Jorge Ribas: Porto Physio Center

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Estamos de volta.Três semanas de pausa, e já sentimos falta de vos receber.Se ficou com alguma coisa pendente — uma dor ...
24/08/2026

Estamos de volta.
Três semanas de pausa, e já sentimos falta de vos receber.

Se ficou com alguma coisa pendente — uma dor que apareceu nas férias, uma consulta que queria marcar antes e não deu tempo — já pode falar connosco.

Voltamos esta semana a atender normalmente.
Obrigada pela compreensão e até já.

É frequente, nesta altura do ano, ouvir falar de noites mal dormidas.Pode ser o calor. Pode ser estar de férias com cria...
17/08/2026

É frequente, nesta altura do ano, ouvir falar de noites mal dormidas.

Pode ser o calor. Pode ser estar de férias com crianças, com a rotina toda alterada. Pode ser um bebé pequeno que acorda de três em três horas. Pode ser a ansiedade a bater.

As causas são diferentes, mas o efeito no corpo é semelhante: o limiar de perceção da dor baixa. Isto signif**a que qualquer desconforto ou tensão, física ou emocional, se torna mais intenso do que é.

Nestes períodos, acolha-se. Reduza a exigência sobre si mesmo.

Faça algo que o distraia, ou que aumente o ritmo cardíaco: caminhar, correr, dançar.

Seja compreensivo consigo próprio. E, se for o caso, procure ajuda.

Nas férias é natural não conseguirmos seguir com a nossa rotina de alimentação ou treino.São semanas fora do comum, muit...
10/08/2026

Nas férias é natural não conseguirmos seguir com a nossa rotina de alimentação ou treino.

São semanas fora do comum, muitas vezes com crianças ou família, e torna-se impossível garantir que comemos bem ou que nos movimentamos adequadamente.

O importante é não entrar em paranóia. O corpo e a mente merecem algum descanso e sair da rotina não é o fim do mundo.

É só importante ir equilibrando, hidratando e tentando manter movimento. Mas sobretudo, respire! Está de férias e merece viver o momento.

Estamos de férias!Para muitas pessoas agosto é o mês da pausa, com menos agenda, mais tempo, dias mais lentos.E é precis...
03/08/2026

Estamos de férias!

Para muitas pessoas agosto é o mês da pausa, com menos agenda, mais tempo, dias mais lentos.

E é precisamente porque o ritmo muda que de 3 a 23 de agosto vamos estar encerrados. Vamos aproveitar para recarregar energia e bem-estar para vos receber.
Voltamos a atender no dia 24.

Aproveitem bem estas semanas, sejam elas de viagem, praia, ou apenas para estar em casa.

Até já e boas férias.

Há dores que o corpo não resolve sozinho, por muito que se durma bem ou se coma bem.Um dia mau no trabalho, uma fase dif...
31/07/2026

Há dores que o corpo não resolve sozinho, por muito que se durma bem ou se coma bem.

Um dia mau no trabalho, uma fase difícil em casa, um cansaço que não é físico mas que pesa como se fosse. Nesses dias, o que ajuda de verdade costuma ser mais simples do que qualquer tratamento: uma chamada a um amigo, um café que se estica, alguém que ouve sem julgar.

A amizade cura de uma forma que nenhuma outra coisa cura. Não substitui o descanso nem o acompanhamento profissional quando é preciso, mas alivia o peso que se carrega sozinho, e isso, por si só, já é recuperação.

Hoje é o Dia da Amizade. Um lembrete simples: ligar a quem faz bem, marcar aquele café adiado há semanas, dizer a alguém o quanto a sua presença importa. Às vezes é apenas disso que o corpo e a mente precisam.

Há um tipo de segurança que só se sente ao lado de um avô ou de uma avó. Sem pressa, sem exigência, sem a preocupação co...
28/07/2026

Há um tipo de segurança que só se sente ao lado de um avô ou de uma avó. Sem pressa, sem exigência, sem a preocupação constante que os pais carregam por dentro. Só presença, disponível, sem condições.

Essa segurança f**a. Não como memória de um dia específico, mas como uma base que se leva para a vida adulta, muitas vezes sem se perceber de onde veio. A forma como se lida com o afeto, a capacidade de se sentir bem só por estar acompanhado, sem precisar de fazer nada, sem precisar de provar nada, isso aprendeu-se algures, ao colo de alguém que tinha todo o tempo do mundo para dar.

No domingo foi o dia dos avós e vale a pena recordar o quanto essa presença, tantas vezes silenciosa, ajudou a construir quem somos hoje.

Boa semana!

Andar descalço tem benefícios reais. Sem sapato a estabilizar o pé, os músculos pequenos que sustentam o arco e o tornoz...
24/07/2026

Andar descalço tem benefícios reais. Sem sapato a estabilizar o pé, os músculos pequenos que sustentam o arco e o tornozelo trabalham mais, o que os fortalece com o tempo. A areia, por ser instável, exige ainda mais desse esforço do que um piso firme.

Esse mesmo esforço, em volume elevado e sem qualquer preparação prévia, tem outro efeito: fadiga muscular seguida de dor, tipicamente na planta do pé ou na barriga da perna. É a mesma resposta que qualquer músculo dá quando é exposto de repente a uma carga muito acima do que está preparado para suportar.

A forma de aproveitar o benefício sem o custo é a mesma em qualquer músculo pouco exercitado: introduzir o esforço aos poucos. Começar por percursos curtos, aumentar a duração ao longo dos dias, e parar antes de a fadiga se tornar dor.

Os nossos sapatos do dia a dia costumam ter algum tipo de suporte para o arco do pé. A sandália ou o chinelo de verão, m...
21/07/2026

Os nossos sapatos do dia a dia costumam ter algum tipo de suporte para o arco do pé. A sandália ou o chinelo de verão, mais fresco e mais leve, não tem essa estrutura. O pé passa a sustentar sozinho o arco que antes tinha ajuda.

Um dia assim não faz diferença. O problema aparece com a repetição: vários dias seguidos, a caminhar horas por cidades e passeios, sem o suporte a que o pé estava habituado. A fáscia plantar, o tecido que sustenta esse arco, é a estrutura que absorve essa sobrecarga extra.

A dor costuma aparecer ao dar os primeiros passos de manhã. Alivia depois de o pé aquecer, o que leva muita gente a ignorá-la, como se fosse só rigidez matinal normal. Não é. É um sinal de que a fáscia está sob tensão, e continuar a caminhar sem mudar o calçado mantém essa tensão ativa, em vez de a resolver.

A solução mais simples nem sempre é deixar de usar sandálias. É alternar: um dia com suporte, outro sem, ou reservar o calçado plano para percursos mais curtos. Se a dor persistir para lá de alguns dias mesmo com essa alternância, pode já não ser uma questão de calçado.

Inchaço com calor é uma resposta normal: os vasos sanguíneos dilatam para ajudar a dissipar temperatura, e essa dilataçã...
17/07/2026

Inchaço com calor é uma resposta normal: os vasos sanguíneos dilatam para ajudar a dissipar temperatura, e essa dilatação torna mais lento o retorno venoso, o sangue que devia subir das pernas de volta ao coração.

O resultado é o tornozelo mais apertado ao final do dia, a marca da meia na pele, a sensação de peso nas pernas depois de horas em pé ou sentada. Isto acontece a quase toda a gente com calor e não é, por si só, motivo de preocupação.

O que muda o diagnóstico é a assimetria. Inchaço de calor distribui-se pelas duas pernas de forma semelhante. Quando um tornozelo ou uma perna incha visivelmente mais do que o outro, já não é só uma resposta térmica generalizada — é um sinal localizado, e sinais localizados pedem uma causa localizada: uma veia com dificuldade de retorno, uma articulação inflamada, uma compressão nervosa que ainda não deu outros sintomas.

O segundo sinal a observar é a persistência. Inchaço de calor reduz com as pernas elevadas, com o fresco da noite, com o corpo em repouso horizontal. Inchaço que se mantém mesmo deitada, mesmo de manhã antes de qualquer exposição ao calor do dia, já não está a responder à temperatura, mas a responder a outra coisa, que o calor apenas tornou mais visível.

Não é preciso vigiar cada inchaço de verão com desconfiança. Mas vale a pena saber os sinais que separam "normal" de "vale a pena avaliar".

Durante o verão, há pacientes não habituais que estão de visita ao Porto, hospedados por poucos dias, com uma queixa que...
14/07/2026

Durante o verão, há pacientes não habituais que estão de visita ao Porto, hospedados por poucos dias, com uma queixa que surgiu já em viagem. Muitas vezes, uma dor lombar, depois de horas de avião, de dormir numa cama diferente, de um dia inteiro a caminhar pela cidade com a mala às costas.

Há algumas recomendações que podem ajudar a aliviar este tipo de sobrecarga. Movimento suave e frequente, em vez de repouso prolongado, já que parar por completo tende a agravar a rigidez. Alternar entre estar de pé e sentado, porque manter a mesma posição durante horas, no avião, no autocarro turístico, à mesa de um restaurante, prolonga o desconforto e a dor. E calor local, que relaxa o músculo melhor do que o gelo nestes casos.

Pode ser uma boa ideia marcar uma consulta e avaliar a situação. Além de ajudar a reduzir a dor e a inflamação, uma avaliação contribui para que a recuperação aconteça da forma certa. E para além de não estragar as férias, evita também consequências a médio prazo.

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