoa esteja a imaginar aquilo que sente.

Essa zona de maior tensão ou sensibilidade pode realmente existir.

Ao toque, podemos encontrar uma banda mais tensa, uma pequena área mais rígida ou um ponto particularmente sensível. Em alguns casos, pressionar esse local pode provocar dor na própria zona ou fazer com que a sensação seja sentida noutra parte do corpo.

Portanto, o problema não está em dizer que existem “nós musculares”. O problema está na imagem que criámos à volta dessa expressão.

Um músculo não forma um nó como uma corda. As fibras musculares não f**am enroladas umas nas outras, à espera que alguém as desfaça. “Nó” é apenas uma forma simples de descrever uma zona que apresenta maior rigidez, tensão ou sensibilidade.

Também não devemos confundir automaticamente um “nó muscular” com uma contratura.

No sentido clínico mais rigoroso, uma contratura corresponde a um encurtamento prolongado do músculo ou de outros tecidos, podendo limitar o movimento de uma articulação. No dia a dia, porém, a palavra é frequentemente utilizada de forma mais abrangente para descrever rigidez, tensão ou um espasmo doloroso.

São conceitos relacionados com alterações no músculo, mas não são exatamente a mesma coisa.

Na minha opinião, a maior confusão surge quando a pessoa acredita que o “nó” precisa de ser esmagado até desaparecer. É dessa ideia que nasce a expectativa de que uma boa massagem tem de doer e de que o profissional deve insistir naquele ponto até conseguir “parti-lo”.

Não concordo com essa forma de olhar para o corpo.

Uma zona tensa e sensível não deve ser tratada como um inimigo que precisa de ser vencido pela força. A massagem pode ajudar a diminuir o desconforto, reduzir a sensibilidade e melhorar o movimento, mas isso não signif**a que esteja a desfazer mecanicamente um nó.

A pressão utilizada deve respeitar a reação da pessoa e o estado dos tecidos. Mais força não signif**a automaticamente melhores resultados. Em determinados casos, insistir agressivamente pode apenas aumentar a dor e fazer com que o corpo se proteja ainda mais.

Também não basta trabalhar unicamente o ponto onde sentimos essa maior rigidez. É necessário considerar o esforço repetitivo, a carga física, as posições mantidas durante muitas horas, o descanso e a forma como o restante corpo está a funcionar.

Quando a sensação regressa, isso não signif**a necessariamente que o “nó” tenha f**ado mal desfeito. Pode signif**ar que os fatores que contribuem para aquela tensão continuam presentes.

Os chamados “nós musculares” existem como zonas de maior tensão, rigidez ou sensibilidade. O que não existe é uma pequena bola de fibras enroladas que precise de ser esmagada durante uma massagem.

A sensação é real. O desconforto é real. A zona tensa também pode ser real.

Aquilo que precisamos de desfazer é a ideia de que a única forma de ajudar o corpo é através da dor e da força.

10/08/2026

Agora f**a mais fácil perceber quando falamos de músculos. 😊
Nem sempre é fácil explicar onde está determinado músculo, como funciona ou porque é que uma dor numa zona pode não ter origem exatamente naquele ponto.
Com esta ferramenta, consigo mostrar-lhe de forma visual aquilo que estamos a falar durante a sessão — e ajudar a compreender melhor o seu próprio corpo.
Porque para mim, não basta trabalhar o corpo. É importante que perceba o que estamos a fazer e porquê.
Conhecer melhor o seu corpo também faz parte do processo. 💪


Massagem Uma Vez por Mês: Prevenção ou Apenas Bem-Estar?Uma massagem por mês.É uma recomendação que ouvimos muitas vezes...
08/08/2026

Massagem Uma Vez por Mês: Prevenção ou Apenas Bem-Estar?

Uma massagem por mês.

É uma recomendação que ouvimos muitas vezes quando se fala em cuidar do corpo. Mas será que faz realmente sentido estabelecer a mesma frequência para todas as pessoas?

Na minha opinião, não.

Cada corpo tem uma história.

Há quem trabalhe oito horas sentado. Há quem passe o dia de pé. Quem faça movimentos repetitivos durante anos. Quem pratique desporto regularmente. Quem tenha um trabalho fisicamente exigente. E há também quem tenha uma rotina relativamente tranquila e não apresente qualquer desconforto.

Por isso, seria difícil acreditar que todos estes corpos precisam exatamente da mesma coisa, exatamente no mesmo intervalo de tempo.

Nem todas as pessoas precisam de fazer uma massagem todos os meses.

Para algumas, uma sessão mensal poderá fazer todo o sentido. Para outras, poderá ser adequado um intervalo maior. E haverá momentos da vida em que determinada pessoa poderá beneficiar de maior regularidade.

O importante, para mim, não é cumprir um calendário.

É perceber a pessoa que está à nossa frente.

Durante muito tempo associámos a massagem à existência de dor: dói, procuramos ajuda; deixa de doer, voltamos à nossa rotina.

Mas cuidar do corpo não precisa de funcionar apenas dessa forma.

O nosso dia a dia deixa marcas. Pequenas tensões, sensação de rigidez, cansaço muscular ou alterações na mobilidade podem surgir progressivamente sem que exista propriamente uma dor que nos obrigue a parar.

É nesse sentido que uma massagem regular pode fazer parte de uma estratégia de cuidado.

Não porque previna todas as lesões — não previne — nem porque exista uma espécie de obrigação de fazer uma sessão a cada 30 dias.

Mas porque permite dedicar regularmente atenção ao corpo, em vez de nos lembrarmos dele apenas quando alguma coisa começa a doer.

E existe ainda o bem-estar.

Às vezes uma pessoa não tem uma dor para resolver. Não tem uma contratura que a incomode. Não procura uma resposta para um problema específico.

Quer simplesmente parar.

Relaxar.

Diminuir a sensação de tensão acumulada e dedicar algum tempo a si própria.

E isso também é uma razão perfeitamente válida para fazer uma massagem.

Não precisamos de transformar todos os momentos de cuidado numa intervenção sobre um problema.

Então, massagem uma vez por mês: prevenção ou apenas bem-estar?

Pode ser prevenção. Pode ser bem-estar. Pode ser ambos. E pode simplesmente não ser necessária todos os meses.

Porque não acredito em tratar corpos através de calendários.

Acredito em olhar para cada pessoa, para a sua rotina, para aquilo que sente e para aquilo de que realmente necessita.

Cada corpo tem uma história. E cada história merece uma abordagem diferente.




Para muitos, mais uma foto...para mim, mais um objetivo atingido, o meu nome em uma parede fixado!Quando te dizem não, q...
30/07/2026

Para muitos, mais uma foto...para mim, mais um objetivo atingido, o meu nome em uma parede fixado!

Quando te dizem não, quando te dizem não vale a pena, quando utilizam a política do bota abaixo...mas... Tens pilares fortes à tua volta a segurar-te, e por trás continuam a dizer-te ' acreditamos, segue não olhes para trás, faz o que sempre soubeste', nada te irá impedir, ninguém te irá impedir de alcançar, chegar onde queres!

Hoje orgulho me imenso dos que me apoiaram, dos que estiveram e estão todos os dias a meu lado, e orgulho me do meu caminho trilhado, com honestidade, sabedoria, investimentos em estudos!!!!
Hoje olho para essa parede, e permite me orgulhar de ver o meu nome ali afixado!!!!
Obrigado Deus, por tudo, todos os dias!!

Agenda Agosto 2026 aberta.
22/07/2026

Agenda Agosto 2026 aberta.

Estalar as Costas: Faz Mal ou é Apenas um Mito?É uma pergunta que ouço com frequência no gabinete:"Posso estalar as cost...
17/07/2026

Estalar as Costas: Faz Mal ou é Apenas um Mito?

É uma pergunta que ouço com frequência no gabinete:

"Posso estalar as costas?"
"É verdade que, se estalar muitas vezes, fico com artroses?"
"Porque sinto necessidade de o fazer?"

A verdade é que existem muitos mitos à volta deste tema.

Quando uma articulação estala, o som não signif**a, por si só, que um osso saiu do sítio ou voltou ao lugar. Na maioria dos casos, esse estalido resulta da libertação rápida de gases presentes no líquido que lubrif**a as articulações. É um fenómeno natural e, quando não está associado a dor, geralmente não representa um problema.

Então porque é que muitas pessoas sentem alívio depois de estalar as costas?

Porque esse movimento pode proporcionar uma sensação temporária de libertação da tensão e aumentar momentaneamente a mobilidade da articulação. No entanto, é importante perceber que aliviar a sensação não signif**a resolver a causa.

É aqui que muitas pessoas se enganam.

Se sente necessidade de estalar as costas várias vezes ao longo do dia, talvez o verdadeiro problema não seja a falta do estalido, mas sim aquilo que está a levar o seu corpo a procurá-lo constantemente.

Pode existir rigidez muscular, falta de mobilidade, excesso de tensão, hábitos posturais inadequados ou outros fatores que merecem ser avaliados.

Outro mito muito comum é acreditar que alguém "coloca as vértebras no lugar". Na realidade, a coluna é uma estrutura extremamente estável. Na maioria das situações, aquilo que acontece é uma mobilização articular que pode melhorar temporariamente o movimento e diminuir a sensação de rigidez, mas não signif**a que uma vértebra estivesse "fora do sítio".

Como profissional, acredito que o mais importante não é procurar estalar as costas cada vez que surge desconforto. O mais importante é perceber porque esse desconforto aparece.

O corpo raramente faz algo sem motivo.

Ouvir esses sinais, identif**ar a sua origem e atuar sobre a causa será sempre mais útil do que procurar apenas um alívio momentâneo.

Nem todos os estalidos são preocupantes. Mas se surgem acompanhados de dor, perda de força, formigueiros ou outras alterações, é importante procurar uma avaliação por um profissional de saúde.

O nosso corpo comunica connosco todos os dias. A questão é: estamos realmente a ouvi-lo ou apenas à procura do próximo estalido?

Endereço

Rua Machado Dos Santos N°96 R/C
Ponta Delgada

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