Consultório Cecília Pinto

Consultório Cecília Pinto O lugar onde a Psicologia e a Medicina Tradicional Chinesa se encontram...

“A Psicologia Clínica é um dos mais apaixonantes e mais férteis domínios da acção humana quer na sua orientação prática, que se centra no sofrimento ou nos conflitos de um individuo, quer na produção de conhecimentos que permitem compreender melhor, ou até explicar, a maneira como o homem constrói o seu mundo.”

Pedinielli
A Psicologia Clínica tem como objetivo de ajudar as pessoas a conviver melhor com seus conflitos e dificuldades, além de auxiliá-las a se conhecer melhor, reflectindo sobre as suas próprias escolhas decisões. A Medicina Tradicional Chinesa é uma medicina energética, ou seja, toma como base a existência de uma estrutura energética para além do corpo físico, e afirma que no nosso corpo a energia circula por canais que têm pontos específicos que, ao serem puncturados, reorganizam a circulação energética de todo o corpo. A doença, por sua vez, é sempre uma desorganização da energia funcional que controla e dinamiza os órgãos. Este sistema beneficia de experimentação e aperfeiçoamento ininterrupto há vários milhares de anos: com ele obtêm.se resultados mais rápidos e profundos em acupunctura. Sem ele, a acupunctura f**a reduzida a uma prática empírica, sem história científ**a e de alcance muito mais limitado. Largamente estudada e reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a MTC possui hoje, mesmo a nível Ocidental, um valor inegável. De tal modo que a própria OMS emitiu, já há alguns anos, uma lista em que reconhece a sua eficácia em patologias, por exempo:l
- bronquite, pneumonia, asma, rinite, sinusite, hipertensão arterial;
úlcera peptídica, disfunção biliar, diabetes mellitus, acne, dermatite, reumatismo;
- má posição fetal, hemorróidas, celulite, obesidade, insónias, obstipação, alcoolismo, dores articulares, prostatite, incontinência urinária e f***l;
- enurese, síndrome de ménierre, ciática, nevralgia do trigémio, polinefrite, cefaleias, depressão, neuroses psíquicas, torcicolite, tenossinovite, tabagismo;
- gripe, tosse, tonturas e vertigens, tinitus (zumbidos), angina de peito, otites, impotência sexual, problemas menstruais, síndrome menopausica e patologias da mama.

21/04/2023

Há semanas que são complicadas na minha cabeça. Já foram muito complicadas... e muitas semanas. Esta está a ser uma delas. É ter a mente hipervigilante à procura de “supostos” perigos. Algo que não se enquadra na minha “suposta” normalidade ou que fuja do meu controle. É como se a minha cabeça fosse um soldado de plantão na trincheira, mas a quem nunca lhe disseram quem era o inimigo. Então está atento a tudo o que mexe, ansioso, à espera que algo quebre a sua normalidade. Pode ser tudo, pode ser nada. Na realidade o inimigo é apenas um... aquele a quem o soldado (eu) der atenção.
Todos os dias desta semana tenho sido inundado com a pergunta mágica dos obsessivos ou ansiosos: “E se...” E se isto faz mal? E se isto está contaminado? E se isto não é aquilo que eu penso? E se por estar a desvalorizar, estou a abrir as portas ao perigo?
Mas o meu papel hoje é um pouco diferente de há uns anos... Ainda vou, mas se antes ia constantemente atrás destes “ e se”, em busca de respostas que não existem, hoje observo, com todo o desconforto que isso traz. Tento não procurar respostas, mesmo que a minha cabeça diga “eu preciso disso para me acalmar”. Não faço perguntas, mesmo que a minha cabeça insista que é o melhor para essa dúvida desaparecer. Sei que não o é, já vivi milhares de vezes a mesma lógica com as mais variadas obsessões. E tal como sei que fazer perguntas ou procurar respostas traz apenas um alivio momentâneo, também sei que o desconforto vai passar. Tudo passa. Então procuro ser o soldado que sai da trincheira, não para abrir fogo, mas para sair do buraco e ver que afinal os inimigos não são assim tantos e a guerra é só com ele mesmo.

22/03/2023

Uma consulta de psicologia é hoje natural para muita gente. Para vencer traumas, aprofundar autoconhecimento ou melhorar desempenho, entre tantas razões. Mas ainda há barreiras a ultrapassar.

Cuide de si!
10/10/2022

Cuide de si!

13/09/2022

Creche ou família?

Nunca entendi porque é que se foi separando o jardim de infância do ensino obrigatório. Já que o jardim de infância cria as condições para o sucesso do ensino obrigatório. Acresce que o jardim de infância talvez seja dos raros momentos em que a escola se adequa à forma de aprender de uma criança e a ensina a pensar. Por isso mesmo, custa a entender que o jardim de infância não seja obrigatório e gratuito. Não seja ensino básico.

Entretanto, há muitas crianças que passaram a ter acesso gratuito à creche. E isso seria de aplaudir. Mas talvez seja importante conversarmos sobre ela.

Há creches e creches. Mas faz diferença a um bebé muito pequenino ter de se levantar a destempo e atravessar uma cidade. Ser confiado a pessoas que repartem a sua atenção com outros bebés. Ou adequar-se ao modo de funcionamento de uma creche. Faz diferença se lá passa muitas ou poucas horas. Se tem contacto regular com o ar livre. Ou se o estimula com método. Acresce que os bebés aos 6, aos 8, ou aos 12 meses não procuram a relação com outros bebés, como acontece depois dos 2 anos. Porque o vínculo prevalece sobre a sociabilidade.

A qualidade das creches minimiza muitos custos. Mas um bebé ganha com cuidados adequados aos seus ritmos. Com a criação de rotinas que se compatibilizem com eles. E com regras que liguem ritmos e rotinas com competências e sociabilidade. E ganha se, primeiro, tiver um rosto seguro. Depois, dois. E a seguir, três e quatro. Cresce-se melhor devagar!

Num país mais amigo das crianças, em vez das creches gratuitas, talvez devêssemos estar, já, a debater as condições para instituir os 2 anos como “baliza” para que as crianças saiam de casa. Mais o alargamento das licenças de parentalidade. Ou o trabalho dos pais a tempo parcial. Ou o apoio aos avós nesta tarefa.

Mais creche não é, por inerência, melhor desenvolvimento. Com muitíssimas horas de creche e menos jardim de infância, como sucede a muitas crianças, cavam-se entre elas diferenças muito grandes no acesso a tudo o que a escola, depois, lhes dá. Guardar os bebés não chega! É preciso dar-lhes, desde o princípio, todas as condições para que sejam iguais.

04/09/2022

Hoje é Dia Nacional do Psicólogo!
Obrigada a todos pelo vosso serviço! 👏 🙌

28/02/2022
24/12/2021
28/10/2021

Como tomamos decisões? Como escolhemos entrar em conflito ou evitá-lo? Como estabelecemos relações? As respostas nesta conversa do Mês da Ciência e da Educação com a investigadora Camilla Pang, autora do livro «Explaining Humans», conduzida por Pedro Pinto.

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