Centro Psicologia Formação Dialógicos

Centro Psicologia Formação Dialógicos Psicologia Clínica | Terapia Familiar e de Casal | Formação Profissional | Supervisão Clínica. Desde 2001. Mem-Martins - Sintra - Lisboa - Online

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e
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Durante o mês de Agosto, pediremos aos colegas que atendem no consultório de Lisboa que nos recomendem um livro que os s...
03/08/2026

Durante o mês de Agosto, pediremos aos colegas que atendem no consultório de Lisboa que nos recomendem um livro que os seus pacientes possam levar consigo, em período de férias ou nas pausas antes/ após o trabalho, como uma companhia silenciosa que, por vezes, só um bom livro consegue ser.

Há leituras que funcionam como um espaço de pausa, reflexão ou mesmo de continuidade do trabalho que fazemos em consulta. Ao longo das próximas semanas, partilharemos aqui essas escolhas.

E da sua parte: que livro o marcou profundamente? Que obra recomendaria a alguém que procura uma leitura transformadora neste Verão?


Dando continuidade à nossa reflexão, acreditamos que um ambiente genuinamente seguro e contentor para os nossos paciente...
31/07/2026

Dando continuidade à nossa reflexão, acreditamos que um ambiente genuinamente seguro e contentor para os nossos pacientes exige, também, momentos de reflexão individual, supervisão em grupo e partilha entre os membros da equipa.

Partilhamos algumas das actividades e marcos internos deste período:
• Comemoração do 25º Aniversário da Dialógicos;
• Reuniões de Intervisão Clínica;
• Reuniões de equipa e momentos de convívio;
• Rubrica Olhando as Relações (pela Terapeuta de Casal e Familiar);
• Rubrica Ponto de Reflexão... (pelos Psicólogos Juniores);
• Remodelação do consultório de Mem Martins (Sede).

Entretanto, aproximam-se as férias de alguns de nós. Lembramos que fazer uma pausa é um acto essencial de auto-cuidado – algo que incentivamos nos nossos pacientes e que também praticamos.

No entanto, a clínica não fecha: vamos intervalando os nossos períodos de descanso. Haverá sempre psicólogos disponíveis para acolher e acompanhar quem precisar de marcação de consulta. 😊

Até breve!



Há duas alturas do ano especialmente propícias a reflexões mais profundas, que interrompem o automatismo do dia-a-dia e ...
29/07/2026

Há duas alturas do ano especialmente propícias a reflexões mais profundas, que interrompem o automatismo do dia-a-dia e abrem espaço a reestruturações e possíveis (re)começos:
• Dezembro e Janeiro, com a transição do ano civil;
• Julho, Agosto e Setembro, com o final do ano lectivo e de trabalho, marcando o início de um novo ciclo.

Também na Dialógicos fazemos estes balanços. Olhar para o caminho percorrido é o que nos permite continuar a procurar ser “Suficientemente Bons” (no sentido que Winnicott lhe dava) no cuidado a cada pessoa que nos procura: respeitando a sua identidade e individualidade, e garantindo sempre um ambiente seguro e contentor.

A par das consultas de Psicologia (individual e de casal), partilhamos alguns dos marcos e actividades deste ciclo:

Cursos e Workshops:
• Workshop: Menopausa – Não é o fim de nada (em parceria com a Physioclem)
• Curso: Ludoterapia – Intervenção Psicológica com Crianças
• Ciclo de Workshops Psi: • Primeiro contacto com o paciente e entrevista clínica • Desenvolvimento infantil e relação precoce • Relação e vectores de personalidade • Intervenção psicológica clínica: da criança ao adulto

Ciclo de Conversas:
• Psicologia e Literacia Financeira e Imobiliária | com Margarida Ruivo (Casa Ideal®️)
• Psicologia, Osteopatia e Psiconeuroimunologia | com Paula Almeida (Physioclem)
• Psicologia e Marca Pessoal | com Elizabeth Vasconcelos
• Visão, Corpo e Mente | com Marco Dias (Oculista do Bairro)
• Psicologia, Decoração de Interiores e Home Staging | com Liliana Santos (MUDE)
• Psicologia e Cozinha | com Carlos Matos (Rustica)

Parcerias e Protocolos:
• Adesão ao Business Network International (BNI)
• Protocolo com a ANEP – Associação Nacional de Estudantes de Psicologia

Temos feito este caminho a pensar em si. Obrigado por continuar connosco, f**ando o convite para nos deixar as suas sugestões para novas actividades! 😊



Há pessoas que percebem que uma sala mudou antes de a conversa mudar, ouvem o que f**a por dizer entre duas frases apare...
27/07/2026

Há pessoas que percebem que uma sala mudou antes de a conversa mudar, ouvem o que f**a por dizer entre duas frases aparentemente confusas, reparam na distância entre o que se diz e o que se está a passar. E em vez de f**arem caladinhas e passarem pelos pingos da chuva, apontam o dedo à incongruência. “Então não sabes que é feio apontar?”: já está o pecado consumado e o gesto impresso no papel com o devido código: a mesma lucidez que lhes permitiu perceber torna-se, paradoxalmente, a evidência de que não se pode confiar no que perceberam.

Leia a reflexão da Carlota Rocha e Cunha (Psicóloga Júnior – Dialógicos), na íntegra, no nosso site
🔗 Link: https://www.dialogicos.pt/outros.aspx?id=85



No dia a dia, é fácil perdemo-nos no automatismo das rotinas e nas infinitas solicitações externas, acabando por faltar ...
24/07/2026

No dia a dia, é fácil perdemo-nos no automatismo das rotinas e nas infinitas solicitações externas, acabando por faltar o espaço para a novidade que nos desperta o olhar.

Contudo, não é necessário estar de férias ou viajar para longe para descobrir locais novos que nos permitam “desligar” e desfrutar verdadeiramente do momento presente. Por vezes, basta mudar o percurso habitual para resgatar a capacidade de nos surpreendermos.

Num raio de apenas 1 km, que local ainda não conhece ou que espaço pode visitar que lhe permita fazer uma pausa e recuperar psiquicamente?



Discutimos com o outro, no debate construtivo de ideias; contra o outro, na oposição cega; ou na defesa dogmática e auto...
22/07/2026

Discutimos com o outro, no debate construtivo de ideias; contra o outro, na oposição cega; ou na defesa dogmática e autocentrada do nosso próprio ponto de vista?

Em diferentes contextos, encontramos pessoas que, em função das suas necessidades emocionais (conscientes ou inconscientes), se agarram a dogmas e ideias inflexíveis, defendendo-os como se da sua própria identidade se tratasse. Nessas condições, não há verdadeira disponibilidade para escutar a perspectiva do outro e, logo, para um debate autêntico.

Por outro lado, encontramos também pessoas abertas à escuta de diferentes pontos de vista, concordem ou não com eles. Nestes casos, a discussão de ideias torna-se profundamente rica, transformadora e gratif**ante.

Discutir ideias não é atacar ou defender a pessoa em si. É uma troca fluida que exige a capacidade de nos descentrarmos de nós próprios para tentar compreender o lugar do outro.

Mesmo quando não há concordância, esse movimento permite-nos ir além daquilo que já sabemos – permite-nos crescer e amadurecer.

F**a a reflexão e o desejo de que possamos, enquanto sociedade, promover o sentido crítico e a capacidade de pensar sobre diferentes realidades. Sabendo, contudo, que esta disponibilidade interna não é imediata nem estanque, mas sim um processo gradual que exige constante integração e gestão emocional e afectiva.



Acredito que todos nós somos parte de um conjunto de ideologias e crenças; que dentro de cada um de nós vivem diferentes...
20/07/2026

Acredito que todos nós somos parte de um conjunto de ideologias e crenças; que dentro de cada um de nós vivem diferentes faces. E que pode ser difícil, mas importante, dar espaço para conhecer essas faces e perceber em que medida podem fazer parte da nossa vida.

Tendo em conta a forma como a nossa sociedade está construída, convencemo-nos que precisamos de escolher apenas uma coisa e viver de acordo com essa nossa faceta/emprego/atividade, mesmo que por vezes exista dentro de nós a vontade de fazer algo diferente e fugir à regra.

A nível profissional, há pessoas que trabalham simultaneamente em diferentes áreas e precisam destas diferenças para se sentirem completas, sem sentirem que se limitam entregando-se apenas a uma delas. Vivem profissionalmente e, eventualmente, pessoalmente, na aceitação das suas diferentes dimensões.

Leia a reflexão do Tomás Jesus (Psicólogo Júnior – Dialógicos), na íntegra, no nosso site
🔗 Link: https://www.dialogicos.pt/outros.aspx?id=84



Também os psicólogos, psicoterapeutas e outros profissionais da saúde mental, precisamente por serem humanos, necessitam...
16/07/2026

Também os psicólogos, psicoterapeutas e outros profissionais da saúde mental, precisamente por serem humanos, necessitam de trabalhar as suas próprias emoções, os seus afectos, as suas relações e as demais dimensões psíquicas.

Para que possam estar verdadeiramente livres e receptivos para escutar e acompanhar o outro, a Ordem dos Psicólogos recomenda o modelo triplo:
• Formação teórico-prática: Sustentada pela formação contínua, actualização constante e rigor técnico.
• Supervisão: O espaço seguro para a discussão de casos clínicos e para o processamento do seu impacto emocional (salvaguardando sempre o sigilo profissional).
• Desenvolvimento pessoal: Numa modalidade de promoção do auto-conhecimento e da reflexão crítica, quer pela psicoterapia pessoal, quer por outras actividades orientadas para o conhecimento aprofundado de si mesmo.

É com base na relação que trabalhamos.
É na relação que nos preparamos.



Quem já sentiu que tinha de fazer mais e mais, esquecendo-se de que todos temos um limite?Não temos de ser perfeitos.Tod...
14/07/2026

Quem já sentiu que tinha de fazer mais e mais, esquecendo-se de que todos temos um limite?

Não temos de ser perfeitos.

Todos o sabemos, mas colocá-lo em prática no dia a dia é um desafio diferente. A perfeição pesa demasiado.

É legítimo darmos o nosso melhor, mas apenas na medida do que é humanamente possível: erramos, reparamos os erros, hesitamos e tentamos novamente. Um passo de cada vez.

É assim que avançamos, aprendemos e evoluímos.

Já sentiu o peso de tentar ser perfeito? Deixe a sua reflexão nos comentários ou partilhe este post com alguém que possa beneficiar.



Ao contrário do que dita o senso comum, estar em relação não é, quando em grupo ou a dois, fazerem todos a mesma coisa. ...
10/07/2026

Ao contrário do que dita o senso comum, estar em relação não é, quando em grupo ou a dois, fazerem todos a mesma coisa. Estar em relação também é ter algo a partilhar: nas palavras e no silêncio, na troca cúmplice do olhar. Estar em relação é, entre esses momentos de partilha, permitir também que cada um preserve a sua individualidade e faça o que “é seu”.

O que será, então, não estar em relação? À partida, será quando, mesmo partilhando o mesmo espaço físico, não se vivencia esse movimento intercalar de partilha. O silêncio ao lado do outro, porque contém comunicação e afecto, implica relação. É no vazio comunicacional que a ligação se esvai...

Uma ressalva importante: estar em conflito, explícito ou não, também é estar em relação. Mas trata-se de uma relação frustrante para ambas as partes, promotora de desilusões, tristezas e revoltas onde todos perdem. Será mesmo esse o tipo de vínculo que se pretende alimentar?

F**a o convite para se escutar e se entregar a uma relação mais harmoniosa. 😊



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