Gabriela Nutricionista

Gabriela Nutricionista Psicomotricidad. Psicopedagogía clínica. Gerontopsicomotricidad. Nutrición. Psicología. Maestra de apoyo.

"Antes de iniciarmos a premiação do 12º Cinecamp, peço a atenção de todos para um momento muito especial.Hoje, eu não fa...
29/08/2026

"Antes de iniciarmos a premiação do 12º Cinecamp, peço a atenção de todos para um momento muito especial.
Hoje, eu não falo apenas como diretora desta escola. Falo também como professora que teve o privilégio de conhecer, acompanhar e guardar com muito carinho a lembrança de um aluno muito especial: Joaquim Denicolay.
Falar sobre o Joaquim desperta muitos sentimentos. Existe a saudade, é claro, mas existe também uma imensa gratidão por tudo o que ele viveu e compartilhou conosco.
Joaquim era arte, alegria, criatividade e afeto. Encontrava formas de se expressar nas artes visuais, no teatro, no basquete e, principalmente, na maneira leve, verdadeira e carinhosa com que se relacionava com as pessoas.
Ele foi nosso aluno, nosso artista, nosso colega, nosso amigo. E sua passagem por esta escola deixou marcas que o tempo não apaga.
O Cinecamp sempre foi um espaço para contar histórias, revelar talentos e mostrar que a arte pode permanecer muito além do instante em que é criada. Por isso, não haveria lugar mais significativo para manter viva a memória do Joaquim.
A partir desta edição, o principal troféu do nosso festival levará o seu nome: Troféu Joaquim Denicolay.
Mais do que uma homenagem, esse nome representa aquilo que desejamos que cada estudante encontre na arte: coragem para criar, liberdade para ser quem é, sensibilidade para tocar outras pessoas e alegria para viver seus sonhos.
Agora, quero compartilhar algumas palavras que traduzem um pouco do que Joaquim representou — e continua representando — para todos nós.
Há pessoas que passam por nossa história. Outras passam a fazer parte dela para sempre.
 Joaquim Denicolay Cabrera carregava a arte no olhar, no corpo, na voz e na maneira de viver.
 Nas artes visuais, transformava sentimentos em imagens.
 No teatro, fazia do palco um lugar de verdade, liberdade e encontro.
 No basquete, deixava a energia, a parceria e as histórias que continuariam muito além do jogo.
 Mas sua maior arte talvez tenha sido tornar a vida mais leve para quem estava ao seu lado.
 Joaquim tinha o raro talento de fazer rir, acolher e deixar as pessoas mais livres para serem quem eram.
 Ele queria colocar sua marca no mundo.
 E colocou: nas obras que criou, nos palcos que viveu e nas vidas que tocou.
 Sua própria vida tornou-se uma mensagem de alegria, afeto, coragem, criatividade e leveza.
 Alguns artistas deixam obras. Outros transformam também as pessoas que tiveram a alegria de conhecê-los.
 Joaquim partiu cedo demais, mas deixou amor suficiente para continuar presente em muitas histórias.
 Hoje, o Cinecamp transforma saudade em memória, carinho e reconhecimento.
 Porque quem viveu para criar, emocionar e fazer sorrir jamais desaparece por inteiro.
 A partir de agora, o principal troféu do Cinecamp levará o nome de alguém que fez da própria vida uma forma de arte.
 Troféu Joaquim Denicolay Cabrera
 Para que sua alegria continue inspirando novos artistas, novas histórias e novos sonhos.
 Muito obrigado por fazer parte da nossa história, Joaquim.

Que a alegria, a criatividade e a coragem do Joaquim continuem presentes em cada história contada, em cada palco ocupado e em cada jovem que encontrar na arte uma maneira de transformar o mundo.
É com esse sentimento de carinho, gratidão e celebração que declaramos aberta a cerimônia de premiação do 12º Cinecamp.

Melhor Filme — Troféu Joaquim Denicolay Cabrera"

Dioneia de Macedo Fernandes.

https://www.instagram.com/p/DcWPTVPv5LC/?igsi=MTZ4YnIwOGF5d3gwbQ==É com profunda emoção que convidamos todos para um mom...
25/08/2026

https://www.instagram.com/p/DcWPTVPv5LC/?igsi=MTZ4YnIwOGF5d3gwbQ==
É com profunda emoção que convidamos todos para um momento muito especial: a **12ª CINECAMP**, ocasião em que o **1º Prêmio da CINECAMP passará a levar, para sempre, o nome de Joaquín Denicolay Cabrera**.

Que o **1º Prêmio da 12ª CINECAMP** leve o nome de Joaquín tem um significado enorme. Não é apenas uma homenagem: é uma forma de dizer que **Joaquín continua fazendo parte daquele lugar que amou, de sua história e das pessoas que compartilharam com ele tantos momentos**.

Não se trata de lembrá-lo apenas pela dor de sua ausência, mas de mostrar **quem era Joaco quando estava no colégio: seus gestos, sua alegria, sua maneira de estar, seus vínculos e tudo aquilo que deixou em cada pessoa que teve a oportunidade de conhecê-lo**.

**Joaquín já não está fisicamente entre nós, mas sua passagem pela vida de tantas pessoas continua presente.**

Que um prêmio de arte leve seu nome significa que, a cada ano, alguém pronunciará:

**“Prêmio Joaquín Denicolay Cabrera.”**

E assim, seu nome continuará sendo dito, ouvido e associado a algo que ele amava e que compartilhou com tantos outros.

Para uma família, depois de uma perda tão brutal, saber que seu filho **deixou marcas que não desapareceram com sua partida** pode ser uma dessas pequenas luzes em meio a uma dor imensa.

Nada substitui Joaquín.
Mas esta homenagem é uma maneira de dizer:

**“Joaco, nós nunca vamos te esquecer.”** ❤️

# # # 📍 28 de agosto

**A partir das 15h**

**Colégio Ierecê Lins**
Av. Daltro Filho, 2557
Campus da URCAMP

Será muito especial contar com a presença de todos que fizeram parte da história de Joaco e que, de alguma forma, carregam consigo uma lembrança dele.

**Joaquín, para sempre presente.** ❤️

🚨 FREUD EXPLICÓ POR QUÉ DESPUÉS DE UNA PÉRDIDA NADA TE SABE A NADA 🚨Muchas personas en duelo lo describen igual:👉 "Como,...
13/08/2026

🚨 FREUD EXPLICÓ POR QUÉ DESPUÉS DE UNA PÉRDIDA NADA TE SABE A NADA 🚨

Muchas personas en duelo lo describen igual:

👉 "Como, pero no disfruto. Veo series, pero no me entero." 👉 "Todo lo que antes me gustaba, hoy me da lo mismo." 👉 "No es que esté triste todo el día: es que nada me llega."

Y les dicen:

👉 "Distráete, sal, haz algo que te guste." 👉 "Tienes que retomar tu vida." 👉 "Ya no estés así, él querría verte bien."

Pero Freud describió ese apagón con una precisión que sigue impresionando.

En el duelo, dice Freud, "el mundo se ha hecho pobre y vacío".

Y no es una metáfora: es a dónde se fue tu energía.

Freud explicó que el duelo consume una cantidad enorme de energía psíquica: toda tu capacidad de investir el mundo —de que las cosas te importen, te sepan, te emocionen— está ocupada en el trabajo interno de soltar. Por eso la comida no sabe, la música no llega y los planes no ilusionan: no es que el mundo cambió, es que no queda energía disponible para iluminarlo. No estás deprimido por gusto ni te falta actitud. Estás con todos los recursos volcados en la tarea más pesada que existe.

La idea incómoda es esta:

👉 Ese apagón no significa que nunca vayas a volver a disfrutar: significa que ahorita no hay energía sobrante. 👉 Por eso "distráete" no funciona: la distracción necesita una energía que está toda ocupada. 👉 Y compararte con quien no está de duelo es injusto: ellos tienen el tanque libre y tú lo tienes en obra.

Pero aquí está lo importante:

No te exijas disfrutar todavía: haz lo mínimo indispensable y deja que el trabajo avance. Y guarda esta promesa, que es de lo más consolador que Freud escribió sobre el duelo: cuando la tarea se completa, la energía vuelve a quedar libre —y regresa poco a poco, no de golpe: un día la comida sabe, otro día una canción te gusta, otro día haces un plan y te ilusiona—. Cada uno de esos pequeños regresos es la prueba de que el duelo avanza. El mundo no se apagó para siempre. Está esperando a que tengas energía para volver a encenderlo.

📚 Freud, S. (1992). Duelo y melancolía. En Obras completas (Vol. 14, pp. 235-255). Amorrortu. (Trabajo original de 1917)

13/08/2026

13/2/2026
🚨 FREUD EXPLICÓ POR QUÉ DESPUÉS DE UNA PÉRDIDA NADA TE SABE A NADA 🚨

Muchas personas en duelo lo describen igual:

👉 "Como, pero no disfruto. Veo series, pero no me entero." 👉 "Todo lo que antes me gustaba, hoy me da lo mismo." 👉 "No es que esté triste todo el día: es que nada me llega."

Y les dicen:

👉 "Distráete, sal, haz algo que te guste." 👉 "Tienes que retomar tu vida." 👉 "Ya no estés así, él querría verte bien."

Pero Freud describió ese apagón con una precisión que sigue impresionando.

En el duelo, dice Freud, "el mundo se ha hecho pobre y vacío".

Y no es una metáfora: es a dónde se fue tu energía.

Freud explicó que el duelo consume una cantidad enorme de energía psíquica: toda tu capacidad de investir el mundo —de que las cosas te importen, te sepan, te emocionen— está ocupada en el trabajo interno de soltar. Por eso la comida no sabe, la música no llega y los planes no ilusionan: no es que el mundo cambió, es que no queda energía disponible para iluminarlo. No estás deprimido por gusto ni te falta actitud. Estás con todos los recursos volcados en la tarea más pesada que existe.

La idea incómoda es esta:

👉 Ese apagón no significa que nunca vayas a volver a disfrutar: significa que ahorita no hay energía sobrante. 👉 Por eso "distráete" no funciona: la distracción necesita una energía que está toda ocupada. 👉 Y compararte con quien no está de duelo es injusto: ellos tienen el tanque libre y tú lo tienes en obra.

Pero aquí está lo importante:

No te exijas disfrutar todavía: haz lo mínimo indispensable y deja que el trabajo avance. Y guarda esta promesa, que es de lo más consolador que Freud escribió sobre el duelo: cuando la tarea se completa, la energía vuelve a quedar libre —y regresa poco a poco, no de golpe: un día la comida sabe, otro día una canción te gusta, otro día haces un plan y te ilusiona—. Cada uno de esos pequeños regresos es la prueba de que el duelo avanza. El mundo no se apagó para siempre. Está esperando a que tengas energía para volver a encenderlo.

📚 Freud, S. (1992). Duelo y melancolía. En Obras completas (Vol. 14, pp. 235-255). Amorrortu. (Trabajo original de 1917)

04/08/2026

Agradezco a mis ancestros y, de manera especial, a la generación de mujeres que me crió. Ellas fueron el primer territorio donde aprendí a mirar el mundo, a vincularme, a cuidar y a ser cuidada.

Nadie nace de un repollo. Nuestros hijos llevan eternamente nuestra marca y viceversa.

Comprendo que no me construí sola. Soy el resultado de historias, vínculos, creencias, silencios, fortalezas y aprendizajes que fueron pasando de una generación a otra.
Cada paso que doy también lleva la huella de quienes caminaron antes; en mí habitan sus recursos, sus heridas, sus desafíos y su capacidad de amar.

La maternidad no nació conmigo. Se fue construyendo en el encuentro con mis hijos, en cada día compartido, en cada acierto y en cada error.
Las mujeres y hombres que me precedieron no me enseñaron una única forma de ser madre; me entregaron una herencia desde la cual pude elegir, transformar y crear mi propia manera de maternar.

Porque nadie nace de una calabaza. Todos llegamos sostenidos por una red de vínculos y de historias. Somos también aquello que negamos, aquello que abrazamos y aquello que decidimos resignificar. Somos continuidad y, al mismo tiempo, posibilidad de cambio.

Por eso honro a quienes vinieron antes. No para repetir sus caminos, sino para reconocer que gracias a todos ellos pude convertirme, día a día, en la madre que fui y en la mujer que sigo construyendo.

Gracias a mi hija por esta sorpresa hoy y gracias a mi hijo por el sueño que tuvimos juntos!

27/07/2026

Los domingos se vuelven eternos, silenciosos y pesados porque el tiempo del dolor no avanza igual que los demás días de la semana; se detiene en la ausencia, aumentando la saudade.
Solitarios.
El peso de los días sin demasiado sentido se hace eco en el domingo.
El silencio duele un poquito más, no se porque, quizá porque no tiene la rutina ni el ruido de la semana para hacer que distraigamos la mente, dejando mayor espacio para los recuerdos.
Aquí adentro el mundo está en pausa. Afuera la vida sigue su curso, pero para mí el reloj se quedó congelado hace tiempo.
La ausencia de sentido: las cosas que antes importaban o llenaban el día pierden su brillo, su deseo.

Existe una larga lista de consuelos de diferentes formas, tamaños y colores, podría agruparlos o clasificarlos de mil maneras...
En general terminamos en un: " no te exijas estar bien: aceptar el sufrimiento tal como viene es parte de un proceso que no se puede apurar ni medir con calendarios".
No es que me permita o no el vacio, no intento llenar los domingos, ni ningún otro día a la fuerza porque el vacío existira siempre en este plano.
Mi cuerpo y alma piden descansar, a veces llorar, a veces reír, a veces sola, a veces con los que están.
Pocos son los refugios seguros, pocos pero buenos!

Una vez escuché a una actriz famosa decir: "eu não superei nada; sou amputada, não se supera isso; você integra e convive com o vazio".
Por eso tengo mucho respeto al dolor físico de mi brazo izquierdo; sigo viva, sigo respirando y aprendo a hacer muchas cosas con el otro brazo, pero nunca dejo de sentir la ausencia. Incluso hay un dolor fantasma: mi mente sigue buscando lo que ya no está. Nada reemplaza lo perdido; simplemente intento muchas veces sin demasiados resultados aprender a convivir con una parte de mí que faltará para siempre.
Igual nunca fui resultadista, para mí siempre lo importante fue el camino, poder jugar y no solamente el resultado, porque no vale todo con tal de ganar, no da todo lo mismo. Cada vez más creo que hay pocas cosas que realmente valen la pena.
He sido muy criticada por esta postura pero creo que no la voy a cambiar, no sé, ví gente más mayor lograr cambios bruscos así que nunca se sabe...

Hay noches en las que sueño con nuestro reencuentro, mientras tengo en mi retina para agradecer muchos momentos de tus 18 años y 9 meses en mi panza.
También tengo una certeza que nadie podrá quitarme: mi hijo vive eternamente en mí.
No solo porque habita cada uno de mis recuerdos, cada decisión que tomo y cada latido de mi corazón. También porque la ciencia ha demostrado algo profundamente conmovedor: durante el embarazo, algunas células de nuestros hijos atraviesan la placenta y permanecen en el cuerpo de la madre durante muchos años. Este fenómeno se conoce como microquimerismo fetal.
Pensar en eso me emociona profundamente. Saber que una pequeña parte de él continúa físicamente en mí es un recordatorio de que el vínculo entre una madre y su hijo nunca fue solo emocional. Mi cuerpo también guarda su huella.
Sé que esas células no son él. No reemplazan su presencia, pero representan algo que siempre sentí con el corazón: que una madre nunca deja de llevar a su hijo dentro de sí a pesar de que ese rol quiera ser manipulado.

Por eso, cuando digo que vive en mí, no hablo solo desde el amor ni solo desde el dolor. Hablo desde una verdad que atraviesa el alma y también la biología, cada parte de mi ser.
No hay ninguna situación que pueda cambiar ese latido.

Seguimos aquí en esta realidad con mi hilo de vida que ya conocen...

23/07/2026

La nueva entidad tiene el doble rol de transversalizar esta perspectiva tanto a nivel de la gestión institucional como en el Sistema Nacional Integrado de Salud, detalló Karina Ruiz, designada para coordinar la unidad.

17/07/2026

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