Psicóloga Brasileira em Londres - Lisete Pinzon

Psicóloga Brasileira em Londres - Lisete Pinzon Psicóloga, Especialista em Neuropsicologia e
Mestre em Psicologia Clínica.

“Je m'appelle Agneta” (“Me chamo Agneta”) é um filme recente da Netflix sobre uma mulher que, após anos vivendo para ate...
31/05/2026

“Je m'appelle Agneta” (“Me chamo Agneta”) é um filme recente da Netflix sobre uma mulher que, após anos vivendo para atender às expectativas dos outros, começa a redescobrir sua própria identidade.

A história levanta uma reflexão importante: até que ponto cuidar dos outros pode nos afastar de nós mesmos? Muitas mulheres aprendem a priorizar as necessidades alheias, mas quando isso acontece de forma excessiva, pode gerar sofrimento emocional, perda de identidade e insatisfação com a própria vida.

O filme nos convida a refletir que autocuidado não é egoísmo. Preservar quem somos, respeitar nossos limites e viver de acordo com nossos valores é essencial para uma vida mais saudável e autêntica. 💜

De acordo com National Health Service e o National Institute for Health and Care Excellence (NICE), o TOC é uma condição...
28/05/2026

De acordo com National Health Service e o National Institute for Health and Care Excellence (NICE), o TOC é uma condição de saúde mental caracterizada, basicamente, por:

✔️ OBSESSÕES
Pensamentos, imagens ou impulsos intrusivos e indesejados que geram ansiedade.

O conteúdo das obsessões pode estar relacionado à contaminação, a querer machucar alguém, a religião ou ao âmbito sexual e à pedofilia.

✔️ COMPULSÕES
Comportamentos ou rituais mentais acabam ocorrendo para aliviar a ansiedade provocada pelas obsessões.

Alguns exemplos: repetir mentalmente palavras, números ou frases; lavar as mãos repetidamente; ou precisar organizar objetos “perfeitamente”.

As pessoas podem ter compulsões sem ter pensamentos obsessivos, mas, muito frequentemente, esses dois acontecem juntos.

É muito comum que pessoas com TOC mantenham seus sintomas escondidos. Isso pode ser devido ao constrangimento que alguém sente em relação a suas preocupações e comportamentos irracionais, e frequentemente por medo de que seus pensamentos intrusivos possam ser mal interpretados. Também pode acontecer de a pessoa se julgar má. Mas é importante lembrar que ela não é o transtorno, e sim que está vivendo uma condição mental que pode ser debilitante.

Tratamentos baseados em evidências científicas, como Terapia Cognitivo-Comportamental com Exposição e Prevenção de Resposta (ERP), podem reduzir significativamente os sintomas e melhorar a qualidade de vida.

💬 Informação correta reduz estigma e ajuda mais pessoas a procurarem apoio psicológico adequado.

O TOC é uma condição psicológica complexa, multifatorial e baseada em mecanismos neuropsicológicos.🔍 O que pode contribu...
28/05/2026

O TOC é uma condição psicológica complexa, multifatorial e baseada em mecanismos neuropsicológicos.

🔍 O que pode contribuir para o desenvolvimento do TOC?

✔️ Fatores genéticos e biológicos
✔️ Alterações em circuitos cerebrais relacionados à ansiedade
✔️ Traços de perfeccionismo e intolerância à incerteza
✔️ Estresse, traumas ou eventos de vida difíceis
✔️ Aprendizagens associadas ao medo e necessidade de controle

➡️ Importante: não existe uma única causa. O TOC surge da combinação de diferentes fatores. A boa notícia é que existe tratamento!

Procure Ajuda

❌ MITO: “Todo mundo tem um pouco de TOC”✅ VERDADE: Gostar de organização ou rotina não significa ter TOC. O transtorno e...
28/05/2026

❌ MITO: “Todo mundo tem um pouco de TOC”
✅ VERDADE: Gostar de organização ou rotina não significa ter TOC. O transtorno envolve obsessões e compulsões que causam sofrimento e prejuízo na vida diária.

❌ MITO: “TOC acontece porque a pessoa é fraca emocionalmente”
✅ VERDADE: O TOC não é falta de força mental. É um transtorno psicológico reconhecido, que pode afetar qualquer pessoa.

❌ MITO: “Evitar pensamentos resolve o TOC”
✅ VERDADE: Tentar controlar ou eliminar pensamentos geralmente aumenta a ansiedade e reforça o ciclo obsessivo.

Procure Ajuda!

26/05/2026
Muitas vezes aprendemos a evitar aquilo que dói.Engolimos o choro, distraímos a ansiedade, racionalizamos a tristeza, fi...
26/05/2026

Muitas vezes aprendemos a evitar aquilo que dói.
Engolimos o choro, distraímos a ansiedade, racionalizamos a tristeza, fingimos que “já passou”.

Mas aquilo que não é sentido não necessariamente desaparece.
Pode se manifestar no corpo, nos relacionamentos, nos pensamentos repetitivos ou em um cansaço emocional difícil de explicar.

💬 Sentir é parte do processo de cura.

A dor que não é sentida, muitas vezes, se transforma em ansiedade, irritação, culpa, sintomas físicos ou padrões repetit...
26/05/2026

A dor que não é sentida, muitas vezes, se transforma em ansiedade, irritação, culpa, sintomas físicos ou padrões repetitivos.

Sentir é permitir que a experiência exista, para que ela possa ser compreendida e elaborada.

Quando tentamos anestesiar emoções, elas não deixam de existir — apenas encontram outras formas de aparecer.

💬 Sentir é parte do processo de cura.

A dor que não é sentida, muitas vezes, se transforma em ansiedade, irritação, culpa, ou sintomas físicos.Quando tentamos...
26/05/2026

A dor que não é sentida, muitas vezes, se transforma em ansiedade, irritação, culpa, ou sintomas físicos.

Quando tentamos anestesiar emoções, elas não deixam de existir — apenas encontram outras formas de aparecer.

Sentir é permitir que a experiência exista, para que ela possa ser compreendida e elaborada.

💬 Sentir é parte do processo de cura.

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