Filipa Rijo Consultas

Filipa Rijo Consultas Psicóloga, hipnoterapeuta e doula, nomenclaturas que traduzem a vontade de chegar a cada pessoa de

Estamos a criar crianças constantemente estimuladas, mas cada vez mais desligadas de si próprias e dos outros.O excesso ...
27/05/2026

Estamos a criar crianças constantemente estimuladas, mas cada vez mais desligadas de si próprias e dos outros.

O excesso de ecrãs, os dias apressados, a ausência de brincadeiras ao ar livre, a falta de momentos de tédio, silêncio e frustração… tudo isto está a retirar espaço a aprendizagens emocionais essenciais.

Hoje vemos adolescentes com dificuldade em lidar com o vazio, com baixa tolerância à frustração, dificuldade de empatia, necessidade constante de estímulo e pouca capacidade de parar, sentir e refletir.
Crescem hiperconectados, mas muitas vezes emocionalmente desconectados.

O tédio ensina criatividade.
A frustração ensina regulação emocional.
O brincar ensina empatia, limites e convivência.
O silêncio ensina escuta interior.

Quando retiramos às crianças estas experiências, estamos também a limitar ferramentas fundamentais para se tornarem adultos emocionalmente saudáveis.

E a pergunta que f**a é:
que responsabilidade temos todos nós — pais, educadores, escolas e sociedade — neste futuro que estamos a construir?

Depois da maternidade, muita coisa muda.O corpo, a rotina, o sono, as prioridades, a forma como olhas para ti e para o m...
21/05/2026

Depois da maternidade, muita coisa muda.
O corpo, a rotina, o sono, as prioridades, a forma como olhas para ti e para o mundo.

E, no meio de tanto cuidar, tantas vezes f**a a pergunta:
onde f**aste tu?

A maternidade pode trazer amor, entrega e descoberta, mas também pode trazer cansaço, culpa, solidão, perda de identidade e uma sensação silenciosa de desaparecimento.

Não és menos mãe por sentires falta de ti.
Não és egoísta por precisares de espaço.
Não estás errada por querer voltar a reconhecer-te.

Também tu precisas de colo, escuta e cuidado.

A terapia pode ser um lugar seguro para falares sobre tudo o que sentes, sem julgamento, e para reencontrares a mulher que continua a existir para além do papel de mãe.

Por detrás de tantas marcas, existem histórias que nem sempre foram ouvidas.Cicatrizes invisíveis. Medos guardados. Part...
12/05/2026

Por detrás de tantas marcas, existem histórias que nem sempre foram ouvidas.
Cicatrizes invisíveis. Medos guardados. Partes de nós que aprendemos a esconder para sobreviver.

Mas chega um momento em que o peso de continuar escondido se torna maior do que o medo de sermos vistos.
E é aí que começa a transformação: quando escolhes trazer luz ao que dói, aceitar a tua história com verdade e permitir-te surgir sem máscaras.

Assumir quem és não apaga as marcas.
Mas dá-lhes signif**ado, compreensão e espaço para cicatrizarem com amor.

A terapia pode ser esse caminho de reencontro contigo, onde deixas de te esconder e aprendes, aos poucos, a existir com autenticidade.

Às vezes, o maior passo é simplesmente abrir a porta para nós próprios. O crescimento pessoal nasce no momento em que es...
07/05/2026

Às vezes, o maior passo é simplesmente abrir a porta para nós próprios.

O crescimento pessoal nasce no momento em que escolhes olhar para dentro, compreender as tuas emoções e permitir-te evoluir com intenção e consciência.
Cada pequena mudança conta. Cada escolha de cuidar de ti também.

A terapia pode ser esse espaço seguro onde aprendes a ouvir-te, a crescer e a reencontrar equilíbrio.

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O tempo passa… mas a forma como o sentimos faz toda a diferença.Nem sempre envelhecer signif**a perder — muitas vezes si...
29/04/2026

O tempo passa… mas a forma como o sentimos faz toda a diferença.

Nem sempre envelhecer signif**a perder — muitas vezes signif**a ganhar consciência, maturidade e uma nova forma de olhar para a vida.

A perceção que temos sobre o tempo influencia diretamente a forma como vivemos cada etapa, cada mudança e cada versão de nós.

Quando aprendemos a aceitar o processo, o envelhecimento deixa de ser um peso e passa a ser parte do crescimento.

Porque o tempo não se mede apenas em anos, mas na forma como escolhemos vivê-lo.

Quando vais colocar um ponto final na história que te destrói?Naquilo que te partiu ao meio…Quantas vezes mais vais f**a...
24/04/2026

Quando vais colocar um ponto final na história que te destrói?
Naquilo que te partiu ao meio…

Quantas vezes mais vais f**ar nesse lugar,
à espera que a dor passe sozinha?

Pedir ajuda não é fraqueza.
É um ato de coragem.
É escolheres-te.

Não estás sempre inteira(o).
E não precisas de estar.
Somos feitos de fluxos, de fases, de momentos em que nos perdemos —
e de outros em que nos reconstruímos.

O que realmente importa
não é quantas vezes te quebraste,
mas como decides levantar-te…
e o signif**ado que dás às tuas cicatrizes.

Para mim, chega.
E para ti?

🖤

Há momentos em que sentimos a necessidade de escrever aos outros…de lembrar até onde podem ir, de reforçar os nossos lim...
09/04/2026

Há momentos em que sentimos a necessidade de escrever aos outros…
de lembrar até onde podem ir, de reforçar os nossos limites, de nos proteger.

Mas a verdade é que, muitas vezes, essa carta tem outro destino.
Volta para ti.

Para te lembrar que és tu quem define o que é aceitável.
Que és tu quem estabelece os teus limites.
E que não precisas que ninguém te autorize a respeitar-te.

Antes de pedires ao outro que mude,
lembra-te: o primeiro passo é reconhecer o teu próprio valor.

🖤

⏳ O tempo não volta atrás.Tudo o que vivemos — o que investimos, o que desperdiçamos, o que adiamos — nasce das escolhas...
31/03/2026

⏳ O tempo não volta atrás.

Tudo o que vivemos — o que investimos, o que desperdiçamos, o que adiamos — nasce das escolhas que fazemos, todos os dias.

Nem sempre escolhemos com clareza.
Nem sempre escolhemos com consciência.
Mas escolhemos.

E se há algo que não podemos recuperar… é o tempo.

Talvez por isso, cuidar de si não seja um luxo — é uma necessidade.
Parar. Refletir. Reajustar.
E começar a escolher com mais intenção, mais presença, mais verdade.

Não para acertar sempre…mas para acertar mais vezes.
E isso também se aprende.

A saúde mental não se resume à ausência de dor.É sobre equilíbrio, consciência e capacidade de viver com sentido — mesmo...
26/03/2026

A saúde mental não se resume à ausência de dor.

É sobre equilíbrio, consciência e capacidade de viver com sentido — mesmo nos dias menos fáceis.

Cuidar da mente é aprender a reconhecer emoções, aceitar vulnerabilidades e desenvolver ferramentas para lidar com os desafios do dia-a-dia.

Não é sobre estar sempre bem.
É sobre saber cuidar de si… mesmo quando não está.

Procurar ajuda também é um sinal de força.

A ansiedade funcional vive assim.Não te bloqueia.Não te impede de fazer.Na verdade… faz-te fazer ainda mais.Produzes.Res...
18/03/2026

A ansiedade funcional vive assim.
Não te bloqueia.
Não te impede de fazer.
Na verdade… faz-te fazer ainda mais.
Produzes.
Resolves.
Antecipas tudo.
Mas nunca desligas.

E quanto mais fazes,
mais o teu corpo acredita que precisa de estar sempre em alerta.
É um ciclo silencioso:
ansiedade → ação → validação → mais ansiedade

Funciona…até deixar de funcionar.

Não tens de chegar ao limite para começares a cuidar de ti.

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