Medicinas Tradicionais - Rui de Azevedo Barroso

Medicinas Tradicionais - Rui de Azevedo Barroso Naturopatia - Terapias e Massagens Ayurvédicas - Alimentação Ortomolecular - Reflexologia - Nutr

CONSULTA DE MEDICINA HOLÍSTICA AYURVEDA E NATUROPATA
No contexto das Medicinas Tradicionais, a Ayurveda e a Naturopatia abordam o Paciente a partir do seu genótipo, ou seja, a partir da sua constituição básica, da sua genética, avaliando alguns factores como:
- Grupo sanguíneo - Historial clínico – Mobilidade - Comportamento psíquico - Hábitos alimentares - Interacção social e ambiental
A recolha

e análise destes dados permitem ao Terapeuta chegar ao fenótipo do Paciente, ou seja, de uma forma resumida, ao seu estado actual de saúde. Toda esta avaliação é feita num âmbito de conduta naturopática através de especialidades como:
- A Iridologia (análise da irís)
- A Reflexologia (podal, facial e língual)
- A Palpação Ayurvédica do pulso do Paciente a qual nos revela o estado de saúde dos tecidos:
- Linfático - Sanguíneo - Adiposo – Muscular – Ósseo - Nervoso-Medula -Fluído orgásmico
Estes sete tecidos são avaliados no seu genótipo (pakrutti) e no seu fenótipo (vikrutti). Mediante uma análise detalhada de sinais e sintomas do Paciente, o Profissional de saúde aplica técnicas de manipulação terapêutica, que podem ir de técnicas de Massoterapia e Osteopatia até leve pressão de pontos vitais combinados, de forma a promover a Homeostase (restauração do estado de saúde original) coadjuvando com uma Dietoterapia adequada à natureza do Paciente acompanhada de tratamento Fitoterâpico (ingestão e infusão de ervas medicinais) e Aromaterápico (óleos essenciais), bem como aconselhamento na prática de uma actividade física que o favoreça. Todo o tratamento é feito com acompanhamento psicoterapêutico por forma a dotar o Paciente das suas aptidões mentais, emocionais e espirituais, optimizando a interacção comportamental, social e ambiental, promovendo acima de tudo o equilíbrio homeostásico. Naturopatia Terapias e massagens Ayurvédicas Reflexologia Nutrição Iridologia Fitoterapia Kinesiologia Aromaterapia Massoterapia Dietoterapia
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MASSAGEM AYURVÉDICA

A Ciência Ayurveda começou há cerca de 6 mil anos, na Índia. Em linguagem sânscrita, Ayurveda (ou Ayurvédica), traduzindo literalmente, Veda signif**a “o conhecimento”, o saber; Ayur (ou Ayu) “vida”, indicando assim, “O conhecimento da vida humana”. A Massagem é uma das ferramentas utilizadas para reequilibrar o indivíduo dentro do tradicional e milenar sistema de cura que é a Medicina Ayurveda. A Massagem Ayurvédica é uma técnica de massagem holística (aborda o indivíduo como um todo) favorecendo a integração, o equilíbrio e o intercâmbio dinâmico entre a mente e o corpo. É um método de tratamento corporal de deslizamentos e alongamentos, auxiliado por óleos vegetais e essências que estimula os músculos e a circulação, libertando as toxinas presas aos músculos e tecidos. Através de toques profundos com mãos, cotovelos e pés, a Massagem Ayurvédica proporciona um re-alinhamento postural, alívio de tensões no corpo, fortalece o sistema imunológico, tem efeitos anti-stress e anti-depressivos. Proporciona uma maior flexibilidade do corpo e mobilidade nas articulações, possibilitando o circuito livre da energia vital. É indicado ainda para caso de dores musculares, enxaquecas, dores reumáticas, problemas de coluna, má postura, fortalecimento do sistema imunológico, stress, depressões, etc. A Massagem Ayurvédica aumenta a circulação dos fluidos vitais e as trocas a nível celular, ajudando a remover as toxinas. Em Ayurveda, acredita-se que as dores são causadas pela obstrução do fluxo de prana (energia vital) nos canais subtis. Com o calor gerado pela fricção na massagem, ocorre a desobstrução destes canais e há a liberação do fluxo energético, aliviando dores e tensões. Esta massagem atua de modo profundo e abrangente na circulação em geral, seja sangüínea, linfática ou energética. Assim, promove o aumento da circulação periférica nos vasos capilares, o que reduz a pressão arterial e aumenta a oxigenação nos tecidos. A circulação linfática aumenta em até seis vezes após a massagem. Importantes enzimas que compõem a linfa, como a histaminase, e neurotransmissores, como a serotonina, fundamentais para o relaxamento muscular e nervoso, são libertadas em profusão durante a massagem. Normalmente as pessoas que recebem sessões de Massagem Ayurvédica, experimentam uma grande sensação de bem-estar, relaxamento, tranquilidade, sono profundo e um novo ânimo. Efeitos:
A nível físico
- A pele f**a com um lustro mais formoso.
- Tonif**a e relaxa os tecidos musculares subcutâneos, nutrindo assim a pele e formando curvas harmónicas no corpo .
- Aumenta a temperatura corporal, facilitando a circulação.
- incrementa o fluxo de oxigénio e eliminação de toxinas do corpo.
- Incrementa a resistência corporal ao elevar o sistema imunológico.
- Abre os canais do corpo, possibilitando um fluxo sem obstáculos da energia vital.
- Dá ao corpo uma sensação de leveza, agilidade e energia
- Flexibiliza a coluna, melhorando a comunicação nervosa aos órgãos e demais partes do corpo.
- Aumentar o vigor e vitalidade sexual.
- Activa a concentração e a vivacidade mental.
- Rejuvenesce e preserva as propriedades da juventude. A nível mental
- Afirma a auto-estima, cria confiança, abertura mental, segurança e concentração.
- Liberta as emoções bloqueadas.
- Produz relaxamento, induzindo pensamentos positivos e consciência de todo o corpo. REFLEXOLOGIA

É uma arte suave, uma ciência fascinante e uma forma extremamente ef**az de massagem terapêutica. Cada órgão, glândula e estrutura do corpo estão representados na planta dos pés; por meio do estímulo de pontos específicos, essa técnica milenar ajuda o organismo a combater disfunções, melhorar a saúde

Mais que uma massagem relaxante nos pés, a reflexologia podal é uma terapia não invasiva que pode beneficiar e promover o bem-estar de pessoas de todas as idades. A técnica milenar, que consiste no estímulo de pontos específicos correspondentes a cada parte do corpo, libera tensão e ajuda o organismo a combater inúmeras disfunções, melhorando a saúde e trazendo conforto físico e mental.

05/06/2023
Se as pessoas se lembrassem...que pode escovar os dentes com óleo de coco, hidratar a pele apenas com banana ou mel e hi...
16/05/2022

Se as pessoas se lembrassem...
que pode escovar os dentes com óleo de coco, hidratar a pele apenas com banana ou mel e hidratá-la com algumas gotas de azeite.
Que não há shampoo como bicarbonato de sódio, nem desembaraçador melhor que vinagre, nem melhor desinfetante que sabonete caseiro.
Que a água da hera deixa os cabelos macios e brilhantes, a água da decocção de urtiga remove a caspa e problemas no couro cabeludo e a água de alecrim fortalece o cabelo e evita sua queda, e não há banho de creme como gema de ovo.
Que você pode clarear o cabelo com chá de camomila, escurecer com cascas de nozes, cobrir os cabelos brancos com água de casca de batata, clarear alguns tons de castanho com uma máscara de canela, limão e mel.
Que você pode lavar louça, chão e cristais com água de casca de citrinos.
Que é muito fácil não consumir lixo plástico.
Que há sempre onde enterrar a orgânica.
Que uma mistura de álcool, água oxigenada e vinagre é um potente antimicótico, assim como óleo de orégano, bicarbonato, alho ou óleo de coco.
Que com alho, vinagre e mel você pode preparar um antibiótico...
Que pra viver bem na verdade é preciso muito pouco!
Que sair do sistema não é lutar contra ninguém, mas lembrar quem somos e de onde viemos.
Você pode fazer um mundo com pouco... só percebendo que NÓS escolhemos o como.
Recordar nossas raízes, recuperar nossa memória. 🌱✨

Aura 🌟A Aura pode ser definida como um campo electromagnético subtil e sensível que envolve o nosso corpo físico, e que ...
09/02/2022

Aura 🌟

A Aura pode ser definida como um campo electromagnético subtil e sensível que envolve o nosso corpo físico, e que comporta outros corpos, outras multidimensões corpóreas, como o corpo emocional, mental, e as várias nuances dos nossos corpos espirituais 🌟

Ela pode assumir várias cores, conhecidas ou invisíveis ao olho humano, que variam de acordo com a vibração, o comprimento de onda energético que estamos a emanar 🌟

Na Ayurveda, a Aura é composta pelo nosso sistema nervoso subtil, também denominado de nadis, que permitem que a energia biofisiológica flua para lá do corpo físico, e influencie, é seja influenciada pelo ambiente em torno🌟

Em contextos mais espirituais a Aura é formada pela súmula das nossas emoções e pensamentos, e pode estar carregada de pensamentos-forma, que têm o potencial de atrair eventos para a nossa Vida 🌟

É na Aura que guardamos desafios somatizados, que podem mais tarde despoletar em desequilíbrios e patologias físicas; manifestamos os pensamentos que mais alimentamos, e que vão ganhando força antes de se materializarem 🌟

A Aura da saúde é relativamente simples de ver a olho nu, colocando-se os dedos indicadores frente a frente, com um fundo branco, e afastando-os ligeiramente para percecionarmos uma luz suave azulada ou esbranquiçada que f**a entre os dedos 🌟

A Aura tem a dimensão aproximada da nossa envergadura, formando uma esfera, que pode ser ovalada em torno do corpo físico; ela pode encolher-se quando nos sentimos doentes ou inseguros, ou pode expandir-se à medida que vamos ampliando, com segurança, a nossa consciência; ela é sensível ao Sol, ao sal, aos cristais, aos sons e músicas, a toda a vibração do nosso meio ambiente 🌟

Para quem tenha trabalhado a sua terceira Visão, ou seja naturalmente clarividente, a Aura apresenta várias cores, às quais se associam vários signif**ados, em tudo semelhantes às definições das cores na Cromoterapia 🌟

A natureza, luz, cor e dimensão da nossa Aura pode ir sendo Revelada por Auto-observação, e pela Meditação, em que tomamos consciência do campo holográfico que ela forma, e da multidimensionalidade que a compõe 🌟

Todos os exercícios de limpeza dos Chakras favorecem amplamente a fluidez e a clareza dos circuitos energéticos subtis da Aura 🌟

A Aura pode ainda estar associada à nossa Merkabha, e ajudar-nos a realizar o nosso propósito de evolução espiritual através de toda a informação que contém, sendo uma ferramenta em potencial, que ainda só começámos a vislumbrar 🌟

Michele Pó 🌺

08/10/2021
A IMPORTÂNCIA DOS MINERAISCálcioO Cálcio nos AlimentosO Cálcio é um elemento mineral, podendo ser encontrado numa grande...
30/04/2021

A IMPORTÂNCIA DOS MINERAIS

Cálcio

O Cálcio nos Alimentos
O Cálcio é um elemento mineral, podendo ser encontrado numa grande variedade de alimentos. Embora o leite e seus derivados, como o queijo e iogurtes tenham a fama de serem as melhores fontes de cálcio, este facto não corresponde à realidade. De facto, existem diversas fontes de origem vegetal que constituem uma boa alimentação para a saúde e que são tanto ou mais ricos em cálcio que o leite. Exemplos destes alimentos são o melaço escuro, a amêndoa, feijão, milho e o sésamo. Os bróculos, couve e laranja são também fontes muito boas de cálcio.
O cálcio é absorvido pelo intestino em apenas 20 a 30% da totalidade de cálcio ingerida e presente nos alimentos. Existem fases da vida em que a absorção de cálcio é superior, como durante a gravidez, lactação ou em períodos de crescimento acentuado. O cálcio restante, entre 70 a 80% é expelido pelo organismo através das fezes.
A vitamina D, proteínas, lactose e a própria acidez do bolo intestinal são elementos que favorecem em grande parte a absorção do cálcio. Pelo contrário, existem outros elementos que a prejudicam fortemente, tal como o excesso de fósforo, presente em muitos peixes e tipos de carnes, os fitatos (presentes no farelo), os oxalatos presentes no ruibardo, espinafres ou outras verduras de cor verde, e também o excesso de gorduras.
Uma nota de atenção importante é que embora os fitatos e os oxalatos possam reduzir a absorção de cálcio dos cereais e das verduras, respectivamente, ambos os tipos de alimentos continuam a ser excelentes fontes de cálcio. Exceptuando a sardinha, a generalidade dos peixes, e também das carnes, são muito pobres em cálcio.
O Cálcio e a Saúde
Os principais papeis do cálcio para a saúde verif**am-se ao nível da formação da massa óssea e dos dentes, na contracção muscular e na transmissão dos impulsos nervosos. O cálcio é também muito importante para a coagulação sanguínea. Caso exista falta de cálcio, os principais sintomas são raquitismo e osteoporose.
Existe um acentuado aumento das necessidades de cálcio na alimentação durante a gravidez, lactação e na alimentação de adolescentes, devido às necessidades de crescimento relacionadas com formação óssea.

Ferro

O Ferro nos Alimentos
O Ferro é um elemento de origem mineral e que se pode manifestar nos alimentos em duas formas químicas diferentes. Existe o ferro “não hemínico”, ou ferro “não hem” (também denominado por vezes de “inorgânico”, que se encontra presente nos vegetais, leite e ovos. Estes alimentos só contêm este tipo específico de ferro, embora na carne e no peixe o ferro “não hem” constitua cerca de 65% do total. O ferro “hem”, “hemínico” ou orgânico só se encontra na carne e no peixe, constituindo 35% do total de ferro contido nestes alimentos.
O ferro, independentemente do seu tipo, seja ferro “hem” ou ferro “não hem”, possui uma taxa reduzida de absorção. As taxas variam conforme o tipo, mas a absorção nos vegetais em geral é de 10%, do peixe cerca de 15% e da soja e seus derivados cerca de 20%. O tipo de alimento que apresenta uma maior taxa de absorção de ferro é o grupo das carnes, registando-se 30% de absorção efectiva.
Existe o mito que o ferro da carne é melhor que o ferro de origem vegetal, embora este facto não seja correcto. Isto porque o organismo não consegue distinguir, uma vez absorvido, se o ferro proveio de vegetais ou carne, sendo ambos os tipos aproveitados metabolicamente. O que acontece é que, como se demonstrou, a taxa de absorção do ferro da carne, o ferro “hem” é superior ao ferro vegetal, o ferro “não hem”, embora seja mais prejudicial ao coração.
A vitamina C e o cálcio aumentam a absorção do ferro “não hem”. Já os oxalatos das verduras, fitatos dos cereais, os polifenóis ou taninos do chá e até certos alimentos de origem vegetal podem prejudicar a absorção de ferro, caso estejam presentes em excesso.
O Ferro e a Saúde
As principais funções do ferro na saúde verif**am-se essencialmente ao nível da formação da hemoglobina do sangue e da respiração celular. Caso se verifiquem carências de ferro, surgem sintomas gretas nos lábios, fraqueza capilar e anemia.
O ferro é particularmente importante em casos de menstruação abundante e hemorragias visíveis ou ocultas. Na alimentação durante e gravidez e naalimentação durante a adolescência também aumentam as necessidades de cálcio.

Fósforo

O Fósforo nos Alimentos
O Fósforo é um elemento de origem mineral que se encontra amplamente difundido pelos alimentos, sejam eles de origem animal ou de origem vegetal, existindo contudo em maior quantidade nos alimentos de origem animal. A absorção do fósforo pelo organismo é muito fácil, chegando mesmo aos 70% do que existe nos alimentos. Nos casos de alimentação à base de carnes, existe um risco associado ao fósforo caso seja consumido em excesso.
O Fósforo e a Saúde
Tal como o cálcio, o fósforo adquire um papel muito importante na formação de ossos e de dentes, intervindo também nas reacções químicas em que se liberta energia. O fósforo faz parte integrante dos ácidos nucleicos ARN e ADN.
Tal como no caso do cálcio, e essencialmente pelas mesma razões, existe um claro aumento das necessidades de fósforo absorvido pelo organismo em períodos de crescimento ou desenvolvimento, pelo que a alimentação na adolescência ou a alimentação de mulheres grávidas, ou ainda em períodos de lactação, exige um reforço de alimentos ricos neste mineral. A carência poderá causar debilidade muscular, perda de apetite e dores nos ossos.

Magnésio

O Magnésio nos Alimentos
O Magnésio é um elemento de origem mineral que existe em boa quantidade nas sementes, nos frutos secos e nas leguminosas. A melhor fonte de magnésio que se conhece é o farelo de trigo, um produto que contém cerca de 21 vezes mais magnésio que a carne ou o leite, embora a existência de fitatos interfira com a sua absorção pelo organismo. Cerca de 40%, com 10% de diferencial inferior e superior do que se ingere é absorvido, e favorece esta absorção as proteínas dos alimentos, a vitamina D e a lactose do leite. Em contrapartida, o excesso de cálcio ou de fósforo prejudicam fortemente a absorção de magnésio, bem como os fitatos dos cereais e o ácido oxálico de algumas verduras. Apesar deste facto, estes alimentos continuam a ser uma boa fonte de magnésio.
O Magnésio e a Saúde
O papel do magnésio na saúde é variado. Participa nas formação de dentes e ossos, ajuda na transmissão de impulsos nervosos, intervém no relaxamento muscular e na produção de energia celular. Em caso de carência, verif**amos sintomas de espasmos musculares, podendo mesmo alcançar um estado agravado de contracção generalizada – tetania.
Aconselha-se um aumento de magnésio em casos de diarreias, mau funcionamento dos rins ou alcoolismo, visto poder existir perdas relevantes relacionadas com a urina ou fezes.

Potássio

O Potássio nos Alimentos
O Potássio é um elemento de origem mineral e encontra-se profusamente presente em praticamente todos os tipos de alimentos, sejam de origem animal ou vegetal, embora existam em maior quantidade nos alimentos de origem vegetal. O potássio tem uma elevada taxa de absorção, na ordem dos 90%, sendo esta realizada pelo através do intestino delgado.
O Potássio e a Saúde
Sendo o ião que se encontra em maior concentração no interior celular, é também o terceiro elemento de origem mineral mais abundante no corpo humano, sendo apenas ultrapassado pelo cálcio e pelo fósforo. O potássio tem um papel importante para o relaxamento muscular, para a secreção de insulina através do pâncreas e para conservação do equilíbrio ácido/base. Em caso de carências, a falta de potássio pode causar problemas de ritmo cardíaco e debilidade muscular.
A hipertensão arterial tem causa no desequilíbrio entre sódio e potássio, com ascendência de sódio. É por isso que quando existe excesso de sódio no organismo, é necessário compensar com um aumento de potássio, de modo a manter o equilíbrio existente entre os dois minerais em todos os líquidos do corpo. Também existe necessidade de aumentar o consumo deste mineral em caso de vómitos, diarreias intensas ou excesso de urina.

Sódio

O Sódio nos Alimentos
O Sódio é um elemento de origem mineral que unido a um outro elemnto, o cloro, forma o cloreto de sódio, ou sal, como o conhecemos de forma comum. Outros sais minerais, como o iodeto de sódio ou nitrato de sódio, são também formatos pelo elemento principal “sódio”. Este mineral pode advir de três origens diferentes, existindo em quase todos os alimentos, formando diversos sais.
Os alimentos de origem vegetal são todos muito pobres em sódio, sendo praticamente inexistente nas frutas e muito escasso em cereais e leguminosas, contudo, os alimentos de origem vegetal que apresentam uma maior concentração de sódio são as algas, aipo, espinafres e hortaliças. Já nos alimentos de origem animal, o sódio é bastante abundante, tal como no leite, carne, ovos e peixe.
Existe ainda sódio adicionado em forma do sal comum, tal como nos enchidos, carnes curadas, queijos, etc. A todos estes alimentos adiciona-se sal, o que aumenta a sua concentração do mineral sódio. Podem ainda existir aditivos em forma de alginato ou benzoato de sódio.
Possui uma elevadíssima taxa de absorção. Praticamente a totalidade deste mineral passa para o sangue, contudo é função dos rins eliminar os excessos, que em muito casos corresponde a 90% do que é ingerido nos alimentos.
O Sódio e a Saúde
Consideramos o sódio como o ião mais importante do meio extracelular, contribuindo grandemente para manter o equilíbrio aquoso e ácido básico do organismo, retendo a água. Em casos de excesso, verif**a-se perda de cálcio com a urina, edemas e hipertensão arterial.
O sódio adquire especial importância em casos de vómitos, diarreias intensas ou em casos de sudação abundante. Um dos principais causadores de hipertensão e outras doenças é o desequilíbrio entre sódio e potássio, visto todos os alimentos de origem animal e também os processados, como queijo e enchidos, possuem mais sódio que potássio.

Zinco

O Zinco nos Alimentos
O Zinco é um elemento mineral que é necessário ao organismo em quantidades muitos pequenas, tal como o ferro e outros minerais. As ostras são boas fontes de zinco, sendo mesmo a melhor entre os alimentos de origem animal. Os frutos secos, leguminosas, gérmen de trigo ou sésamo igualam ou suplantam as carnes e queijos curados em volume nutricional de zinco.
È necessário ter em consideração que existem componentes que dificultam a absorção de zinco, como os fitatos dos cereais integrais, a fibra vegetal ou os oxalatos de algumas verduras, por isso, se a alimentação se baseia numa ingestão de muitos alimentos deste tipo, poderão existir alguns problemas relacionados com sintomas carenciais de zinco.
O Zinco e a Saúde
O zinco intervém em várias reacções químicas do organismo, tendo a função de manter a pele, cabelo e unhas saudáveis, e também no desenvolvimento e funcionamento dos órgãos reprodutores.
Em casos de carência, poderá existir um atraso no crescimento, fraco crescimento dos testículos ou ovários e má cicatrização de feridas. Aumentam as necessidades de zinco durante a gravidez e lactação, ou em casos de consumo excessivo de fibras.

Ao vosso dispôr
Rui de Azevedo Barroso

A formar profissionais de saúde 😃
14/04/2021

A formar profissionais de saúde 😃

CCP SAMPAIO - Nov Dez 2016 - FINAL - Rui Barroso

14/04/2021

A louca vida dos humanos... e é tão fácil mudar 😃 😃

Plantas Anti-IdadeGanhe anos de vida com a fitoterapiaO mundo vegetal é a maior fonte comprovada de “elixires” que comba...
14/04/2021

Plantas Anti-Idade
Ganhe anos de vida com a fitoterapia
O mundo vegetal é a maior fonte comprovada de “elixires” que combatem o passar dos anos. Tome nota das plantas que a podem ajudar a protelar o envelhecimento.
Vários estudos epidemiológicos e clínicos indicam que as populações que ingerem com frequência algumas das plantas de que lhe falo neste post têm uma esperança de vida superior à média. Na ilha japonesa de Okinawa, por exemplo, é normal ver centenários a jogar às cartas e a praticarem actividade física, como o Tai-chi, diariamente.
Tomando exemplos como este, a medicina antienvelhecimento está, actualmente, na vanguarda da investigação, tendo proporcionado o desenvolvimento de boas soluções para atrasar o envelhecimento; um processo em que as plantas são as grandes protagonistas. Não é por acaso que muitos dos fármacos para aliviar os sintomas próprios da maturidade se baseiam nos princípios activos das plantas.
Não lhe vou dar o “segredo da eterna juventude”, mas digo-lhe quais são as plantas mais utilizadas para atrasar o envelhecimento, para rejuvenescer e como pode usá-las também em casa. Mas advirto-o/a, desde já, que deve seguir sempre as indicações de um especialista para obter os melhores resultados.
Por que razão envelhecemos?
O envelhecimento é um processo natural contra o qual lutamos constantemente. Apesar de existirem diferentes teorias que respondem a esta pergunta, os especialistas inclinam-se para a soma das quatro seguintes:
• Formação de radicais livres. De acordo com o conhecimento científico actual, estas moléculas instáveis são tóxicas para o corpo, danif**ando as células sãs.
• Maus hábitos de vida. Abusar de gorduras e proteínas, o sedentarismo ou o tabaco são alguns deles.
• Deterioração hormonal. O declínio da produção hormonal pelas glândulas endócrinas acelera o envelhecimento.
• Herança genética. Infelizmente, a longevidade também se herda.
A marca do tempo
Embora não exista forma de evitar que o nosso corpo se desgaste nem sofra certas alterações orgânicas, é possível abrandar e protelar esse processo. Saiba quais são as partes da nossa anatomia que mais denunciam a idade e as plantas mais ef**azes para evitar a sua deterioração.
A PELE
O tecido epidérmico é um dos que mais denuncia os sinais da passagem do tempo. As peles mais afectadas pelo envelhecimento são as secas ou sensíveis. O grande culpado? O sol.
• BORRAGEM
Por que faz bem?
Graças à sua grande quantidade (e qualidade) de ácidos gordos essenciais (gama-linolénico), actua como hidratante, fortalecendo as células cutâneas. Também são percursores das prostaglandinas, que participam na regulação hormonal.
Obtenha os seus benefícios:
Em cápsulas (tome 2 a 4 por dia) ou em compressas embebidas no seu óleo (para tratar eczema, por exemplo).
• CALÊNDULA
Por que faz bem?
Tem uma acção suavizante, calmante e descongestionante, que favorece peles com dermatite ou stressadas. Também favorece a cicatrização.
Obtenha os seus benefícios:
Em sabão, unguento, óleo ou loção, todos para aplicar directamente na área da pele afectada. Também pode tomá-la em infusão: duas a quatro chávenas.
• ROSMANINHO
Por que faz bem?
É utilizado há muitos anos em loções e sabonetes como reconstituinte da pele, tonif**ando-a e hidratando-a. Para além disso, estudos recentes descobriram que previne a oxidação das gorduras e a formação de placas de colesterol “mau” (LDL).
Obtenha os seus benefícios:
Com duas chávenas diárias de infusão, depois do pequeno-almoço e do almoço. Para a preparar, junte 5 g de rosmaninho seco a cada chávena de água.
• CENTELHA ASIÁTICA
Por que faz bem?
Muito utilizada na medicina chinesa e indiana, contém substâncias regenerativas e estimulantes do colagénio (uma das fibras de sustentação da pele), como o asiaticósido e o centelósido.
Obtenha os seus benefícios:
Em cremes dermatológicos ou cosméticos, cuja posologia depende da indicação de um especialista.
O CORAÇÃO
Ao envelhecer, enfraquece e o bombeamento de sangue torna-se mais difícil. F**a rodeado de gordura, as artérias tornam-se menos elásticas, e formam-se placas de ateroma nas suas paredes e artérias que podem obstruir os vasos e produzir trombos, aterosclerose e subir a tensão arterial.
• CASTANHA DA ÍNDIA
Por que faz bem?
É usada, especialmente, em problemas de origem venosa, como pernas cansadas, claudicação intermitente, mãos e pés frios, frieiras, varizes e para evitar as tromboflebites. Só se utiliza a sua casca, que contém escina e taninos, antioxidantes que combatem a fragilidade capilar, a inflamação e os edemas.
Obtenha os seus benefícios:
Em extracto (30 gotas, repartidas em três tomas diárias) ou através da decocção de 50 g de casca por litro, duas vezes por dia.
• CAVALINHA
Por que faz bem?
A sua composição rica (saponósidos, taninos, flavonóides, alcalóides e sais minerais — silício e potássio — e vitamina C) confere-lhe acção anti-hemorrágica, cicatrizante, remineralizante, antifúngica, diurética e adstringente. O silício está associado ao crescimento e à saúde das unhas, cabelo pele e tecido conjuntivo. Combinado com o potássio, é um excelente diurético, para problemas urinários.
Obtenha os seus benefícios:
Em infusão ou decocção (ferva 2 g numa chávena de água durante 5 minutos e deixar repousar outros 20), ou através do sumo da planta fresca; também pode usá-la em creme ou loção, em extracto e em pó. Em cápsulas, a dose recomendada é de duas a três ao dia.
• ALHO
Por que faz bem?
O seu constituinte fitoquímico mais conhecido é a alicina, um ef**az desinfectante e bactericida. O alho reduz a tensão arterial e a aterosclerose, para além de eliminar determinados patogénios da flora intestinal, e estimular a circulação. Se for tomado continuamente durante alguns meses, diminui o bloqueio das artérias (placas de ateroma) e aumenta os níveis de insulina.
Obtenha os seus benefícios:
Fresco (mástique dois dentes de alho pela manhã), em decocção (ferva uma cabeça de alho num litro de água durante cinco minutos; beba três chávenas diárias) ou em cápsulas (600 a 900 mg ao dia).
O CÉREBRO
É um dos órgãos que mais sofre com a idade devido a vários factores. A decrescente irrigação sanguínea, a falta de actividade cerebral, alguns medicamentos (anti-depressivos, analgésicos e sedativos) e a intoxicação por metais pesados (como o chumbo, mercúrio ou alumínio). Danif**a os neurónios, impedindo que a transmissão de impulsos nervosos ao resto do organismo seja a adequada.
• GINKGO BILOBA
Por que faz bem?
É uma das plantas medicinais com mais estudos científicos. É muito rica em flavonóides, que têm uma importante acção antioxidante através da neutralização dos radicais livres do cérebro (efeito neuroprotector). É vasodilatador e aumenta a irrigação cerebral. Para além disso, regula a produção de neurotransmissores, como a dopamina e acetilcolina (substâncias relacionadas com a motricidade, emoções, aprendizagem e memória), favorecendo a memória, a concentração e o equilíbrio, os três sintomas característicos da deterioração cognitiva.
Obtenha os seus benefícios:
Com uma cápsula de 40 mg, 4 a 6 vezes ao dia.
• GINSENG
Por que faz bem?
A sua raiz possui umas substâncias conhecidas como ginsenósidos, que captam os radicais livres. Tem uma acção tónica geral sobre o organismo, aumentando o desempenho físico e intelectual: diminui a sensação de fadiga e aumenta a capacidade de concentração e memorização. É um adaptogénico: regula a produção de adrenalina e cortisol pelas supra-renais. Isto faz com que aumente a energia e a força de vontade, ao mesmo tempo que diminui o stress e a ansiedade. Está provado que melhora a memória e a concentração em doentes de Alzheimer ou outras demências senis.
Obtenha os seus benefícios:
Tome 1 a 4 g de ginseng por dia.
• SALVA
Por que faz bem?
É um regulador do sistema hormonal: pode ser aplicada nas dores menstruais e durante a menopausa para reduzir os calores, afrontamentos e perda de massa óssea (osteoporose). Desta forma, vai minorar o envelhecimento provocado pelo declínio da produção de hormonas no período pós-menopausa. É também um tónico geral: estimula a memória e o sistema imunitário.
Obtenha os seus benefícios:
A forma galénica mais vulgar de utilização da salva é a infusão: 1 colher de sopa para uma chávena; tome duas por dia.
AS DEFESAS
Com a idade, o número de células T (próprias do sistema imunológico do organismo) diminui, aumentando a vulnerabilidade às infecções e interferindo no mecanismo hormonal. O passar do tempo reduz os estrogénios, provocando, nas mulheres, a chegada da menopausa e dos seus desagradáveis sintomas físicos: afrontamentos, perda de massa óssea, etc.
• MILEFÓLIO
Por que faz bem?
Contém substâncias parecidas com a melatonina, pelo que tem efeitos semelhantes a esta hormona segregada pela glândula pineal e cuja função é imunoestimulante e antioxidante. Normalmente, os valores de melatonina começam a descer a partir dos 50 anos, de modo que a milefólio é uma boa opção para os aumentar, na idade adulta.
Obtenha os seus benefícios:
Em tisana, a partir de duas colheres de flores por cada chávena de água, duas ou três vezes ao dia.
• CHÁ VERDE
Por que faz bem?
Destaca-se pela actividade antioxidante, anti-inflamatória e imunomoduladora dos seus flavonóides e catequinas. Para além disso, mais de 600 estudos científicos confirmam as suas propriedades antitumorais ao nível do cólon, pâncreas, esófago, pulmões, mama e próstata, aumentando assim a esperança de vida.
Obtenha os seus benefícios:
Os seus benefícios são dose dependentes, isto é, quanto mais tomar por dia, maiores os benefícios (um estudo recente aponta os maiores benefícios em pessoas que tomaram mais de 20 chávenas por dia).
• SOJA
Por que faz bem?
Vários estudos indicam que, nos países onde a soja é o principal componente da dieta, as mulheres não têm praticamente sintomas da menopausa e de osteoporose. O seu consumo também provoca reduções na percentagem de cancro da mama e do útero e de doenças cardiovasculares. Tem um efeito modelador de estrogénios e não um efeito estrogénico. Isto signif**a que, em mulheres na menopausa compensa a carência de hormonas, mas nas outras mulheres vai competir com os estrogénios (produzidos pelo corpo ou ingeridos com a pílula contraceptiva), reduzindo o risco de cancro da mama e útero.
Obtenha os seus benefícios:
Pode ser ingerida como comida (rebentos, tofu) ou bebida. 25 g de proteína de soja é o equivalente a 60 mg de isoflavonas, cuja dose diária recomendada é de 40 a 160 mg.
OS OLHOS
A degeneração macular é uma das doenças mais relacionadas com o avanço da idade. Isto acontece porque a retina tem um metabolismo muito activo, o que signif**a que gera muito material residual. Com os anos, a capacidade de eliminar estes resíduos vai-se perdendo, até que estes se tornam tóxicos e, portanto, prejudiciais para o olho.
• MIRTILHO
Por que faz bem?
Possui antocianósidos e taninos, substâncias fitoquímicas que melhoram a microcirculação, pelo que está indicado para problemas de visão. É usado em casos de demência arteriosclerótica, melhorando a memória, os zumbidos nos ouvidos, as vertigens e os enjoos.
Obtenha os seus benefícios:
Deve dar preferência ao seu consumo como fruto (está à venda durante todo o ano congelado e em compotas). Em cápsulas, deve ingerir 500 a 1000 mg por dia.
O CORPO
A força muscular diminui por causa da atrofia e perda de massa muscular. Os ossos tornam-se menos densos, mais porosos e frágeis, sobretudo nas mulheres. Estes sintomas estão relacionados com perda de cálcio, factores genéticos e hormonais, e da degeneração das cartilagens, tendões e articulações.
• HARPAGO
Por que faz bem?
Estudos recentes demonstraram a sua eficácia os processos inflamatórios, especialmente reumáticos, como artrose, gota e lombalgia. É tão ef**az como os medicamentos anti-inflamatórios e, por ser uma planta medicinal, tem um perfil de efeitos adversos 10 vezes menor.
Obtenha os seus benefícios:
Com a ingestão de extracto líquido ou ampolas (1 a 4 g diárias, consoante a gravidade da dor).
O mar também rejuvenesce
Apesar de existirem inúmeras algas que combatem o envelhecimento, a que tem maior destaque é a espirulina. É um potente antioxidante graças à sua riqueza em vitamina E; evita as manchas cutâneas e previne os trombos. O betacaroteno e as gorduras poli-insaturadas que contém fazem dela uma protectora da visão, da pele e das mucosas.
Ao vosso dispôr
Rui de Azevedo Barroso
Medicinas Tradicionais

14/04/2021

Você está a ver uma proteína Miosina puxar uma Endorfina ao longo de um filamento para a parte interna do córtex parietal do cérebro que gera a felicidade.
Você está a olhar para a FELICIDADE !!

GLÚTENBenefícios e malefícios de excluir o glúten da alimentaçãoMuitas pessoas que querem emagrecer procuram por dietas ...
14/04/2021

GLÚTEN
Benefícios e malefícios de excluir o glúten da alimentação
Muitas pessoas que querem emagrecer procuram por dietas milagrosas. Uma que está na moda é aquela que exclui os alimentos com glúten do dia a dia. Muitos optam por consumir produtos sem glúten, mesmo não tendo intolerância, por acreditar que pode fazer melhor ao organismo e ajudar na perda de peso. Será? Pesquisas têm associado a eliminação de alimentos com esta substância com a diminuição de sintomas como dor de cabeça, estufamento e a possibilidade de processo inflamatório intestinal, por exemplo. Essa ação pode auxiliar ao tratamento de obesidade e, assim, o corpo f**a menos suscetível ao ganho de quilos extras. Abaixo, um artigo escrito pela nutricionista Helouse Odebrecht com informações sobre a retirada do glúten do cardápio.
Glúten: consumir ou não consumir?
A alergia ao glúten caracteriza uma doença chamada de celíaca, que atinge cada vez mais parte da população mundial sem distinção de gênero ou idade. Neste caso, a retirada do glúten é obrigatória, já que o consumo para essas pessoas traz danos intestinais graves, reduzindo a absorção de nutrientes e, consequente, causando a desnutrição. Se não tratada, pode induzir sérios problemas e até causar a morte.
O que vem chamando a atenção é a quantidade de pessoas, por meio da mídia e das redes sociais, taxando a dieta sem glúten como benéf**a à saúde e aliada ao emagrecimento. A nutrição, assim como a medicina, evolui e o que hoje falamos como verdade, pode não ser o indicado no futuro. O caso do glúten é um exemplo: a retirada dessa substância não deve ser feita sem uma avaliação prévia para detecção de alergia ou hipersensibilidade à substância.
Quanto a obesidade ou sobrepeso, o glúten não é o principal responsável. Ele pode contribuir devido a seu aspecto inflamatório, porém a causa dessa doença deve ser investigada junto aos profissionais de saúde. Os relatos de emagrecimento devido a retirada do glúten, em geral, estão associados à redução do consumo de alimentos que podem ser mais calóricos ou de menos qualidade.
Por que consumir?
Relatos e estudos apontam alguns motivos para manter alimentos com a substância na dieta. Um deles é que quem retira o glúten da alimentação aumenta os riscos de ansiedade e depressão, por conta dos efeitos fisiológicos intestinais que ele traz ao organismo. Essa questão é agravada porque a retirada total de itens com glúten causa falta de saciedade, alteração hormonal e insônia.
Um estudo realizado com 10 homens por 30 dias avaliou que a dieta sem glúten apresentou uma queda das bactérias benéf**as do intestino desses pacientes alertando que a sua exclusão poderia reduzir a quantidade desses microorganismos. Por fim, quem retira a substância da dieta sem orientação profissional, pode ocultar um diagnóstico posterior de doença celíaca ou hipersensibilidade.
Além disso, o preço de muitos dos produtos sem glúten não é acessível a todos. Outro ponto que devemos avaliar na restrição por completo do glúten é que pode afetar a vida social, levando a uma exclusão do convívio com amigos e familiares.
Redução como alternativa
Quem sente um desconforto no consumo ou vê malefícios nos alimentos com glúten pode optar pela redução do consumo. Algumas pessoas fazem até mesmo um rodízio com as opções disponíveis, o que pode ser uma solução. No entanto, todo esse processo deve ser acompanhado de perto por uma nutricionista.
Curiosidades sobre o glúten
Algumas pessoas celíacas não podem ter contato (ingerir ou mesmo tocar) com nenhum alimento que contenha glúten, por isso é importante identif**ar nos rótulos se contém ou não a substância. Existem casos de pessoas que só de entrar em uma padaria já relatam mal estar e sintomas referentes à doença. É um assunto muito sério e deve ser tratado com cuidado.
Quadros de psoríase, dermatites, autismo e doenças autoimunes (como lúpus e vitiligo) têm melhorado com uma dieta restrita de glúten. Os estudos identif**am que essas pessoas não toleram o glúten e o consumo pode causar sérios danos como a disbiose intestinal e hiperpermeabilidade.
Dica de nutricionista
Acredito que o consumo pode ser reduzido em relação ao que a população está habituada, já que o problema em grande parte pode estar na ingestão exagerada de certos alimentos. Entretanto, casos para retirada total devem ser analisados e ela pode, sim, ser benéf**a se feita com acompanhamento. Vemos na prática clínica, pessoas que fazem dietas sem glúten sem acompanhamento e vivem consumindo alimentos como pães, bolos e biscoitos isentos da substância, por pensarem que são mais saudáveis. E o que encontramos são dietas com alimentos pobres em fibras, vitaminas e minerais extremamente importantes para a saúde, e ricas em carboidratos.

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