Clínica Pediátrica Bom Sucesso

Clínica Pediátrica Bom Sucesso A Clinica Pediátrica do Bom Sucesso conta com profissionais experientes proporcionando atendimento desde a consulta pediátrica pré-natal até aos 18 anos.

28/09/2021

Obesidade Infantil
De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a obesidade é definida como uma patologia caracterizada pela acumulação excessiva de gordura, que poderá contribuir para o desenvolvimento de outras doenças. O sobrepeso e a obesidade em idade pediátrica atingiram proporções epidémicas na maioria dos países industrializados. Em Portugal, a prevalência de sobrepeso na adolescência é das maiores entre os países europeus. Em 2018, um estudo realizado em Portugal demonstrou que 15,3% de crianças com 8 anos apresentavam obesidade, incluindo 5,4% obesidade severa.
A obesidade infantil tem um impacto importante na saúde física e psicossocial. A obesidade encontra-se associada ao aumento da incidência de outras doenças crónicas em idade pediátrica, nomeadamente, doenças cardiovasculares, diabetes mellitus tipo 2, hipertensão, entre outras. As consequências psicossociais representam as comorbilidades mais prevalentes associadas à obesidade. Habitualmente, as crianças apresentam uma baixa auto-estima e menor qualidade de vida, manifestando maior tristeza, solidão e ansiedade.
O desequilíbrio entre a ingestão alimentar e o gasto energético está na base do aparecimento da obesidade. A genética e o ambiente são componentes importantes que determinam o risco do seu desenvolvimento. Pode-se mesmo dizer que, o meio ambiente e o comportamento contribuem para o surgimento da obesidade em pessoas geneticamente predispostas. O aumento drástico da prevalência da obesidade dificilmente poderá ser explicado por uma alteração genética. Como tal, esta realidade deverá ser consequência de alterações dos comportamentos alimentares e de atividade física, que provocaram o desequilíbrio entre a ingestão alimentar e o gasto energético. O aparecimento da obesidade pediátrica é influenciado também por diversos outros fatores, nomeadamente: biológicos, fisiológicos e ambientais, sendo o comportamento humano o fator agregador destes diversos aspetos, não só na obesidade, como também na saúde em geral. Os hábitos alimentares e as atividades sedentárias, desempenham papéis cruciais neste desequilíbrio.
Os primeiros anos de vida são marcados pela formação dos hábitos alimentares. A família tem um papel de destaque neste processo, na medida em que serve de modelo e fornece a alimentação à criança. As atitudes que os pais têm em relação à alimentação dos filhos vão influenciar o comportamento alimentar da criança. A família, por sua vez, é influenciada pelo ambiente cultural e tende a agir regulando-se principalmente pelas normas sociais, do que pela fisiologia da criança, o que pode interferir com o processo inato de auto-regulação da ingestão alimentar. A perda desta capacidade relaciona-se com uma maior resposta aos estímulos externos, como o sabor e o aroma dos alimentos, potenciando o aparecimento da obesidade, muitas vezes associada a alterações do comportamento alimentar.
O ambiente criado pelos pais nos primeiros anos de vida da criança estabelece os alicerces para o desenvolvimento dos hábitos e comportamentos alimentares da criança no futuro. A criança tem a capacidade inata para ajustar a sua ingestão alimentar ao longo das várias refeições, de forma a regular a ingestão energética ao longo do dia, de acordo com os estímulos internos de fome e saciedade. Porém, as práticas familiares influenciam a resposta da criança à densidade energética e ao tamanho das refeições. Quando os pais assumem o controlo do tamanho das porções de comida ou exercem coerção sobre as crianças para elas comerem, em vez de permitirem que se guiem pelas pistas internas de fome e saciedade, a sua capacidade de regular a ingestão diminui e passam a regular-se pelas pistas externas. Desta forma, os pais vão contribuindo para o aparecimento do sobrepeso e da obesidade.
As recomendações atuais vão no sentido de encorajar os pais a respeitar os sinais internos de fome e saciedade da criança, cabendo-lhes a responsabilidade de criar oportunidades estruturadas para a criança comer, apoiá-la de forma adequada, fornecendo os alimentos e bebidas saudáveis, sem exercer coerção na criança.
A saúde da criança não depende apenas da sua biologia e/ ou das suas ações, mas também da biologia e das ações dos que a rodeiam e que a vão influenciar, especialmente dos pais. Tal facto, pode ser constatado pelo peso dos pais ser um dos preditores mais fortes do risco de obesidade infantil. O meio familiar, social e a componente genética são fatores determinantes no desencadear desta patologia.
Na sua base, o tratamento da obesidade parece simples, a criança deverá comer menos e ter mais atividade física. Contudo, este processo é complexo, dispendioso e muitas vezes frustrante. Não existe uma solução rápida, uma vez que se trata de uma doença crónica, e como tal o seu tratamento acompanha o doente ao longo da vida. Como tal, é importante que a criança seja avaliada precocemente e acompanhada por um profissional de saúde especializado na área.
A família e a criança devem ser consciencializados que a obesidade só pode ser revertida se houver mudança dos estilos de vida, promovendo um novo estilo de vida para toda a família. Assim, o núcleo, quer da prevenção, como do tratamento da obesidade incide na relação entre a criança e os pais.

02/09/2021

Neonatologia - A prematuridade
O que é ser prematuro e o que caracteriza estes bebés?
Um bebé é considerado prematuro ou de pré-termo quando nasce antes das 37 semanas de idade gestacional, sendo prematuridade extrema se nasce com menos de 28 semanas, moderada, entre as 28 e as 32 semanas e tardia, depois das 33 semanas. É importante que os pais estejam preparados para os sinais que caracterizam estes bebés. A pele mais fina, brilhante e rosada comparativamente aos recém-nascidos de termo. O lanugo (penugem fina que cobre o corpo) é também mais abundante, as veias são visíveis sob a pele que tem pouca gordura, a cabeça é grande e desproporcionada em relação ao resto do corpo e o cabelo é escasso. Os reflexos estão diminuidos e a atividade física é reduzida.
São considerados fatores de risco de prematuridade: história prévia de prematuridade, recurso a técnicas de procriação medicamente assistida, pré-eclâmpsia, descolamento da placenta, malformações fetais, gemelaridade, o tabagismo, entre outros.
A prematuridade associa-se a uma imaturidade de todos os aparelhos e sistemas o que torna os bebés prematuros muito mais vulneráveis e com dificuldade em cumprir as funções básicas, nomeadamente no controlo da temperatura, necessitando de uma incubadora, na respiração por vezes com necessidade de oxigénio e ventilador e na alimentação onde o recurso a alimentação por sonda ou pela veia poderá ser necessário.
Temperatura corporal: os mecanismos de regulação térmica não estão suficientemente desenvolvidos, sendo muito importante adoptar medidas para diminuir a perda de calor. Se o bebê não for mantido aquecido, há uma diminuição da temperatura corporal (hipotermia). O recém-nascido com hipotermia não ganha peso adequadamente e pode ter outras complicações. Para prevenir a ocorrência de hipotermia, os bebés prematuros são mantidos aquecidos em incubadora ou berço aquecido.
Respiração: os pulmões podem não ter tido tempo suficiente para se desenvolver plenamente antes do nascimento. A formação dos alvéolos não ocorre antes do inicio do terceiro trimestre da gravidez. Além desse desenvolvimento estrutural, os tecidos dos pulmões precisam de produzir surfactante, composto que reveste a parte interna dos alvéolos e permite que eles permaneçam abertos durante o ciclo respiratório, facilitando a respiração. Sem surfactante, os alvéolos tendem colapsar no final de cada respiração, o que torna a respiração muito difícil. Normalmente os pulmões não produzem surfactante em quantidades suficientes até aproximadamente à 32ª semana de gestação e a produção geralmente não é adequada até entre a 34ª e a 36ª semana.
Há duas abordagens que aumentam a quantidade de surfactante reduzindo a gravidade do síndrome de dificuldade respiratória: 1) antes do nascimento, os corticosteroides ministrados à mãe com ameaça de parto pré-termo, entre as 24 e 48 horas antes do parto, estimulam a maturação e o desenvolvimento pulmonar, aumentando a produção de surfactante, com a consequente diminuição de vir a necessitar de ventilação mecânica invasiva e de oxigenoterapia e de desenvolvimento de sequelas futuras; 2) após o nascimento, a ministração de surfactante na traqueia se o bebé tem necessidade de oxigénio.
Alimentação: os bebés prematuros têm dificuldade em se alimentar e manter níveis normais de açúcar (glicose) no sangue, surgindo hipoglicemia que necessita de tratamento com soluções de glicose geralmente por via endovenosa. A maioria destes recém-nascidos não tem sintomas, podendo, no entanto, apresenta letargia, diminuição dos reflexos, tremores, entre outros.
Nas situações de doença, nomeadamente infecção, o recém-nascido pode ter níveis de glicose elevados (hiperglicemia), situação que é controlada, geralmente, diminuindo a quantidade de glicose fornecida ao recém-nascido.
Pelo menos nas duas primeiras semanas de vida, os bebés prematuros recebem nutrição artificial por via endovenosa e, à medida que cada recém-nascido começa a tolerar o leite materno (sempre que possível) por via oral, são oferecidas doses crescentes, lenta e progressivamente até quantidade diária calculada para cada bebé.
Complicações da Prematuridade
Quanto maior a prematuridade, maior a imaturidade e maior a probabilidade de internamentos mais longos e de existirem complicações relacionadas. Os recém-nascidos prematuros são maioritariamente internados em cuidados intensivos neonatais, tendo uma duração de internamento de algumas semanas até 3 a 4 meses, dependendo da idade gestacional.
Imaturidade cerebral
• Respiração: A região do cérebro que controla a respiração regular pode estar tão imatura que condiciona pausas na respiração ou períodos em que a respiração cessa completamente por 20 segundos ou mais (apneia da prematuridade).
• Coordenação da alimentação com a respiração: não consiguem mamar e engolir normalmente, o que resulta em dificuldade na alimentação espontânea.
• Hemorragia cerebral: O recém-nascido muito prematuro corre um risco maior de hemorragia cerebral, pela imaturidade vascular cerebral.
Imaturidade digestiva
• Episódios frequentes de regurgitação: Para além de ter reflexos de sucção e deglutição diminuidos, tem também estômago pequeno e de esvaziamento lento, o que leva regurgitar o leite ( bolsar).
• O bebé prematuro tem frequentemente dificuldade em defecar, devido à movimentação lenta intestino.
• O aparecimento de ictericia nos primeiros dias de vida é mais frequente no bebé prematuro do que no de termo, devido à imaturidade do metabolismo da bilirribina. Em geral, a icterícia é leve e melhora à medida que o recém-nascido aumenta a ingestão de leite e evacua com mais frequência. Se atinge determinados valores deve ser tratada, dado que, ainda que raramente a bilirrubina em níveis elevados no sangue pode depositar-se no cérebro e provocar lesão cerebral.
Imaturidade do sistema imunológico
• O bebê que nasce prematuramente apresenta níveis baixos de anticorpos, que são proteínas do sangue que ajudam a proteger contra infecções. Os anticorpos da mãe atravessam a placenta no final da gestação e ajudam a proteger o recém-nascido contra infecção quando nasce. O uso de dispositivos invasivos no tratamento, como cateteres nos vasos sanguíneos e tubos para respiração (tubos endotraqueais), aumenta ainda mais o risco de desenvolvimento de infecções bacterianas graves.
Imaturidade renal
• A função renal é reduzida em recém-nascidos muito prematuros, mas melhora à medida que os rins amadurecem. O recém-nascido com rins subdesenvolvidos pode ter dificuldade em regular tanto a quantidade de sais como a quantidade de água no organismo.
Imaturidade pulmonar
• A displasia broncopulmonar é um distúrbio pulmonar que pode ocorrer nos mais imaturos. Há uma desenvolvimento de tecido cicatricial pulmonar e necessidade de oxigénio e de ventilação mecânica. Na maioria dos casos, o bebé vai recuperando lentamente com o crescimento pulmonar, que ocorre nos primeiros 2 a 6 anos de vida .
Imaturidade da retina
• A retina é alimentada por vasos sanguíneos que se encontram na sua superfície.Nos bebés mais imaturos (menos de 31 semanas) estes vasos podem parar de crescer e/ou crescer de maneira anormal, criando uma cicatriz que pode repuxar a retina e levar ao seu descolamento (retinopatia da prematuridade). Todos os bebés em risco de retinopatia da prematuridade são observados regularmente por oftalmologista pediátrico
• O recém-nascido prematuro também tem um risco maior de miopia e estrabismo.
Problemas cardíacos​
• Um problema comum nestes recém-nascidos é terem o canal arterial patente, que normalmente encerra após o nascimento nas primeiras horas ou dias de vida e que no caso dos prematuros se mantem mais tempo, podendo resultar em um excesso de sangue nos pulmões e sobregarga cardíaca. Na maioria dos casos encerra espontaneamente, podento no entanto necessitar de tratamento com medicamentos ou cirurgico.
Seguimento e prognóstico
Tem havido um aumento drástico na sobrevivência e no prognóstico global dos bebés prematuros nas últimas décadas. No entanto, problemas como o atraso no desenvolvimento, paralisia cerebral, problemas visuais e auditivos, défice de atenção e hiperatividade, e distúrbios de aprendizagem ainda ocorrem com mais frequência nestes recém-nascidos.
De um modo geral, a sobrevivência é, de fato, rara nos nascidos com menos de 23 semanas de gestação. É possível que o bebé com 23 - 24 semanas sobreviva, mas a probabilidade de ter um um desenvolvimento anormal é elevada. O prognóstico é bom na maioria dos bebés nascidos com mais de 27 semanas.
Prevenção
O seguimento regular da grávida é crucial, informando-a sobre as causas conhecidadas da prematuridade, tais como o tabaco, o consumo de alcoól e de dr**as ilicitas. Mesmo assim não é possível evitar todos os problemas de saúde que aumentam o risco de prematuridade. Se a grávida entrar em trabalho de parto prematuramente ou houve rotura da bolsa de águas deve entrar imediatamente em contato com o seu obstetra.
As técnicas de reprodução medicamente assistida podem resultar em gravidez múltipla, sendo o risco de ocorrer um parto prematuro significativamente maior nestas gravidezes. Os pais tem que ser informados desta possivel complicação.
Alta dos serviços de Neonatologia
De um modo geral o bebé prematuro tem alta se está estável e a aumentar regularmente de peso.
A maioria poderá ir para casa quando completar 35 a 37 semanas de idade gestacional e pesar entre 2,0 e 2,5 quilogramas. Deve sair da unidade em cadeira de transporte após realizar “o teste da cadeirinha“ para confirmar que está estável para a viagem. A viagem não deve durar mais de 1 hora, se for necessário parar aos 45-60 minutos.
Na alta leva todas as indicações para o seguimento multidisciplinar na consulta, orientações sobre a alimentação, conselhos sobre a posição de barriga para cima no berço (protectora de sindrome da morte súbita que é mais frequente nestes bebés) e conselhos sobre evição de infeções respiratórias, bem como a evição de ambientes poluidos.
Situação em Portugal
Em Portugal, 9 em cada 100 bebés nascem com menos de 37 semanas de gestação, e 1% dos recém-nascidos tem menos de 32 semanas de idade gestacional, o que equivale a cerca de 800 por ano. Estas crianças poderão vir a ter problemas específicos que exigem apoios especializados, necessitando de equipas multidisciplinares no seu seguimento.
Cuidados centrados no desenvolvimento e na família
Recentemente as unidades de cuidados intensivos neonatais procuram adoptar uma metodologia de cuidar estes bebés que tem mostrado ser uma mais valia a curto, médio e longo prazo no desenvolvimento destes bebés, e que se baseia nos cuidados centrados no desenvolvimento e na familia.
É uma forma integrada e holística dos cuidados de desenvolvimento centrados no doente e na família. São também chamados cuidados individualizados para o desenvolvimento, e por isso não obedecem a um protocolo, mas sim a linhas de orientação para cada recém-nascido. Sabemos que o que funciona bem para um bebé pode não funcionar para outro, e o que hoje se adequa a um bebé, pode no dia seguinte não se adequar.
Os profissionais devem a cada momento saber interpretar os sinais dos recém-nascidos para orientar os cuidados, sendo fundamental a formação dos mesmos nesta área do conhecimento, dado que a observação cuidada é a chave para entender o comportamento do bebé, conduzindo à correcta adequação dos cuidados aos sinais que ele apresenta.
No útero o feto espera e recebe estímulos cutâneos e químicos do líquido amniótico, o útero ajuda o feto a manter a sua postura fetal, o s**o e líquidos amnióticos facilitam o desenvolvimento motor e o feto tem movimentos mais suaves e mais modulados. Também o ritmo circadiano e o estado emocional da mãe influenciam o comportamento do feto.
Após o nascimento, os prematuros, principalmente os grandes prematuros, estão sujeitos a desafios inesperados para o seu cérebro imaturo durante este período extremamente vulnerável do desenvolvimento cerebral. As experiência sensoriais nas unidades de cuidados intensivos são muito negativas para o desenvolvimento cerebral, nomeadamente no que se refere ao ambiente (exposição à luz, ao ruído) e às intervenções, que frequentemente são dolorosas, factos que se associam à diminuíção das experiências positivas, que perderam com o nascimento prematuro. Todos estes conhecimentos devem ser tidos em conta diariamente pelos profissionais de saúde que cuidam estes recém-nascidos nas unidades.
Procura-se minimizar o impacto no cérebro imaturo de todas estas influêcias negativas, e, ao mesmo tempo, promovendo ou facilitando os aspectos que o influenciam favoravelmente, poder melhorar o desenvolvimento do cérebro e consequentemente os resultados a médio e longo prazo.
O respeito pelo recém-nascido e família, na sua diversidade, salientando os pontos fortes, ser honesto nas informações, colaborar com a família em todos os aspectos que ela necessitar, favorecer o aleitamento materno, o contacto pele com pele e a parceria de cuidados, promover seminários de educação para pais e família, facilitar as atividades de apoio de pais para pais, a presença ilimitada dos pais nas unidades, a participação dos pais nos cuidados e na tomada de decisão, a participação nas visitas médicas, a transição para a alta e os cuidados no domicílio, o apoio de populações específicas, são aspetos que integram esta filosofia.
Hoje em dia esta forma de cuidar deve ser optimizada reconhecendo que cada recém-nascido é um ser humano integrado numa família.

Santo Natal 2020Feliz 2021
04/12/2020

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Feliz 2021

08/06/2020

Informamos que a clínica está em pleno funcionamento com consultas presenciais em todas as especialidades.

Na eventualidade de dificuldades na marcação das consultas por telefone ou telemóvel utilize o e-mail.

Esperamos por si

A Direção

01/04/2020

⚠️Caros utentes!⚠️

Face à situação atual de estado de emergência nacional pela infeção COVID-19, a Clínica Pediátrica do Bom Sucesso adotou, transitoriamente, um plano de contingência com diminuição do atendimento.

Assim:
De acordo com o utente podemos efetuar consultas de Pediatria não presenciais ou teleconsultas, desde que as circunstâncias clínicas do utente o permitam. O respetivo Pediatra decidirá, após contacto telefónico com os pais, se se justifica uma consulta presencial.

Procuraremos dar resposta célere aos telefonemas e contactos de e-mail. Logo que a situação no país o permita esperamos revogar estas medidas.

Se for urgente contacte a Clinica Pediátrica do Bom Sucesso.
Agradecemos a vossa compreensão.
Muito obrigada.

Rastreio Nutricional Gratuito O rastreio nutricional é fundamental para identificar casos de sobrepeso, obesidade e emag...
02/05/2019

Rastreio Nutricional Gratuito

O rastreio nutricional é fundamental para identificar casos de sobrepeso, obesidade e emagrecimento, bem como casos de défices ou excessos nutricionais.
Identificação destas situações precocemente permite que o seu tratamento seja mais eficaz, prevenindo o aparecimento de complicações futuras promovendo uma vida saudável.
A prevenção de desvios nutricionais bem cedo na infância tem um papel educativo neste grupo etário ao mesmo tempo que permite um normal desenvolvimento da criança.
A Clínica Pediátrica Bom Sucesso vai realizar uma campanha de rastreio de nutrição gratuita todas as 6as feiras entre as 18 e as 19 horas.
Não deixe passar esta oportunidade e marque já o rastreio para os seus filhos!
Contactos:

08/04/2019

Enfermeiras punham auscultadores na barriga de Catarina Sequeira, em morte cerebral, para Salvador não estar sozinho. - Domingo, Correio da Manhã.

Endereço

Bom Sucesso Trade Center, Praça Do Bom Sucesso, Nº 61, 9º Andar, Sala 904
Porto
4150-146

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Segunda-feira 09:00 - 21:00
Terça-feira 09:00 - 21:00
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