03/05/2026
Ser mãe…
Ser mãe é a maior bênção do mundo.
Ser mãe é muito mais do que carregar um filho no ventre…
é carregar um universo inteiro dentro de ti…
É ser escolhida por uma alma,
é ser portal de vida,
é ser colo que acolhe,
é ser abrigo em qualquer tempestade.
Ser mãe é amar antes de conhecer,
é proteger antes de ver,
é sentir… mesmo antes de tocar.
Ser mãe é doação… porque só quem ama verdadeiramente, doa.
Ser mãe é missão.
Uma missão sagrada,
onde o amor não tem medida, nem condição.
Ser mãe é dar tudo…
mesmo quando parece que já não há nada para dar.
É cair… e levantar, porque tens alguém por quem lutar.
É chorar… e ainda assim ser força.
É amar… mais do que alguma vez imaginaste ser possível.
“Mãe” tem três letras…
o “céu” também…
e em ambas cabe o infinito.
Palavras pequenas…
mas com um signif**ado imenso,
carregadas de um amor que não se explica — sente-se.
Hoje quero honrar todas as mães…
As que carregam os seus filhos nos braços…
as que carregam os seus filhos no céu…
e aquelas que, como eu, vivem entre dois mundos — com um filho nos braços e outro na luz.
Porque jamais deixamos de ser mães.
Há mães que vivem com os filhos nos braços…
e há mães que vivem com os filhos na alma.
E nenhuma delas ama menos.
Nenhuma delas se entrega menos.
Mas há um tipo de mãe…
aquela que aprendeu a viver dividida entre a terra e o céu.
Uma mãe que carrega em si a presença… e a saudade.
Numa dor que não se explica… sente-se.
É um vazio que não se preenche,
uma ausência que grita em silêncio,
um amor que continua… mesmo sem presença física.
F**ar “pela metade” não é deixar de amar —
é amar tanto… que mesmo na ausência, existe presença.
Uma presença silenciosa… invisível…
mas infinitamente profunda.
Porque quando um filho parte…
não leva o amor.
A alma permanece…
ligada por fios de luz,
tecidos de amor eterno.
F**a um vazio, sim…
um silêncio que ecoa,
uma saudade que aperta.
Mas também f**a algo maior…
uma ligação que nem o tempo, nem a distância conseguem quebrar.
Porque há amores…
que Deus jamais permite que se percam.
E talvez não seja coincidência…
talvez seja promessa.