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Maria Filomena Abreu - Psicóloga Clínica 🇵🇹
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“E os outros?!” “O que é que vão dizer de mim?!”“Prefiro não dizer nada…já sei o que vão dizer!”“E depois? O que é que o...
11/08/2026

“E os outros?!”

“O que é que vão dizer de mim?!”

“Prefiro não dizer nada…já sei o que vão dizer!”

“E depois? O que é que os outros vão pensar?”

“Ainda pensam mal de mim…”

Quantas e quantas vezes ouvimos, ou falamos, sobre o peso que a opinião alheia tem nas nossas vidas?!

A verdade é que, nós, seres humanos, somos seres sociais, e gostamos de ser aceites, de nos sentirmos conectados. Procuramos a validação e suporte de outros porque queremos sentir-nos seguros, conectados, porque sabemos que, juntos, em grupo, em tribo, somos mais fortes.

Mas eu questiono:

Será que está na sua tribo? Será que está rodeado de pessoas que querem genuinamente se conectar consigo? Será que está ao lado de pessoas que o aceitam como é?!

Quantas vezes é que essas pessoas, com as quais se importa, o ajudaram a ser feliz?

Quantas vezes essas pessoas, das quais receia a opinião, o ajudaram a superar os seus medos?

Quantas vezes essas pessoas, das quais busca validação, validaram, acolheram as suas lágrimas?

Quantas vezes essas pessoas, com as quais se preocupa com o que vão dizer, lhe disseram ou mostraram que sentem amor por si?!

Quantas vezes essas pessoas, que tem medo que lhe virem as costas, f**aram consigo nos momentos em que precisava apenas de alguém que f**asse do seu lado, mesmo que em silêncio?!

Da próxima vez que se preocupar com a opinião alheia, não pense no que essa pessoa lhe vai dizer, pense em todas as palavras de amor que recebeu dessa pessoa e em todas as palavras menos bonitas que ouviu.

Quem o ama aceita-o, tal como é!

Quem o ama não o deixará mais pesado.

Quem o ama ajuda-lo-á a carregar o peso.

Quem o ama fá-lo-á sentir mais leve!

Mas não se esqueça, peça ajuda! Quem o ama não tem uma bola de cristal para adivinhar aquilo que sente 😊

Boa semana, levezinha e com muito amor para todos!

▫️Maria Filomena Abreu - psicóloga clinica e hipnoterapeuta

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Em consulta é frequente o tema “ciúmes”, ou “desconfiança”, não só em pessoas que foram traídas, mas também em pessoas q...
10/08/2026

Em consulta é frequente o tema “ciúmes”, ou “desconfiança”, não só em pessoas que foram traídas, mas também em pessoas que já traíram ou traem.

E agora vocês perguntam:

- Oh, Filomena! Mas as pessoas que traem têm ciúmes?!

Claro que podem ter! Porque querem tanto esconder a traição, e conseguem, que acham que toda a gente consegue fazer o mesmo. E f**am inseguros só com a ideia do outro estar a fazer o mesmo.

Independentemente da causa, traição ou não, andar a tentar a controlar o outro nunca será uma boa ideia.

Quando a pessoa f**a “neurótica” a vigiar todos os passos, a proibir todos os movimentos, para além de deixar de ter vida própria, nunca perceberá realmente se aquela pessoa é fiel ou não, ou se está apenas a ser coagida por medo de perder…

Quer alguém que o ame ou alguém dependente de si?

Quer uma pessoa ao seu lado, ou apenas uma sombra?

Quem é fiel por medo de punição não é realmente fiel.

Só quando damos liberdade é que podemos avaliar a fidelidade de alguém. Sem liberdade isso é impossível!

Se dermos liberdade, e se houver lealdade, a pessoa f**ará ao seu lado mesmo com todas as oportunidades para se afastar ou trair.

Com liberdade, se a pessoa tiver carácter, agirá de acordo com princípios, mesmo quando poderia escolher o caminho mais fácil ou desonesto sem que ninguém percebesse.

Se der liberdade, e a pessoa tiver respeito, continuará a ter consideração e cuidado, mesmo sem qualquer obrigação externa.

A ausência de proibição é, na verdade, um teste silencioso.

Quem é íntegro apenas quando está a ser observado ou controlado não tem, na verdade, um carácter sólido.

Quem respeita só por alguém assim exige não tem respeito verdadeiro.

Quando damos liberdade total, vemos a essência real de uma pessoa.

Ela deixa de reagir a regras e começa a agir conforme o próprio interior.

É aí que descobrimos se a ligação é baseada em controlo ou em valores.

Quer controlo ou valores?

Quer medo? Ou amor?

A escolha é sua! ♥️

▫️Maria Filomena Abreu - psicóloga clínica e hipnoterapeuta

Muitas pessoas confundem empatia com ausência de limites.Geralmente são pessoas até inteligentes, que levam os “porquês”...
09/08/2026

Muitas pessoas confundem empatia com ausência de limites.

Geralmente são pessoas até inteligentes, que levam os “porquês” até ao limite: “porque é que faz isto?”, “porque é que antes fazia assim, e agora faz desta forma?”, “deve ser assim porque….”

O problema nesta história dos “porquês”, é que se esquecem de incluir um porquê essencial:

“Porque é que aceitam um comportamento errado, independentemente da sua causa?!”

Isto explica, por exemplo, relações com violência. O problema não é “ter pena” de alguém que é violento porque foi vítima de violência na infância….o problema é a vítima agora desta pessoa, na idade adulta, se questionar porque está a aceitar um comportamento totalmente errado na sua vida!

Em consulta costumo explicar PORQUE isto acontece no cérebro de alguém que perdoa tudo e todos, para que consiga finalmente começar a filtrar o que não lhe faz bem. Compreender não deve ser nunca aceitar o que nos faz mal.

No nosso cérebro temos estruturas chamadas neurónios espelho. São eles que nos permitem sentir a dor ou a alegria do outro como se fosse nossa. É uma espécie de um “superpoder”, e que algumas pessoas têm mais refinado, mas…como qualquer poder, precisa ser usado com consciência.

Se conseguimos espelhar tão bem as emoções dos outros, também precisamos aprender a espelhar a nossa própria vida. Percebem?

Por exemplo, questionem-se: o que sinto quando estou comigo mesmo? E não apenas: o que sinto quando estou com os outros?

Porque quem vive em empatia constante corre o risco de se esquecer de si.

Se passam horas a tentar perceber: porque é que ele/ela me trata assim? Ou, “porque é que ela/ele me disse aquilo?” Não vão chegar a lado nenhum, porque não mudam o comportamento do outro. Nunca mudamos o outro!

Como disse no início, a pergunta que devem fazer é outra: porque é que aceito estar na presença de alguém que me trata assim?

Preocupem-se com os vossos motivos, e o que podem modif**ar. E deixem que os outros façam o mesmo, se eles quiserem.

Ao focarmos no outro estamos na verdade a perder o foco daquilo que deveria ser a prioridade: a nossa vida.

Bom fim de semana!

▫️Maria Filomena Abreu - psicóloga clínica e hipnoterapeuta

Ir ao psicólogo nem sempre é tarefa fácil, por vezes é necessário termos noção da desorganização das nossas “gavetas emo...
08/08/2026

Ir ao psicólogo nem sempre é tarefa fácil, por vezes é necessário termos noção da desorganização das nossas “gavetas emocionais”, confrontarmo-nos com elas, para depois as conseguirmos arrumar direitinho.

Nem sempre é fácil lidar com memórias antigas, situações que aconteceram e que nos provocam sentimentos e emoções avassaladoras.

Mas, só quando se liberta a emoção, é possível guardar a memória sem que ela surja sem pedir licença, sem aparecer “como se fosse ontem”, e interferir na nossa vida actual, e no nosso bem estar.

Às vezes sai-se da consulta do psicólogo “arrumadinho”, outras vezes “virado do avesso”, mas o que importa é mesmo todo o processo e, no final, perceber que “foi capaz, fez sentido, e que valeu a pena!”

Ir ao psicólogo quase nunca é fácil, afinal de contas os problemas que fazem com que alguém procure ajuda também não são fáceis; se assim fosse não seria necessário um psicólogo.

Como se costuma dizer: vai ao psicólogo não quem tem problemas mas quem quer resolvê-los.

Quem faz limpeza a fundo numa casa, dificilmente f**a arrumadinho; não espere f**ar sempre arrumadinho quando faz a limpeza da sua mente. Mas acredite, no fim...vale a pena!

Um bom fim de semana para todos! 🤗

▫️Maria Filomena Abreu - psicóloga clínica e hipnoterapeuta

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Acha que alguém lhe deve um pedido de desculpas?!Pense nessa pessoa, no que aconteceu. Descreva o episódio com detalhe, ...
07/08/2026

Acha que alguém lhe deve um pedido de desculpas?!

Pense nessa pessoa, no que aconteceu.

Descreva o episódio com detalhe, e depois escreva as emoções que sente quando pensa no episódio.

O que gostaria que tivesse sido diferente?

Na verdade, quando algo negativo acontece a divergência do expectável e da realidade é tão grande que é esse desfasamento entre o ideal e o real que nos causa desconforto.

Na verdade, pensar que poderia ser diferente não elimina o acontecimento e a responsabilidade do mesmo.

Não carregue a responsabilidade do erro consigo.

Se existe algo que pode fazer diferente no presente é libertar as suas emoções e assumir a responsabilidade pela sua própria vida.

Porque é que ainda não perdoou?

Perdoar não é permitir que nos continuem a fazer mal; perdoar não é aceitar e permitir o mal que os outros fizeram nas nossas vidas; perdoar é compreender que nem todos somos iguais, que nem todos agimos da mesma forma, e até que nem todos seríamos capazes de perdoar.

A raiva que sente, a tristeza e o ressentimento não faz mal ao outro que fez mal, faz-lhe mal a si; é você que está a sentir esses sentimentos negativos.

Não perdoar alguém signif**a que decidiu manter para sempre o outro na sua vida, ainda que no pensamento.

Se sente que o outro lhe fez algo que não aceita, mais um motivo para perdoar, para não aceitar mais erros e mentiras na sua vida, para deixar o outro seguir o caminho dele e você seguir o seu, em paz.

O erro é do outro, o peso será do outro, escolha não carregar culpas, pesos, emoções negativas que o impedem de avançar com tranquilidade na estrada da sua vida.

Boa sexta-feira, levezinha e com muito amor para todos!🤍

▫️Maria Filomena Abreu - psicóloga clínica e hipnoterapeuta

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As expectativas são desejos, projecções, que criamos em relação aos comportamentos e atitudes dos outros mas que reflete...
06/08/2026

As expectativas são desejos, projecções, que criamos em relação aos comportamentos e atitudes dos outros mas que refletem mais de quem nós somos; e que são da nossa inteira responsabilidade.

Muitas vezes f**amos frustrados, chateados, tristes, desapontados, não porque o outro teve um “mau comportamento”, mas simplesmente porque achávamos que “se fôssemos o outro nunca agiríamos daquela forma”.

A verdade, é que cada ser ser humano é único, e cada um comporta-se e age tendo em conta as suas experiências, o seu passado, a sua cultura, os seus contextos sociais, a sua personalidade, e não de acordo com a forma como gostaríamos que acontecesse.

Isto não quer dizer que temos de aceitar todos os comportamentos que não correspondem às nossas expectativas.

Por exemplo, a violência é um comportamento condenável em quase todas as partes do mundo; ainda que, por exemplo, existam sítios do mundo em que determinada violência (seja física, seja emocional) face a crianças e/ou mulheres é “aceitável para a cultura e educação”, ela não deve ser nunca permitida.

Podemos até compreender que existem locais, pessoas, que tiveram uma educação diferente da nossa mas isso não deve ser condição para aceitarmos sermos vítimas do seu comportamento violento.

Assim, da próxima vez que alguém “está errado”, “foi injusto”, “respondeu mal”, “não fez direito”, questione-se:

Está a emitir um julgamento baseado apenas no comportamento da pessoa?

Ou está a avaliar o comportamento baseado unicamente no que esperava que a pessoa fizesse, fosse: “unicamente nas suas expectativas”?

Quanto maiores, e mais irrealistas, forem as expectativas maior será o seu sofrimento.

Não quer dizer que deva baixar a sua exigência; mas adapte-a à realidade, ajuste-a, veja o outro como um ser humano, e não como um “Deus”, perfeito.

Se não conseguir ir fazendo esta avaliação sozinho peça ajuda.

Por vezes precisamos que “alguém de fora”, totalmente isento sobre a situação, e profissional, nos ajude a ver a situação de outras perspectivas: já sabe, um psicólogo clínico poderá ajudá-lo nessa tarefa!

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05/08/2026

A inteligência artificial pode ser extremamente útil, mas não deve, de forma nenhuma, substituir a inteligência humana, sobretudo a inteligência emocional!

Nunca pensei ter de debater em consulta conselhos dados por um “robot” às pessoas, mas o que me deixa mais triste é perceber que muitas pessoas conversam mais com estes chats sobre emoções do que com as pessoas na vida real.

Curiosamente, a inteligência artificial não tem emoções…e andamos a falar com ela sobre algo que nos torna diferentes dela.

Vamos falar de emoções como humanos e entre humanos?!

Enviem uma mensagem a expressar o que sentem a alguém! (Não conta se usarem o robot para escrever…se não conseguem escrever, mandem áudio) o ideal é frente a frente mas temos de começar por algum lado.

É o desafio que vos lanço hoje! ♥️

▫️Maria Filomena Abreu - psicóloga clínica e hipnoterapeuta

Quando sentir que o estão a julgar, que estão a falar da sua vida, questione-se:O que sabe essa pessoa de mim?O que sabe...
05/08/2026

Quando sentir que o estão a julgar, que estão a falar da sua vida, questione-se:

O que sabe essa pessoa de mim?

O que sabe essa pessoa sobre os meus objectivos?

O que sabe essa pessoa sobre as minhas emoções?

O que sabe essa pessoa sobre os obstáculos que ultrapassei?

O que sabe essa pessoa sobre as desilusões que sofri?

O que sabe essa pessoa sobre a minha história?

Provavelmente essa pessoa está apenas a olhar para a ponta do icebergue, para o cume da montanha onde você está neste momento.

Quanto mais alto estamos, mais olhares invariavelmente temos em nosso redor. Mas esses olhares, que não partilharam a caminhada consigo, serão apenas visões limitadas do seu mundo, não saberão o caminho que percorreu; por isso o julgamento, as opiniões, serão sempre baseadas em suposições, não na realidade.

Por outro lado, dificilmente será criticado por pessoas que também estão a subir a montanha ou em montanhas mais altas, essas pessoas, tal como você, estarão focadas no seu caminho, no seu próprio objectivo, a olhar para cima. Não olharão para baixo se não tiverem um propósito.

Quando se sentir criticado sinta compaixão, não se desvie do seu objectivo.

Olhe em frente, veja quem já percorreu caminhos semelhantes, inspire-se, sem imitar, foque-se também nas pessoas que se mantém ao seu lado, ou nas pessoas que f**am lá em baixo ou seguem para outras montanhas mas continuam a aplaudir e a motivar a sua subida.

Quem f**a escondido não é criticado; entenda a crítica como parte do seu percurso, que é notável. Se é admirado ou invejado é porque conquistou algo. Se o outro decide ter apenas inveja de si mas isso é uma decisão dele, não retribua emoções negativas.

Continue a sua caminhada, a sua consciência estará leve, o outro terá que carregar com o peso da própria consciência, se a tiver.

Siga leve! Boa semana para todos! ♥️

▫️Maria Filomena Abreu - psicóloga clinica e hipnoterapeuta

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Quando sentimos desconforto, a nossa primeira reacção é muitas vezes evitá-lo. Ninguém se quer sentir mal. Mas, e se eu ...
04/08/2026

Quando sentimos desconforto, a nossa primeira reacção é muitas vezes evitá-lo.

Ninguém se quer sentir mal. Mas, e se eu vos dissesse que o desconforto pode ser algo positivo?!

A nível neurobiológico, o desconforto activa partes do nosso cérebro que nos alertam para a necessidade de mudança, lembra-nos que pode ser necessário parar para reflectir e analisar uma situação.

Sabiam que o desconforto tem uma função evolutiva essencial? É ele que nos impulsiona a procurar soluções e a crescer.

Por exemplo, pensem no exercício físico, como pode ser desconfortável no início. Nos primeiros dias de ginásio f**amos cheios de dores musculares, mas com o tempo, o nosso corpo adapta-se, e torna-se cada vez mais resistente e saudável. O desconforto inicial é apenas um sinal de que estamos a desafiar os nossos hábitos antigos.

Outro exemplo é a mudança de carreira. Pode ser assustador deixar um emprego estável para seguir uma nova oportunidade. O medo do desconhecido e o desconforto da incerteza podem ser avassaladores. No entanto, muitas vezes é através desta mudança que encontramos uma maior satisfação e crescimento pessoal e profissional. O desconforto, neste caso, é um convite para explorarmos novas possibilidades e desafiar-nos a nós mesmos.

Até mesmo nos relacionamentos, os momentos de desconforto são inevitáveis. Discussões e mal-entendidos podem ser difíceis de enfrentar, mas são oportunidades para comunicarmos de forma mais ef**az, resolvermos problemas e fortalecermos as ligação com os outros. É nas conversas difíceis que muitas vezes encontramos clareza, compreensão e ainda uma maior conexão.

Se mudarmos a nossa perspectiva sobre o desconforto, podemos vê-lo como um sinal de que algo precisa de atenção e, quem sabe, de mudança para algo ainda melhor. A mudança é frequentemente desconfortável, mas é também essencial para o nosso crescimento.

Então, da próxima vez que sentirmos desconforto, vamos parar e pensar: o que é que isto está a tentar ensinar-nos?

O desconforto é temporário, já a mudança pode signif**ar trazer bem estar mais permanente para a nossa vida! ☺️

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Tanto o corpo, como a mente, precisam de ter o seu tempo de repouso, de reabilitação. Se o seu trabalho é mais físico é ...
03/08/2026

Tanto o corpo, como a mente, precisam de ter o seu tempo de repouso, de reabilitação.

Se o seu trabalho é mais físico é natural que precise de descansar mais o corpo.

Se o seu trabalho é mais mental, precisa de encontrar tempo para que a sua mente recupere também.

O sono é essencial para o descanso físico e mental, mas só se for um sono reparador: se acordar com energia, bem disposto e sem qualquer cansaço físico ou mental.

Não se culpabilize se precisa de descansar, repousar, mais ou menos do que os outros. Cada um sabe o que sente, e ninguém sente por si. O melhor indicador da necessidade de descanso não é a opinião alheia, é o que você realmente sente.

Uma boa semana, descansada, para todos! ☺️

▫️Maria Filomena Abreu - psicóloga clínica e hipnoterapeuta

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